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Política

Lula escolhe novo ministro para o Superior Tribunal Militar

Se aprovado pelo Senado, Guido Amin Alves vai substituir Lúcio Mário de Barros Góes, que deixará cargo em dezembro

Indicado por Lula, Guido Amin Alves tem 62 anos | Foto: Divulgação/Ministério da Defesa
Indicado por Lula, Guido Amin Alves tem 62 anos | Foto: Divulgação/Ministério da Defesa

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva escolheu o general do Exército Guido Amin Alves, de 62 anos, para o cargo de ministro do Superior Tribunal Militar (STM). O encaminhamento da indicação ao Senado consta na edição do Diário Oficial da União (DOU) da última segunda-feira, 4. 

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Natural de Franca, em São Paulo, Guido é o atual comandante militar do Sudeste. Se a indicação de seu nome for aprovada pelos senadores, ele vai substituir Lúcio Mário de Barros Góes, de 75 anos, que deixará o cargo em 23 de dezembro, por aposentadoria compulsória. Góes compõe a Corte Militar desde dezembro de 2012. 

Lula deve indicar outro nome além de Guido para o STM
O presidente da República deve ainda indicar outro nome para o STM, dessa vez de um civil | Foto: Reprodução/EBC

Lula indicou um dos 15 ministros do STM

O Superior Tribunal Militar é composto de 15 ministros, entre oficiais-generais das Forças Armadas e civis, indicados pelo presidente da República. A Corte é a última instância de julgamento para casos de competência militar e fica responsável por julgar os crimes militares previstos no Código Penal Militar (CPM).

Ainda resta uma vaga a ser preenchida no STM, dessa vez por um civil. Lula deve fazer a indicação nos próximos meses. 

Leia também: “Presidente do Supremo Tribunal Militar diz que não existe comunismo no Brasil”.

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4 comentários
  1. OTNIP M. IAVI
    OTNIP M. IAVI

    Carta de um Brigadeiro
    Nunca mais se diga que nossas Forças Armadas nunca perderam uma guerra!
    Hoje perdemos a maior delas!
    Perdemos nossa Coragem!
    Perdemos nossa Honra!
    Perdemos nossa Lealdade!
    Não cumprimos com o nosso Dever!
    Perdemos a nossa Pátria!
    Eu estou com vergonha de ser militar!
    Vergonha de ver que tudo aquilo pelo qual jurei, trabalhei e lutei, foi traído por militares fracos, desleais e covardes, que fugiram do combate, preferindo apoiar quem sempre nos agrediu, sempre nos desrespeitou, sempre nos humilhou e sempre se vangloriou disso, e que ainda brada por aí que não nos quer em sua escolta, por não confiar nos militares das Forças Armadas, e que estas devem ser “colocadas em seu devido lugar”.
    Militares que traíram seu próprio povo, que clamou pela nossa ajuda e que não foi atendido, por estarem os militares da ativa preocupados somente com o seu umbigo, e não com o povo a quem juraram proteger!
    Fomos reduzidos a pó. Viramos farelo.
    Seremos atacados cruelmente e, se reagirmos somente depois disso, estaremos fazendo apenas em causa própria, o que só irá piorar ainda mais as coisas.
    Joguem todas as nossas canções no lixo!
    A partir de hoje, só representam mentiras!
    Como disse Churchill:
    “Entre a guerra e a vergonha, escolhemos a vergonha.”
    E agora teremos a vergonha e a guerra que se seguirá inevitavelmente.
    A guerra seguirá com o povo, com os indígenas, com os caminhoneiros, com o Agronegócio. Todos verão os militares como traidores.
    Segmentos militares certamente os apoiarão. Eu inclusive.
    Generais não serão mais representantes de suas tropas.
    Perderão o respeito dos honestos.
    As tropas se insubordinarão, e com toda razão.
    Os generais pagarão caro por essa deslealdade.
    Esconderam sua covardia, dizendo não ter havido fraude nas urnas.
    Oras! O Exército é que não conseguiu identificar a fraude!
    Mas outros, civis, conseguiram!
    A vaidade prevaleceu no Exército e no seu Centro de Guerra Cibernética. Não foram, mais uma vez, humildes o suficiente para reconhecer suas falhas. Prevaleceu o marketing e a defesa de sua imagem. Perderam, Manés!
    E o que dizer da parcialidade escancarada do TSE e do STF, que além de privilegiarem um candidato, acabam por prender inconstitucionalmente políticos, jornalistas, indígenas, humoristas e mesmo pessoas comuns, simplesmente por apoiar temas de direita, sem sequer lhes informar o crime cometido ou oportunidade de defesa? Isso não conta? Isso não aconteceu?
    E a intromissão em assuntos do Executivo e do Legislativo?
    Isso também não aconteceu?
    Onde está a defesa dos poderes constitucionais?
    Onde estão aqueles que bradaram que não bateriam continência a um ladrão?
    Será que os generais são incapazes de enxergar que, validando esta eleição, mesmo com o descumprimento de ordem de entrega dos códigos-fonte, valida-se também esse mesmo método, não só para todas as próximas eleições, para o que quer que seja, perpetuando a bandidagem no poder, assim como corrompendo futuros plebiscitos e decisões populares para aprovar/reprovar qualquer grande projeto de interesse da criminalidade?
    NÃO HAVERÁ MAIS ELEIÇÕES HONESTAS!
    A bandidagem governará impune, e as Forças Armadas, assim como já ocorre com a Polícia Federal, serão vistas como cães de guarda que asseguram o governo ditatorial.
    O povo nunca perdoou os traidores nem os burros.
    Não vai ser agora que irão.
    Ah, sim, generais:
    Entrarão para a História!
    Pela mesma porta que entrou Calabar.
    QUE VERGONHA!
    Assina:
    Brigadeiro Eduardo Serra Negra Camerini

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