Lava Jato prende empresário e ex-deputado por fraude em hospital de campanha no RJ

Paulo Melo e Mário Peixoto estariam participando em esquemas de corrupção na montagem de hospitais de campanha para o tratamento do coronavírus no Estado do Rio de Janeiro.
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Paulo Melo e Mário Peixoto são acusados de “lavagem de capital, organização criminosa, corrupção, peculato e evasão de divisas”

Polícia Federal
Polícia Federal | Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL
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Nesta manhã em mais uma fase da Lava Jato no Rio de Janeiro, a Polícia Federal prendeu o ex-presidente da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro Paulo Melo, o empresário Mário Peixoto e mais três pessoas.

A operação, chamada de “Favorito” pela PF, surgiu por indícios que Melo e Peixoto, que já foram sócios, estariam participando em esquemas de corrupção na montagem de hospitais de campanha para o tratamento do coronavírus no Estado do Rio de Janeiro.

De acordo com a PF: “Surgiram provas de que a Organização criminosa persiste nas práticas delituosas, inclusive se valendo da situação de calamidade ocasionada pela pandemia do Coronavírus, que autoriza contratações emergenciais e sem licitação, para obter contratos milionários de forma ilícita com o Poder Público, além de atuar para destruição de provas”.

Confira na última edição de Oeste sobre o “Covidão”, e o desperdício de recursos públicos em meio à pandemia do coronavírus.

Ao todo, 120 polícias federais e auditores da Receita Federal cumpriram 42 mandados de busca e apreensão e 5 de prisão preventivas no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Os mandatos foram expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Criminal Federal do Rio de Janeiro, que viu indícios da prática de “crimes de lavagem de capital, organização criminosa, corrupção, peculato e evasão de divisas”, como informa a Polícia Federal.

Paulo Melo já havia sido preso duas vezes antes em operações da Lava Jato. Mário Peixoto foi preso em sua casa em Angra dos Reis, de acordo com o G1.

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