O escritório de advocacia ligado ao ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski recebeu valores expressivos do Banco Master, mesmo sem atuação registrada em processos que envolvessem a instituição. O contrato, firmado por R$ 250 mil mensais, permaneceu vigente até setembro de 2025, período que abrange parte do tempo em que Lewandowski exerceu o cargo no governo Lula.
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Formalizado em nome da Lewandowski Advocacia, cujo registro é da esposa, Yara de Abreu Lewandowski, e do filho Enrique de Abreu Lewandowski, o acordo não resultou na atuação de nenhum dos dois em causas relacionadas ao banqueiro Daniel Vorcaro ou suas empresas. Lewandowski confirmou, em nota, que o vínculo era para consultoria jurídica, sem representação do Master perante órgãos do Executivo.
Atuação dos Lewandowski e detalhes do contrato com o Master
Durante o período de vigência, apenas uma reunião de Enrique Lewandowski com autoridades públicas foi registrada, em 29 de maio de 2024, na Advocacia-Geral da União (AGU), para tratar de tema referente a seguros habitacionais no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O Banco Master não foi citado nos registros desse encontro.
Yara Lewandowski é inscrita na OAB de São Paulo e do Distrito Federal, mas atua exclusivamente em processos cíveis, sem registro de ações no Supremo Tribunal Federal (STF). Já Enrique tem participação mais ativa na advocacia, integrando outro escritório em São Paulo e defendendo grandes empresas, como Ducoco e Integralmédica, que possuem processos no STF, mas não têm ligação com o Master.
O contrato com o Master foi assinado em 28 de agosto de 2023, e os pagamentos continuaram até setembro de 2025, período em que Lewandowski já estava havia 21 meses no Ministério da Justiça, cargo assumido em janeiro de 2024, depois da indicação de Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado.
Repercussão política e justificativas
Depois que as relações entre Lewandowski, Vorcaro e Jaques Wagner vieram à tona, deputados da base governista iniciaram a coleta de assinaturas para instalar uma CPI do Master, buscando manter controle sobre possíveis investigações. O movimento ocorre depois da pressão sobre o governo Lula para revisar sua estratégia diante do caso.
Por meio da assessoria, Enrique Lewandowski explicou que sua função era consultiva, sem envolvimento com casos específicos. “O trabalho consistia de reuniões presenciais uma ou duas vezes por mês na sede do Master e de interlocução com o então diretor jurídico do banco, Luiz Rennó”, afirmou.
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Esse aí com toda essa pose não passa de um rato.
Impressionante como não escapa ninguém ligado ao PT!
A realidade é o seguinte “ desde Lula até o vereador com menos votos eleito no Brasil da esquerda mais os autos escalões do judiciário (STF e até primeira instância) , que fazem parte do sistema , estão cientes que são chamados dos mais baixos adjetivos mas ignoram e riem de nós , para eles o que importa é a corrupção que entra nos seus bolsos, por ora nada amedronta esses canalhas.
É uma podridão após a outra. Não escapa um!
Esse Brasil é de gente sem CARÁTER sim. Porque quem teve uma criação decente, com boas maneiras, educação e princípios não se sujeita a esse tipo.
Mas a hora é agora, vamos mudar em outubro. Será? Ou será o mesmo de sempre.
Acorda, Brasil!
Este desclassificado, Lewandowski, e mais uns que estão na ativa, estariam em cana, se fôssemos um país minimamente sério.
O país se transformou em um prostíbulo a céu aberto….
Alguém apresente uma ação a partir desse fracassado que tenha sido favorável a nação !
Mais um juíz ladrao
Sempre foi um corrupto atuando na corte
O meu cachorro está indignado com o tamanho da lavanderia que se instalou no Brasil