O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta segunda-feira, 1º de setembro, que não tratou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre uma eventual cassação do mandato de Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Como resultado, a declaração contradiz o próprio Lula, que havia garantido ter discutido o tema com Motta.
Durante entrevista à Rádio Itatiaia, na sexta-feira 29, o petista chamou Eduardo de “maior traidor da história deste país”. Além disso, declarou que já havia conversado com o presidente da Câmara e com outros parlamentares para pedir a cassação do deputado federal.
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Segundo Motta, a relação com Lula é cordial, mas ambos nunca abordaram esse assunto nas conversas. “Todas as vezes em que nos encontramos, tratamos de diversos assuntos de interesse do país, mas esse especificamente não foi um assunto tratado entre nós”.
O parlamentar também comentou a situação de Eduardo, que permanece nos Estados Unidos e solicitou à Câmara autorização para exercer suas funções remotamente. No ofício enviado à Presidência da Casa, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro argumenta que perseguições políticas forçam e motivam sua ausência no Brasil.
Apesar do pedido, Motta declarou que a Câmara seguirá os trâmites normais. No dia 15 de agosto, ele encaminhou quatro representações contra Eduardo ao Conselho de Ética. O deputado assegurou que o processo de análise seguirá o rito-padrão, sem tratamento privilegiado.
Lula pressiona Congresso e chama Eduardo de traidor
A crise entre Lula e Eduardo Bolsonaro ganhou novo capítulo depois de o presidente pressionar abertamente o Congresso a cassar o deputado.
A acusação do petista se baseia no argumento de que Eduardo estaria tentando articular sanções econômicas contra o Brasil, em favor do pai. Bolsonaro enfrenta julgamento por suposta tentativa de golpe de Estado.
O deputado licenciado nega qualquer irregularidade. Ele afirma que o indiciamento no Supremo Tribunal Federal decorre de sua atuação parlamentar legítima.
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Eduardo enfrenta acusações de obstrução de Justiça ao lado de Jair Bolsonaro, com base em investigações conduzidas pelo ministro Alexandre de Moraes.
Em nota à Mesa Diretora da Câmara, ele classificou o processo como “indevido”. Além disso, reforçou que o exercício do mandato no exterior está amparado em prerrogativas parlamentares.






































Esse Pinóquio ladrão vai morrer mentindo !
Meu DEUS, será que Hugo Motta ainda imagina que algum brasileiro no mínimo de sua consciência política ainda acredita no que ele fala. Kkkkk
Esse Mota é o vira-latas do congresso
Mais uma mentira do “tirado da cadeia’.