O presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou o Ministério dos Transportes a retomar uma área avaliada em cerca de R$ 40 bilhões, atualmente sob posse do Exército. O terreno da antiga rodoferroviária de Brasília tem 4,2 milhões de metros quadrados, o equivalente a quase três vezes o parque Ibirapuera, em São Paulo.
Localizada a nove quilômetros do Congresso Nacional, a área é uma das mais valiosas do Distrito Federal. O terreno é alvo de disputa administrativa e jurídica há mais de um ano entre o Ministério dos Transportes, o Exército e o Governo do Distrito Federal (GDF).
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As informação são do jornal Folha de SPaulo. De acordo com o veículo, Lula conversou sobre o tema em reunião recente com os ministros Renan Filho (Transportes) e Esther Dweck (Gestão e Inovação). No encontro, o presidente autorizou a anulação dos atos que repassaram a área aos militares.
Projeto prevê uso imobiliário para financiar ferrovias
O governo planeja explorar o potencial imobiliário da área para financiar a construção do Veículo Leve sobre Trilhos entre Brasília (DF) e Luziânia (GO). O projeto também prevê a concessão de outros cinco trechos ferroviários de passageiros em diferentes regiões do país.

O plano é leiloar o espaço e vincular a exploração imobiliária à construção das ferrovias. Uma adaptação do modelo internacional de real estate, que combina concessões ferroviárias e desenvolvimento urbano.
O projeto incluiria as linhas Londrina–Maringá (PR), Rio Grande–Pelotas (RS), Fortaleza–Sobral (CE), São Luís–Itapecuru Mirim (MA) e Salvador–Camaçari–Feira de Santana (BA). A disputa envolve também interesses de empreiteiras, já que o valor total do empreendimento pode chegar a R$ 200 bilhões.
Exército contesta versão do governo Lula
O impasse começou quando o Ministério dos Transportes descobriu que o terreno, antes vinculado ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte, foi cedido ao Exército pela Secretaria do Patrimônio da União em 2021. A pasta questionou a legalidade da cessão. Tambémacionou a Advocacia Geral da União e a Controladoria Geral da União para revisar o termo e reverter a posse.
Em nota à Folha, o Exército afirmou que recebeu o terreno em 2006, e não em 2021. Disse também que a área “foi entregue à Força em 2006, por meio de Termo de Entrega e Recebimento firmado com a Secretaria do Patrimônio da União (SPU)”. Segundo os militares, as tratativas com o GDF começaram em 2021, visando à construção de um hospital militar.
Além disso, o Exército informou que o terreno faz parte do “planejamento estratégico” para a nova Escola de Sargentos e para o hospital militar. O termo com a SPU reconhece a ferrovia e garante à Força “a gestão patrimonial do imóvel, inclusive com a possibilidade de alienação”.









































” NOI CONTRO LORO”
A probabilidade de haver corrupção é grande. O petismo tem faro para isso. Quanto aos melancias, merecem o que está ocorrendo, pois são covardes.
É bom para os melancias coverdes aprederem
Carta de um Brigadeiro
Nunca mais se diga que nossas Forças Armadas nunca perderam uma guerra!
Hoje perdemos a maior delas!
Perdemos nossa Coragem!
Perdemos nossa Honra!
Perdemos nossa Lealdade!
Não cumprimos com o nosso Dever!
Perdemos a nossa Pátria!
Eu estou com vergonha de ser militar!
Vergonha de ver que tudo aquilo pelo qual jurei, trabalhei e lutei, foi traído por militares fracos, desleais e covardes, que fugiram do combate, preferindo apoiar quem sempre nos agrediu, sempre nos desrespeitou, sempre nos humilhou e sempre se vangloriou disso, e que ainda brada por aí que não nos quer em sua escolta, por não confiar nos militares das Forças Armadas, e que estas devem ser “colocadas em seu devido lugar”.
Militares que traíram seu próprio povo, que clamou pela nossa ajuda e que não foi atendido, por estarem os militares da ativa preocupados somente com o seu umbigo, e não com o povo a quem juraram proteger!
Fomos reduzidos a pó. Viramos farelo.
Seremos atacados cruelmente e, se reagirmos somente depois disso, estaremos fazendo apenas em causa própria, o que só irá piorar ainda mais as coisas.
Joguem todas as nossas canções no lixo!
A partir de hoje, só representam mentiras!
Como disse Churchill:
“Entre a guerra e a vergonha, escolhemos a vergonha.”
E agora teremos a vergonha e a guerra que se seguirá inevitavelmente.
A guerra seguirá com o povo, com os indígenas, com os caminhoneiros, com o Agronegócio. Todos verão os militares como traidores.
Segmentos militares certamente os apoiarão. Eu inclusive.
Generais não serão mais representantes de suas tropas.
Perderão o respeito dos honestos.
As tropas se insubordinarão, e com toda razão.
Os generais pagarão caro por essa deslealdade.
Esconderam sua covardia, dizendo não ter havido fraude nas urnas.
Oras! O Exército é que não conseguiu identificar a fraude!
Mas outros, civis, conseguiram!
A vaidade prevaleceu no Exército e no seu Centro de Guerra Cibernética. Não foram, mais uma vez, humildes o suficiente para reconhecer suas falhas. Prevaleceu o marketing e a defesa de sua imagem. Perderam, Manés!
E o que dizer da parcialidade escancarada do TSE e do STF, que além de privilegiarem um candidato, acabam por prender inconstitucionalmente políticos, jornalistas, indígenas, humoristas e mesmo pessoas comuns, simplesmente por apoiar temas de direita, sem sequer lhes informar o crime cometido ou oportunidade de defesa? Isso não conta? Isso não aconteceu?
E a intromissão em assuntos do Executivo e do Legislativo?
Isso também não aconteceu?
Onde está a defesa dos poderes constitucionais?
Onde estão aqueles que bradaram que não bateriam continência a um ladrão?
Será que os generais são incapazes de enxergar que, validando esta eleição, mesmo com o descumprimento de ordem de entrega dos códigos-fonte, valida-se também esse mesmo método, não só para todas as próximas eleições, para o que quer que seja, perpetuando a bandidagem no poder, assim como corrompendo futuros plebiscitos e decisões populares para aprovar/reprovar qualquer grande projeto de interesse da criminalidade?
NÃO HAVERÁ MAIS ELEIÇÕES HONESTAS!
A bandidagem governará impune, e as Forças Armadas, assim como já ocorre com a Polícia Federal, serão vistas como cães de guarda que asseguram o governo ditatorial.
O povo nunca perdoou os traidores nem os burros.
Não vai ser agora que irão.
Ah, sim, generais:
Entrarão para a História!
Pela mesma porta que entrou Calabar.
QUE VERGONHA!
Assina:
Brigadeiro Eduardo Serra Negra Camerini
Este porcaria dá a impressão que quer um confronto com alguém, afim de se exibir para a população, como o senhor resolve tudo.
Os três neurônios desta pobre figura, com certeza, está cada vez mais deteriorados.
Pelo valor do terreno, todo cuidado é pouco, trambique a vista….