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Política

Na ONU, Damares defende a vida e a liberdade

Ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos afirmou que o governo Bolsonaro sempre promoveu e defendeu a paz

Ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves
Ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves | Foto: Violaine Martin/UN Photo

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, discursou nesta segunda-feira, 28, na sessão anual do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, na Suíça.

Ela fez uma espécie de balanço da sua gestão e afirmou que o Brasil tem compromisso com os mais altos padrões de direitos humanos, com a democracia e o pleno funcionamento do Estado de Direito.

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“O governo Bolsonaro sempre promoveu e defendeu a paz”, disse Damares no início do discurso. “Também defendemos a liberdade e a vida, desde a concepção, como os direitos mais fundamentais do ser humano.”

Damares lembrou ainda que o Brasil e outros 36 países são signatários do chamado Consenso de Genebra, documento em que nações se manifestam em favor da saúde reprodutiva da mulher, mas contrário à adoção de leis internacionais sobre aborto.

A ministra destacou os investimentos do governo federal direcionados para a área social e destacou as ações de enfrentamento da covid-19.

Ela enfatizou que 380 milhões doses da vacina já foram distribuídas no país e destacou os altos índices de vacinação dos povos indígenas, com cerca de 85% dessa população já imunizada.

“O presidente Bolsonaro está realizando o maior programa de regularização fundiária da história do Brasil”, disse. “Mais de 300 mil títulos de propriedade de imóveis rurais já foram entregues em três anos.”

Damares ressalta avanços sociais

A ministra destacou quedas nos índices de mortes violentas de crianças e adolescentes, que, segundo o mais recente relatório do Data SUS, caíram cerca de 40% no biênio 2019-2021, no comparativo com o biênio anterior.

Damares também celebrou a redução de 18% nos registros de gravidez na adolescência, que, de acordo com o ministério, devem cair ainda mais, com a recente implementação do Plano Nacional de Prevenção Primária do Risco Sexual Precoce e Gravidez de Adolescentes.

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