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Política

Ministério da Saúde não entrega lotes, e São Paulo fica sem vacina para 2ª dose contra catapora 

Órgão federal responsável pelo abastecimento do SUS informa que laboratório responsável enfrenta problemas técnicos 

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Cidade de São Paulo enfrenta problema com a vacina contra catapora desde o início do anoDecisão judicial determina o pagamento de R$ 70 mil por danos morais e o reembolso de R$ 799 relativos aos custos de internação da criançaDecisão judicial determina o pagamento de R$ 70 mil por danos morais e o reembolso de R$ 799 relativos aos custos de internação da criançaDecisão judicial determina o pagamento de R$ 70 mil por danos morais e o reembolso de R$ 799 relativos aos custos de internação da criança | Foto: Divulgação/MS

A cidade de São Paulo está sem imunizante suficiente para vacinar a população completamente contra a catapora. Isso porque o Ministério da Saúde, responsável pelo abastecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), não enviou a quantidade suficiente para a segunda dose, de acordo com a Secretaria Municipal da Saúde. 

Quem realiza a compra total das vacinas é o órgão federal. Depois, ele repassa proporcionalmente para as federações, que, consequentemente, distribuem aos municípios. O ministério afirma que o laboratório responsável pela produção do imunizante enfrenta problemas técnicos. 

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Duas doses compõem o esquema vacinal. A primeira, aplicada aos 15 meses, é tetraviral e combate sarampo, caxumba, rubéola e, atenuadamente, a catapora (varicela). Já a segunda, que deve ser dada aos 4 anos, é a vacina completa contra catapora. 

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Com a falta da vacina completa contra a catapora, a cidade de São Paulo está disponibilizando o imunizante de forma parcial e gradual. 

Ministério da Saúde reduziu o abastecimento da vacina desde o início de 2024

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Em fevereiro, o governo do Estado de São Paulo solicitou 230 mil doses ao Ministério da Saúde, mas recebeu 46 mil | Foto: Reprodução/GovSP

O desabastecimento da vacina contra a catapora é um problema que o Ministério da Saúde enfrenta desde o início de 2024. Em fevereiro, o órgão teve de realizar uma compra emergencial de um laboratório internacional. No mesmo mês, o Estado de São Paulo recebeu apenas 46 mil doses, quando solicitou 230 mil. 

Em março, abril e maio, o governo paulista solicitou mais 690 mil doses. Contudo, o governo federal enviou 78 mil vacinas no mesmo período. 

Leia também: “Coveiros afinados (2)”, artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 221 da Revista Oeste

Em nota, o Ministério da Saúde informou o problema com o laboratório nacional e que faz compras emergenciais com outras empresas brasileiras e internacionais.

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2 comentários
  1. Paulo
    Paulo

    Passa o dia fazendo politicagem, não tem tempo para pequenos detalhes como dengue, vacinas…

  2. Reinaldo Martinazzo
    Reinaldo Martinazzo

    Mais uma injustiça com a dona Nísia.
    Desta vez o culpado é o Laboratório

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