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Política

Filha de Clezão lança pré-candidatura a deputada no DF

Jovem oficializou o nome pelo Partido Liberal em evento que reuniu Damares Alves e Bia Kicis; Michelle Bolsonaro participou por videochamada

luíza do clezão
A pré-candidata Luíza Cunha em palanque com as parlamentares Damares Alves e Bia Kicis; filha de Clezão disputará eleição pelo PL | Foto: Reprodução/Instagram/@luizadoclezao

Luíza Cunha (PL), filha de Cleriston Pereira da Cunha, o Clezão, lançou oficialmente a sua pré-candidatura à Câmara Legislativa do Distrito Federal. O anúncio ocorreu nesta quarta-feira, 10.

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Durante o evento, a jovem destacou o compromisso de honrar a memória da família na política.

“Carrego um legado. Clezão sempre vai viver, a morte do meu pai não será em vão”, declarou a pré-candidata. “Enquanto eu viver, enquanto o sangue de Clezão correr em minhas veias, eu vou lutar pelo meu povo.”

A cerimônia de lançamento contou com a participação presencial da governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), da senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e da deputada federal Bia Kicis (PL-DF). Presidente nacional do PL Mulher, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro prestigiou o ato por meio de videochamada.

No palanque, as parlamentares discursaram para respaldar o projeto da jovem no cenário político local:

  • Damares Alves: afirmou em tom contundente que “acabou para os corruptos, acabou para o descaso, acabou para a esquerda”.
  • Bia Kicis: reforçou que a entrada de Luíza ajudará a fortalecer as pautas conservadoras e a transformar a região “no melhor lugar para morar neste país”.

A morte de Clezão na Papuda

Cleriston Pereira da Cunha, conhecido como Clezão, morreu aos 46 anos, em novembro de 2023. Ele sofreu um mal súbito durante o banho de sol no Centro de Detenção Provisória II, no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

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O comerciante cumpria prisão preventiva em virtude das investigações sobre os atos de 8 de janeiro de 2023. A defesa do empresário já havia alertado o Supremo Tribunal Federal sobre o agravamento do seu estado clínico na prisão.

De acordo com relatos de familiares e registros médicos, o empresário desenvolveu problemas graves de saúde depois de contrair covid-19. Clezão sofria de vasculite — inflamação aguda nos vasos sanguíneos capaz de comprometer o funcionamento de diferentes órgãos do corpo. Antes de sua detenção, ele chegou a ficar internado por 33 dias, no ano de 2022, devido às complicações causadas pela doença.

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