publicidade
Política

Lewandowski foi 'pior ministro da Justiça da história do Brasil', diz vice de Tarcísio

O governador interino de São Paulo, Felicio Ramuth, destacou a PEC da Segurança Pública como principal feito negativo do ex-ministro

Felicio Ramuth disse que é preciso ter muito cuidado ao afirmar que a cracolândia acabou | Foto: Reprodução/Flickr/Governo do Estado de São Paulo
Felicio Ramuth, vice-governador de São Paulo | Foto: Reprodução/Flickr/Governo do Estado de São Paulo

O governador interino de São Paulo, Felicio Ramuth (PSD), classificou Ricardo Lewandowski, que deixa o Ministério da Justiça nesta sexta-feira, 9, como o pior titular da pasta já visto no país. A gestão apenas “corrobora com o desgoverno do atual presidente Lula”, afirmou o vice de Tarcísio de Freitas.

“Com todo respeito à história e ao passado do ministro Lewandowski, deixa o Ministério da Justiça o pior ministro da justiça da história do Brasil”, declarou Ramuth. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

Receba nossas atualizações

+ Leia mais notícias de Política em Oeste

Ao longo da gestão, Lewandowski apresentou “uma PEC da Segurança Pública inócua e que também tirava a autonomia dos Estados”, além de ter proferido “uma frase infeliz de que ‘a polícia prende mal, por isso que a justiça é obrigada a soltar’”. Ramuth citou ainda a publicação de “uma portaria que pode prejudicar alguns Estados”.

Ricardo Lewandowski, ex-ministro do STF e atual ministro da Justiça e Segurança Pública | Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Ricardo Lewandowski, ex-ministro do STF e, agora, ex-ministro da Justiça e Segurança Pública | Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A portaria mencionada pelo governador interino institui o protocolo nacional de reconhecimento de pessoas em procedimentos criminais no âmbito da polícia judiciária. Um de seus dispositivos estabelece que a adesão voluntária e integral à iniciativa será considerada critério técnico para a priorização do repasse de recursos federais do Fundo Nacional de Segurança Pública.

Para Ramuth, a passagem do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) pela pasta “não deixou saudades a ninguém e só corrobora com o desgoverno do atual presidente Lula”.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, durante anúncio do projeto de lei Antifacção. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
O então ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, durante anúncio do projeto de lei Antifacção. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Além de Lewandowski, Ramuth critica ato do governo Lula sobre o 8/1

O governador interino também comentou o ato em memória dos ataques às sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023, marcado pela ausência de representantes do centrão e dos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e do STF, Edson Fachin.

“Em frente a um ato esvaziado, o presidente Lula perdeu a oportunidade de mostrar que poderia ser um estadista”, afirmou Ramuth. “Ao invés de pensar no país, ele optou por agradar a sua militância, seus eleitores mais radicais. Ignorou por completo um projeto desenhado e discutido de forma democrática pelo Congresso Nacional.”

Leia mais sobre:

1 comentário
  1. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    Com sinais claros de esclerose e senilidade avançada esse infeliz despreparado já devia ter saído a muito tempo agora. Aí pra casa esperar o seu fim

Canal Oeste
Nossos colunistas
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Augusto Nunes
Ana Paula Henkel
Guilherme Fiuza
Rodrigo Constantino
Alexandre Garcia
Antonio Cabrera
Eugênio Esber
Eugênio Esber
Evaristo de Miranda
Flávio Gordon
Roberto Motta
Miriam Sanger
Adalberto Piotto
Frank Furedi, da Spiked
Jeffrey A. Tucker.
Theodore Dalrymple
Flavio Morgenstern
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
Background
NEWSLETTER
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
Background
TELEGRAM
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
publicidade
Background
Assine a Revista Oeste
Seja um dos brasileiros que acreditam que o bom jornalismo transforma um país.