O Brasil não derrubou o PT para contemporizar com esquerdistas

É o que argumenta Rodrigo Constantino, em artigo publicado na Edição 56 da Revista Oeste
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Conservadores não têm de contemporizar com esquerdistas
Conservadores não têm de contemporizar com esquerdistas | Foto: Reprodução/Mídias Sociais

Em artigo publicado na Edição 56 da Revista Oeste, o colunista Rodrigo Constantino argumenta que o Brasil não derrubou o PT, com o impeachment de Dilma Rousseff, para buscar suposta paz com agentes políticos que querem trazer a esquerda de volta ao poder.

Leia um trecho

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“Não derrotamos o PT, com o impeachment de Dilma interrompendo o destino venezuelano em nosso país, para contemporizar com tucanos esquerdistas que se mostram pusilânimes com o PT. Não fomos às ruas contra a roubalheira e o Foro de SP para permitir a volta daqueles que passam pano para Lula. Não desafiamos a grande imprensa manipuladora para aceitar um presidente conivente que paga a essa mídia corrompida para não receber críticas duras. A direita, com a vitória de Bolsonaro em 2018, descobriu que é possível enfrentar a esquerda, o ‘sistema’. Sabe que Bolsonaro está bem longe da perfeição, e muitos se decepcionaram no caminho, em parte com razão. Mas o ponto aqui é outro: é não ter um Plano B, não buscar a ‘paz’ com esse mecanismo por meio de concessões indevidas que tragam de volta ao poder a esquerda derrotada.

Nesses pouco mais de dois anos de governo, muitas máscaras caíram. O grau de oportunismo de certos ‘liberais’ na pandemia foi digno de um Psol ou PT da vida. Políticos ‘novos’ se mostraram bem velhos nas táticas demagógicas, indicando que o laranja talvez seja só um vermelho desbotado. Contra a polarização entre Lula e Bolsonaro, tucanos — assumidos ou enrustidos — tentam se vender como o centro moderado ou mesmo a direita, e isso seria um Plano B inaceitável para quem realmente acredita nos valores liberais clássicos ou conservadores.”

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Revista Oeste

A Edição 56 da Revista Oeste vai além da coluna de Rodrigo Constantino sobre os problemas de os conservadores contemporizarem com agentes da esquerda brasileira. A publicação digital conta com reportagens especiais e artigos de J. R. Guzzo, Augusto Nunes, Silvio Navarro, Ana Paula Henkel, Guilherme Fiuza, Dagomir Marquezi, Gabriel de Arruda Castro e Ella Whelan.

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