Maia dispara contra Moro: ‘Extrema direita’

Ex-ministro da Justiça e Segurança Pública se encontrou com o apresentador Luciano Huck
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Ex-ministro da Justiça e Segurança Pública se encontrou com o apresentador Luciano Huck

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O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), também negocia com Moro
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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), descartou qualquer chance de apoiar o ex-ministro Sergio Moro para a Presidência da República em 2022.  “É zero”, enfatizou, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo. “Não posso apoiar uma chapa integrada por alguém de extrema direita”, acrescentou ele. A fala de Maia veio depois de revelado um encontro entre Moro e o apresentador Luciano Huck, em Curitiba, no dia 30 de outubro — ambos articulam-se para concorrer ao Palácio do Planalto. “Moro já defendeu ideias e divide a parte do eleitorado de extrema direita com Bolsonaro. Por isso ele cai nas pesquisas quando disputa com o presidente”, concluiu Maia. Ventila-se nos bastidores a possibilidade de o DEM apoiar o que chamam de “candidatura de centro”. O governador João Doria (PSDB-SP) também negocia com Moro.

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Leia também: “DEM prefere Huck a Doria no Planalto, afirma Maia”

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11 comentários Ver comentários

  1. A bem da verdade, no Brasil, não existe nenhum partido de extrema-direita. Do ponto de vista de suas respectivas organicidades, só existiriam o PL e o PSL como partidos de direita por incorporarem aos seus nomes o liberalismo econômico. O resto são os partidos do Centrão e da Velha Política (partidos de centro, de centro-direita e de centro-esquerda) e os da esquerda e da extrema-esquerda (os quais todos já conhecem). Um partido brasileiro de extrema-direita só vai existir de fato quando ele romper, de forma expressa, com o capitalismo de compadrio (no campo econômico) e com a política do toma lá dá cá (no campo político). Lamentavelmente, essas considerações são de conhecimento de poucas pessoas no país.

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