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Política

Gilmar Mendes quer maior versão do 'Gilmarpalooza' para 2026

Ministro está à frente dos preparativos e busca presença expressiva de magistrados, representantes de empresas e entidades civis para o evento em junho

Gilmar Mendes assume presidência da 2ª Turma do STF - 05/08/2025 | Foto: Gustavo Moreno/STF
Gilmar Mendes assume presidência da 2ª Turma do STF - 05/08/2025 | Foto: Gustavo Moreno/STF

O Fórum de Lisboa, que ocorre anualmente em Portugal, prepara sua 14ª edição com a expectativa de reunir o maior número de participantes desde sua criação. O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), está à frente dos preparativos e busca a presença expressiva de magistrados, representantes de empresas e entidades civis para o evento, marcado para os dias 1º, 2 e 3 de junho de 2026.

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Conhecido informalmente como “Gilmarpalooza”, o encontro atrai atenção não apenas pelo público diversificado, mas também pelo contexto atual da Suprema Corte. Ela enfrenta desgaste de imagem, com nove dos dez ministros avaliados de forma mais negativa do que positiva. Apenas André Mendonça apresenta aprovação superior à rejeição, alcançando 43% de avaliação positiva, segundo dados recentes.

Mendonça atua como relator de alguns dos casos de grande repercussão nacional, como investigações sobre fraudes no INSS e questões ligadas ao Banco Master. O fundador do banco, Daniel Vorcaro, assinou um acordo de confidencialidade com a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República (PGR) na quinta-feira 19. Assim, deu início ao processo para um possível acordo de delação premiada.

Nos últimos anos, encontros internacionais entre magistrados têm se tornado mais frequentes. Em abril de 2024, o Banco Master patrocinou um evento em Londres no qual juízes foram hospedados em um hotel de luxo e convidados para uma degustação exclusiva de uísque.

O ministro do STF André Mendonça, relator do inquérito sobre fraudes no INSS | Foto: Carlos Moura/SCO/STF
O ministro do STF André Mendonça, relator do inquérito sobre fraudes no INSS | Foto: Carlos Moura/SCO/STF

Essas reuniões costumam contar com festas e jantares promovidos por empresas privadas, de modo a criar oportunidades de aproximação entre empresários e profissionais do Judiciário.

Detalhes da programação e organização do ‘Gilmarpalooza’

XIII Fórum de Lisboa, evento anual sediado entre os prédios da Reitoria e da Faculdade de Direito da prestigiada Universidade de Lisboa. O evento — mais conhecido (ou somente reconhecido) como Gilmarpalooza | Foto: Reprodução/Redes Sociais
XIII Fórum de Lisboa, evento anual sediado entre os prédios da Reitoria e da Faculdade de Direito da prestigiada Universidade de Lisboa. O evento — mais conhecido (ou somente reconhecido) como Gilmarpalooza | Foto: Reprodução/Redes Sociais

Para a edição de 2026, as inscrições já estão abertas no site oficial do evento. Dois palestrantes estão confirmados no perfil do Fórum de Lisboa no Instagram: Gilmar Mendes e Angelika Nussberger, diretora do Instituto de Direito da Europa Oriental e Direito Comparado da Universidade de Colônia, na Alemanha. As palestras ocorrerão na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

Segundo a descrição oficial publicada no site do Gilmarpalooza 2026, o fórum é promovido pelo IDP, pelo Lisbon Public Law (LPL) e pela FGV Justiça. “O evento consolida-se como um dos mais relevantes fóruns internacionais dedicados à análise dos grandes desafios institucionais contemporâneos”, diz o site.

Leia também: “O choro sem lágrimas”, artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 314 da Revista Oeste

“Nesta edição, o tema central ‘Nova ordem internacional, tecnologia e soberania: desafios democráticos, econômicos e sociais’ orientará debates de alto nível sobre as transformações do cenário global, o impacto das novas tecnologias e os novos contornos da democracia, da economia e da organização social dos Estados.”

O papel do IDP e a relação com Gilmar Mendes

O Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), fundado por Gilmar Mendes em 1998 em Brasília, nasceu em parceria com Inocêncio Mártires Coelho, ex-procurador-geral da República, e Paulo Gonet Branco, atual procurador-geral da República, ambos atualmente fora da sociedade.

Em entrevista concedida em maio de 2025, Mendes negou conflito de interesses entre sua posição no Judiciário e os contratos do IDP. “Eu sou sócio do IDP, e, em dado momento histórico, o IDP aceitou uma proposta da CBF para realizar os cursos que a CBF Academy fazia”, explicou. “Foi somente um contrato de Direito privado dirigido pela direção do IDP.”

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3 comentários
  1. Daniel BG
    Daniel BG

    Já posso imaginar o planeta inteiro controlado pelo Gil-ó. Vai ter condenado solto que não acaba mais. E o Gil-ó mais e mais rico. Justiça?

  2. Lourival Nascimento
    Lourival Nascimento

    REPROVAÇÃO DO SUPREMO TAYAYÁ MASTER FEDERAL VAI A 60%. A VELHA, DESACREDITADA, VENAL E JÁ DESIMPORTANTE INPRENSA TRADICIONAL, FINGE QUE NÓS NÃO SABEMOS O QUE ELA FEZ AO ADERIR AO PROJETO DE CENSURA. A FUGA MASSIVA DE ASSINANTES É A JUSTA REAÇÃO DOS QUE SE SENTIRAM MANIPULADOS.
    O SUPREMO TAYAYÁ MASTER FEDERAL apossou-se do Estado brasileiro em benefício de um projeto totalitário de poder e os escândalos no ninho dos que se julgam inimputáveis, mas os FATOS e a VERDADE os desnudam. Em agosto de 2023, o SUPREMO TAYAYÁ MASTER FEDERAL flexibilizou as regras para a atuação de parentes de ministros como advogados na Corte. A mudança ocorreu ao julgar inconstitucional um trecho do Código de Processo Civil (CPC) de 2015 que impedia juízes de julgar causas de clientes de escritórios de parentes (até 3º grau), mesmo que o parente não assinasse a peça. Há uma legião de advogados parentes e aderentes de Ministros do SUPREMO TAYAYÁ MASTER FEDERAL advogando no pardieiro onde há priscas eras funcionou o STF. Quem, em sã consciência achar que é mero acaso, fica escancarada a abertura da porteira da moralidade, isonomia, institucionalidade e honestidade. É pule de 10 que ações defendidas por parentes e aderentes de Ministros do SUPREMO TAYAYÁ MASTER FEDERAL estarão em absurda vantagem em favor dos seus clientes. Os profissionais do DIREITO Viviane Barci de Moraes, Laura Schertel Ferreira Mendes, Daniele Mendes, Maria Carolina Feitosa Tarelho, Roberta Maria Rangel, Rafael Barroso Fontelles, Rodrigo Fux, Melina Girardi Fachin, Marcos Alberto Rocha Gonçalves, Karine Nunes Marques, Kevin Marquese e Valeska Zanin Martins atuando em PROCESSOS no SUPREMO TAYAYÁ MASTER FEDERAL sob a guarda dos seus pais, esposas, e esposos, a chance de sucesso é IMENSA em relação a outros profissionais do DIREITO sem as mesmas ligações. Ilustro. A “sortuda” advogada Roberta Rangel, então esposa do Ministro Toffoli atuou em Processo da JBS, numa merreca de 10,3 BILHÕES DE REAIS resultado de uma multa, mesmo a JBS relatando o crime, o Ministro Toffoli suspendeu a multa, e o erário do Brasil que se dane. E se o aporte de R$ 25,9 MILHÕES DE REAIS da mesma JBS no Tayayá for o pagamento pela advocacia em relação à multa da mesma JBS? E se a outra “sortuda” advogada Viviane Barci de Moraes, aquela a quem foi dada a missão de criar o Código de Ética do Banco Master, mas na preguiça e certeza de impunidade plagiou textos, fotos e outras ilustrações do mundo digital numa peça fajuta para enganar néscios, travestido de Código de Ética, que não foi ético pelo plágio descarado, tenha sido para encobrir rastros de outros dinheiros? Ainda assim, Dona Viviane recebeu 79 MILHÕES DE REAIS do Contrato de 129 MILHÕES DE REAIS, sem mesmo ter ido representar seu cliente Daniel Vorcaro em instituições, conforme texto do Contrato” NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESTE PAÍS, como diria o LULA, nada de tão ousado, moralmente indefensável, documentalmente tão raso, que mostrou as entranhas fétidas do SUPREMO TAYAYÁ MASTER FEDERAL. No mundo real, no final de 2017, ano da criação do INQUÉRITO DO FIM DO MUNDO, uma pantomima criada pelo Ministro Toffoli para esconder seus rastros em episódios de CORRUPÇÃO e entregando ao Ministro Moraes, SEM SORTEIO, conforme é a norma na Casa, a reprovação do STF era de 19% em 2020 de 26%, subiu para 31% e por CULPA EXCLUSIVA DO STF e segundo Pesquisa do AtlasIntel, Pesquisa divulgada pelo site InfoMoney, que pertence à XP Inc, nesta sexta-feira (20) afirma que 60% dos brasileiros declaram não confiar no Supremo Tribunal Federal (STF) Considerando que a XP é ligada ao LULA, que usou seus jatinhos, os números da desaprovação do STF devem ser maiores, pois basta uma mexida no algoritmo para mostrar números maiores e a culpa é toda, por ações e inações, do próprio SUPREMO TAYAYÁ MASTER FEDERAL.

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