O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), comentou nesta terça-feira, 16, o atentado sofrido pelo vereador Cabo Deyvison (PL-RN), em Mossoró, no Rio Grande do Norte. Em publicação nas redes sociais, o filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que o caso não representa uma surpresa diante do cenário de violência no país.
Flávio declarou solidariedade ao vereador e prestou condolências aos familiares do assessor Alyson Diego, morto durante o ataque.
Receba nossas atualizações
+ Leia mais notícias de Política em Oeste
Na publicação, o senador afirmou que as autoridades devem tratar o caso como terrorismo. Ele destacou o uso de armamento de guerra em plena luz do dia como sinal do poder de fogo das organizações criminosas.
“Isso não é criminalidade comum”, escreveu Flávio. “Isso é terrorismo.”
O atentado contra o vereador Cabo Deyvison, em Mossoró, é um choque, mas infelizmente não chega a ser uma surpresa. No Brasil de hoje, quem enfrenta facções narcoterroristas se torna alvo.
— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) June 16, 2026
Minha solidariedade ao Cabo Deyvison, a quem desejo uma pronta e plena recuperação. Minha… pic.twitter.com/sAtD2SsDRR
O pré-candidato do PL afirmou também que facções criminosas atuam com estrutura militar e exercem domínio territorial em diferentes regiões do país. “Não estamos falando de simples quadrilhas“, afirmou o senador. “Estamos falando de facções que operam com estrutura militar, dominam territórios e executam ataques planejados.”
O que Flávio pensa sobre o crime organizado
O senador defendeu a classificação de organizações criminosas como terroristas e afirmou que o Estado precisa rever a forma de enfrentamento do crime organizado.
No Brasil, tramitam diversos projetos com esse objetivo, mas nenhum foi aprovado até o momento. Em maio, o Departamento de Estado dos Estados Unidos passou a classificar as duas maiores facções criminosas brasileiras como organizações terroristas globais.
Leia também: “‘O Brasil corre o risco de se converter num narcoestado'”, entrevista com o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira publicada na Edição 326 da Revista Oeste





































Entre ou assine para enviar um comentário.
Você precisa de uma assinatura válida para enviar um comentário, faça um upgrade aqui.