publicidade
Política

Governo deve adiar indicação de Messias ao STF para depois das eleições

Senadores avaliam que governo não reúne votos suficientes no momento e temem derrota em meio ao clima eleitoral

Com o fim da disputa nacional, governistas acreditam que terão melhores condições de negociar apoio e consolidar os votos necessários para aprovar a indicação ao STF | Foto: Ricardo Stuckert/PR

A indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) deve avançar no Senado apenas depois das eleições de outubro. Aliados do governo avaliam que o Palácio do Planalto não reúne, neste momento, os 41 votos necessários para aprovar o nome do ministro.

Informações divulgadas pelo portal Metrópoles revelam que a avaliação circula tanto entre líderes governistas quanto entre integrantes da cúpula do Senado.

Receba nossas atualizações

+ Leia mais notícias de Política em Oeste

Parlamentares afirmam que o ambiente político se deteriorou com a disputa presidencial. Nesse cenário, a oposição pode tentar transformar a votação em um gesto político contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Eleições influenciam clima no Senado

Um líder governista afirmou que a entrada do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na corrida pelo Palácio do Planalto aumentou a tensão no Congresso. Na avaliação do parlamentar, votações relevantes no Senado passaram a carregar um peso eleitoral.

Integrantes da base governista avaliam que a oposição pode explorar a indicação ao Supremo para impor uma derrota ao governo. Diante desse risco, aliados de Lula defendem esperar o fim da disputa eleitoral para retomar as articulações.

Governo tenta recompor relação com Alcolumbre

Outro fator pesa na estratégia do Planalto: o distanciamento entre Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Nos últimos meses, aliados tentaram promover uma reaproximação entre os dois, mas o movimento avançou lentamente.

Leia mais: “ACM Neto confirma que recebeu R$ 3,6 mi do Master e da Reag

Um líder governista afirmou que Lula e Alcolumbre devem conversar até esta quinta-feira, 12, para tentar reduzir as tensões. A relação se desgastou quando o presidente decidiu indicar Jorge Messias ao Supremo. Na ocasião, o presidente do Senado defendia o nome de Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

Governo busca tempo para construir maioria

Aliados do governo admitem que Messias ainda não reúne apoio suficiente no Senado. Por esse motivo, parte da base considera positivo adiar a votação para o fim do ano. A avaliação interna revela que o ambiente político tende a ficar menos tensionado depois das eleições.

Com o fim da disputa nacional, governistas acreditam que terão melhores condições de negociar apoio e consolidar os votos necessários para aprovar a indicação ao STF.

Leia mais: “Eduardo Leite falta à CPI do Crime Organizado

Leia mais:

3 comentários
  1. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    Esse “Bessias “ é um escroto sem saber jurídico ao pode ser mais um Dias Toffoli neste tribunal bastante desmoralizado será mais um imbecil colocado pela mula analfabeta no tribunal

    1. Rosely M G Goeckler
      Rosely M G Goeckler

      Menos mal!
      Não possui reputação ilibada (está no Partido da Trevas)
      Não possui “Notável Saber Jurídico”!

  2. Julio Antonio Bagetti
    Julio Antonio Bagetti

    menos mal….. pq depois das eleições como vai perder nao vai conseguir indicar…..

Canal Oeste
Nossos colunistas
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Augusto Nunes
Ana Paula Henkel
Guilherme Fiuza
Rodrigo Constantino
Alexandre Garcia
Antonio Cabrera
Eugênio Esber
Eugênio Esber
Evaristo de Miranda
Flávio Gordon
Roberto Motta
Miriam Sanger
Adalberto Piotto
Frank Furedi, da Spiked
Jeffrey A. Tucker.
Theodore Dalrymple
Flavio Morgenstern
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
Background
NEWSLETTER
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
Background
TELEGRAM
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
publicidade
Background
Assine a Revista Oeste
Seja um dos brasileiros que acreditam que o bom jornalismo transforma um país.