Governador de Santa Catarina ignora processo de ‘impeachment’

Carlos Moisés afirma que segue "firme" à frente do Executivo do Estado
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Carlos Moisés é o governador de Santa Catarina | Foto: DIVULGAÇÃO
Carlos Moisés é o governador de Santa Catarina | Foto: DIVULGAÇÃO | carlos moisés - impeachment - alesc - governador de santa catarina

Carlos Moisés afirma que segue “firme” à frente do Executivo do Estado

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Carlos Moisés é o governador de Santa Catarina | Foto: DIVULGAÇÃO

Quase 24 horas após a Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc) abrir processo de impeachment, o governador Carlos Moisés (PSL) se pronunciou publicamente. Mas ignorou o procedimento que pode tirá-lo do poder. Por meio de postagem no Twitter, ele preferiu destacar números do Estado sulista.

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Primeiramente, o governador catarinense afirma que “segue firme” no trabalho. Na sequência, ele divulga informações relevantes — ao menos para ele — sobre sua própria gestão. Sinaliza, ainda, que sua prioridade no momento não é responder ao processo de impeachment, mas seguir à frente de ações de combate à covid-19.

“Atenção à sustentabilidade econômica”

“A preservação da vida e a atenção à sustentabilidade econômica são prioridades”, publicou Moisés. Sobre a luta contra o novo coronavírus, ele alega que Santa Catarina tem a menor taxa de mortalidade do país. De acordo com ele, 1,28% das pessoas infectadas no Estado morrem por causa da doença.

Economia

Diante da possibilidade de ter o seu mandato cassado, Carlos Moisés valorizou pontos econômicos de Santa Catarina. Conforme avisa, o Estado apresenta números animadores mesmo diante da pandemia. Ele garante que mais de 33 mil empresas foram abertas desde março. Além disso, informa que o setor local de serviços cresceu em maio.

O processo

Aceito pela presidência da Alesc, o processo de impeachment não atinge apenas o governador de Santa Catarina. Isso porque o relatório apresentado pela procuradoria da Casa também se volta contra a vice-governadora Daniela Reinehr (sem partido). De acordo com o parecer, a dupla cometeu crime de responsabilidade ao aumentar os salários de procuradores do Estado sem avisar o Legislativo.

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