Fundo de investimento judaico quer investir no semiárido

Fundo de investimento judaico quer investir no semiárido
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Remanso - Com a falta de chuva na nascente do Rio São Francisco, o reservatório de Sobradinho vive a maior seca de sua história (Marcello Casal jr/Agência Brasil)
Remanso - Com a falta de chuva na nascente do Rio São Francisco, o reservatório de Sobradinho vive a maior seca de sua história (Marcello Casal jr/Agência Brasil) | Secretaria visa implantar programa de combate à pobreza na região | Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

Governo mantém conversas com investidores para o desenvolvimento do semiárido. Fundo de investimento judaico é um dos interessados

Secretaria Especial para o semiárido - semiárido - nordeste - programa de investimentos
Governo espera atrair investidores para financiar o projeto de transposição das águas de bacias doadoras para o Rio São Francisco | Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O governo já mantém conversas com investidores estrangeiros para viabilizar o Plano de Desenvolvimento do Semiárido (PDS). Na quinta-feira, 23, técnicos conversaram com um fundo de investimento judaico, ligado a “grandes famílias de Israel”, apurou Oeste.

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Os investidores tomaram conhecimento de todas as ações previstas para o semiárido e mostraram interesse na concessão de pelo menos um dos projetos de infraestrutura previstos no PDS. Perguntaram até se os valores informados, de um estudo do Banco Mundial de 2002, se aplicam atualmente.

A informação passada aos investidores é que o aporte total continuaria próximo de US$ 22,4 bilhões. “Mas talvez até mais barato”, afirmou a Oeste um interlocutor envolvido nas conversas. Uma das sugestões é que os investidores contratem o Exército Brasileiro para tocar a concessão.

Por se tratar de uma obra tão estratégica, o fundo de investimento judaico gostou da ideia. “Eles têm mais segurança em contratar uma entidade de Estado do que uma entidade privada”, disse outro técnico. “É semelhante aos Estados Unidos, onde o Exército americano é o responsável por executar canais de distribuição, a um custo 40% mais baixo do que o do setor privado”.

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5 comentários Ver comentários

  1. O governo Bolsonaro deixará como sua marca principal a redenção do .meu Nordeste . Esoero que vá em frente o projeto. Divulguem bem cada passa pois o nordestino sabe ser grato.bolsonaro já vem crescendo no conceito da região. Trabalhe com seriedade gerando emprego e renda e vera
    a gratidão nordestina

  2. A grande vocação desta região é na produção de frutas, que gasta relativamente pouca água para irrigação. Já na área da pecuária, seriam a caprinocultura pelo mesmo motivo de baixo consumo de água.

  3. Não vai faltar investimentos privados na medida em que eles se certificarem que o Brasil tem, hoje, um governo sem corrupção e comprometido com o desenvolvimento. Adeus, esquerda exploradora dos mais pobres!!!

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