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Guedes estuda ampliar base de arrecadação de imposto digital para reduzir alíquota

Governo defende a base mais ampla possível de transações tributáveis para apresentar uma alíquota baixa. Setor financeiro é contra
O ministro da Economia, Paulo Guedes, em evento na sede da pasta, em Brasília | Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL
O ministro da Economia, Paulo Guedes, em evento na sede da pasta, em Brasília | Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL | O ministro da Economia, Paulo Guedes, em evento na sede da pasta, em Brasília | Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL

Governo defende a base mais ampla possível de transações tributáveis para apresentar alíquota baixa. Setor financeiro é contra

reforma tributária
O ministro da Economia, Paulo Guedes, em evento na sede da pasta, em Brasília
Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL

A isenção de contribuição previdenciária patronal sobre o trabalhador que recebe um salário mínimo é apenas uma das medidas estudadas pelo governo para viabilizar o imposto sobre transações digitais. O ministro da Economia, Paulo Guedes, discute ampliar a base de arrecadação para apresentar uma alíquota baixa ao Congresso.

O governo ainda ajusta os últimos detalhes do tributo e, portanto, não tem fechado de quais setores seria cobrado o imposto. A equipe econômica discute um tributo entre 0,2% e 0,4%. A ideia é simples: se restringe a base, sobe a alíquota. Se amplia a base, desce a alíquota.

Por esse motivo, para viabilizar uma taxa baixa, a equipe econômica estuda defender a base mais ampla possível. O problema é o sistema financeiro, que promete fazer oposição ao tributo. Entretanto, não é algo que preocupe a equipe econômica. “O setor financeiro está resistindo porque esse é o imposto que vai revelar o que talvez eles não queiram”, diz um interlocutor de Guedes.

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2 comentários

  1. Baseado no que entendi até agora, aqui vai os prós e contras.
    Prós: Unificação dos impostos, redução da alíquota pra 12% e redução da questão fiscal para empresários.
    Contras: Criação de um novo imposto via DIGITAL.

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