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Política

Investimento em tratamento de esgoto e água subiu 1.000%, diz Marinho

Lei, sancionada em julho de 2021, prevê a universalização dos serviços de água e esgoto até 2033

Falta de saneamento básico no bairro Sítio São Francisco, em Guarulhos (SP), esgoto cai em rio
Falta de saneamento básico no bairro Sítio São Francisco, em Guarulhos (SP) | Foto: Márcio Fernandes de Oliveira/Estadão Conteúdo

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, disse que a aprovação do Marco do Saneamento permitiu que, em um ano, os investimentos em tratamento de esgoto e de água no Brasil aumentassem mais de 1.000%.

A lei, sancionada em julho de 2021, prevê a universalização dos serviços de água e esgoto até 2033 e viabilizou a injeção de mais investimentos privados nos serviços de saneamento.

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“Nós saímos de um marco de R$ 4,5 bi/ano do governo federal, estadual e municipal de recursos próprios e recursos oriundos de financiamentos para mais de R$ 50 bilhões”, disse Marinho, em entrevista que vai ao ar hoje às 19h30, na TV Brasil.

O ministro destacou que, com o marco legal, em 2033 o Brasil terá 90% de esgoto tratado e 99% das pessoas terão acesso a água tratada.

“Hoje temos 100 milhões de pessoas que não têm esgoto tratado e 35 milhões de brasileiros que não têm água tratada. Nesse primeiro ano, nós já garantimos o aporte financeiro para diminuir em 10% esse déficit em um ano”, disse.

Marco do Saneamento

O novo marco também prevê o sistema de saneamento com prestação de serviço regionalizada. Assim, empresas não podem fornecer serviço apenas para os municípios de interesse delas, que gerem lucro. A prestação regionalizada inclui municípios mais e menos atraentes e não necessariamente contíguos em um mesmo território de prestação.

A nova legislação também deve contribuir para a revitalização de bacias hidrográficas, fortalecimento do papel regulatório da Agência Nacional de Águas e alocação de recursos públicos federais e os financiamentos com recursos da União.

5 comentários
  1. Antonio Carlos Neves
    Antonio Carlos Neves

    Pensar que o cacique do Amapá, pernambucano e inutil senador por esse Estado, sabendo que sua capital Macapá é a pior entre 100 cidades brasileiras em saneamento básico, VOTOU CONTRA o MARCO LETAL DO SANEAMENTO, assim como contra todas as reformas, inclusive a MP871 de combate às fraudes da previdência que nos economizara R$ 200 bi em 10 anos. Essa figura foi vice presidente da CPI DO CANGAÇO e parece ser o despachante preferido do STF, pois judicializa tudo que perde e a turminha de togados aceita.

    1. Antonio Carlos Neves
      Antonio Carlos Neves

      Precisa dizer que o nome dele é RANDOLFE RODRIGUES?

  2. Julio José Pinto Eira Velha
    Julio José Pinto Eira Velha

    Se este governo perdurar, o Brasil vai se tornar um país descente, mas se a desgraça voltar, vai ser um caos total, que Deus nos ampare.

  3. Mario DP
    Mario DP

    Infelizmente, tratam-se de obras pouco quistas pelos políticos, justamente pela “invisibilidade” política do feito, sempre foi relegada ao segundo plano. Parabéns ao atual Governo, em especial pela política de desburocratização e abertura de mercado!

  4. Jota Dabliu
    Jota Dabliu

    Graças aos esforços do Salles, este sim, sempre ajudando.

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