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Mudanças nas Forças Armadas: mais uma teoria da conspiração

Mudanças na cúpula do Exército e Aeronáutica alimentaram teorias conspiratórias de toda ordem. Mas alterações fazem parte da rotina da caserna

Mudanças na cúpula do Exército e Aeronáutica alimentaram teorias conspiratórias de toda ordem. Mas alterações fazem parte da rotina da caserna

Uma série de transferências e nomeações de oficiais do Exército e Aeronáutica, publicadas nesta quinta-feira, 26, no Diário Oficial da União, suscitou uma avalanche de teorias conspiratórias envolvendo o presidente da República, Jair Bolsonaro e as Forças Armadas.

Especulou-se um pouco de tudo. Bolsonaro planeja um golpe militar? Seria um novo alinhamento entre governo e militares? Havia um descontentamento do presidente com a atual cúpula do Exército?

Nada disso. Tudo teoria conspiratória. Três membros das Forças Armadas esclareceram que essas mudanças são absolutamente normais. Elas ocorrem sempre quando os generais de alta patente chegam à reserva ou simplesmente assumem outros cargos no governo federal. Um exemplo: o General Geraldo Antônio Miotto, ex-Comandante Militar do Sul, servia às Forças Armadas desde 1972. Miotto é homem de confiança do presidente Bolsonaro e chegou a ser sondado para assumir a Casa Civil, no início do ano.

E antes que levantem outras teorias conspiratórias, devem ocorrer novas mudanças ainda este ano: em julho e novembro. Esse tipo de mudança é regulamentada pela lei 5.821 de 1972. Em resumo: nada de crise.

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