Uma semana depois de receber a mais alta honraria do Ministério da Educação (MEC), a primeira-dama Janja da Silva viralizou, mais uma vez, graças a um erro de português. Enquanto dava uma entrevista ao vivo para a emissora CNN Brasil na 30ª edição da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), ela disse “somos atoras”, em vez de “atrizes”, enquanto defendia a presença de mulheres no centro do debate climático.
“Tenho trabalhado muito para colocar as mulheres na centralidade da agenda climática”, disse Janja, que participa da COP30 como enviada especial para mulheres. “Mais do que participantes, nós somos atoras principais da mudança climática.”
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Outros tropeços gramaticais de Janja
Esta não é a primeira vez que a primeira-dama viraliza por erros como esse. Em 2024, durante viagem a Nova York, Janja gravou um vídeo no Central Park em que pede ajuda no combate à fome. Na ocasião, a mulher do presidente Luiz Inácio Lula da Silva usou o termo “cidadões globais” — o plural correto de cidadão é “cidadãos”.
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Ainda em 2024, a primeira-dama brasileira virou notícia novamente após dizer “abrido” durante evento na Universidade Columbia, também em Nova York. Durante seu discurso, ela afirmou: “Eu sempre falo que a gente tinha trilhado um caminho, tinha abrido aquele caminho”. Neste caso, o correto seria o particípio do verbo abrir, “aberto”.
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O histórico de gafes da mulher de Lula rendeu críticas e piadas nas redes sociais. O deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) lembrou da recente honraria concedida pelo MEC.
“A prova disso é o Ministério da Educação conceder sua maior honraria a Janja — alguém marcada por gafes e erros toscos de português”, afirmou Jordy, em postagem na rede social X. “No fim das contas, ela acaba sendo o próprio retrato da educação no país.”
Ao interagir com a postagem do deputado, o internauta Robinson Willer lembrou que o Partido dos Trabalhadores (PT) esteve à frente das políticas públicas do país para a educação na maior parte do tempo desde o início dos anos 2000.
“Mostra o baixo nível da educação brasileira deixado pelo legado de Lula e do PT”, criticou Willer. “Vale lembrar que, de 2003 a 2025, foi o PT quem esteve à frente maior tempo, construindo o desastre educacional que vemos hoje.”
Leia também: “A antiprimeira-dama”, reportagem de Rachel Díaz publicada na Edição 244 da Revista Oeste









































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