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Política

Motta, sobre o IOF: ‘Precisamos de uma solução sem aumento de alíquota’

Em meio à tensão sobre o aumento do imposto, o presidente da Câmara destaca a necessidade de diálogo e cautela

Hugo Motta
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) | Foto: Sarah Peres/Revista Oeste

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), falou sobre os recentes desdobramentos sobre o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), em meio à decisão do Congresso de derrubar o aumento do imposto imposto pelo governo e à audiência de conciliação agendada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para a próxima semana. 

Ao voltar de uma reunião com integrantes do governo Lula, Motta afirmou que as negociações sobre o IOF seguem sem uma solução definitiva. Ele destacou que a audiência será um momento crucial para avançar nas discussões, mas ressaltou a importância de que todos os envolvidos, tanto Executivo quanto Legislativo, adotem uma postura madura para encontrar uma solução.

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“Nós temos feito sempre um debate em que leva em consideração, sim, a busca por uma solução para as contas, 2025 e 2026, porém sendo extremamente preciso naquilo que, para nós, é importante, que é buscarmos resolver essa situação sem termos aumento de alíquota”, afirmou Motta.

Motta afirma que Executivo deve colaborar com a discussão do IOF

Motta reforçou que, embora o Congresso esteja disposto a colaborar, é responsabilidade do Executivo propor as soluções fiscais necessárias: “O Congresso sugere, o Congresso colabora, mas é preciso que o Poder Executivo também esteja alinhado a essas medidas, já que estamos tratando de um problema fiscal do país.” 

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O presidente da Câmara alertou para a importância de que as decisões sejam tomadas com cautela, evitando especulações e garantindo que os acordos sejam públicos apenas quando conclusivos.

“Para que se tenha êxito nessa negociação, nós temos que, nesse momento, cada um com a sua responsabilidade discutir internamente, para que ao final seja publicizado aquilo que realmente for fruto desse acordo”, analisou.

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2 comentários
  1. Osmar Martins Silvestre
    Osmar Martins Silvestre

    O que o mottinha tem que fazer é se inteirar do que o ministro supremo quer que ele faça e cumprir as ordens ou a missão, como queiram. O nobre mottinha não tem que dar palpites para a imprensa, tem apenas que saber o que deve fazer. Uma vez cumprida a missão, tem apenas que declarar: “missão dada, missão cumprida”. O resto é papo furado.

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