Sem Plano B

O enfrentamento é a única saída digna, já que o outro lado escolheu a guerra suja

Muita gente, inclusive consultores de empresas, acha fundamental termos um Plano B quando definimos nossas metas e objetivos, uma rota alternativa para o caso de falhas no plano original. Intuitivamente faz todo sentido, já que nunca podemos ter garantias de sucesso em nossos alvos prioritários. Mas Dan Crenshaw discorda. O congressista, que é ex-Navy SEAL, dedica um dos capítulos de seu livro Fortitude para defender a tese de que não devemos ter nenhum Plano B, pois ele serve apenas para desviar o foco e fornecer na largada uma contemporização com a mediocridade.

Crenshaw tem “lugar de fala” sobre o assunto. Afinal, quem conhece um pouco do que é necessário para se tornar um SEAL sabe que qualquer Plano B seria fatal, uma tentação irresistível em meio a tanto sofrimento e privação, especialmente durante a fase “infernal” do treinamento. Fome, sono, muito frio, desgaste físico intenso, riscos constantes, e tudo isso com o instrutor provocando e tornando mais fácil a desistência, colocando o sino que precisa ser tocado ao alcance do militar esgotado. Quem quer que tenha um Plano B vai sucumbir nesse momento, e é para filtrar aqueles mais apaixonados, convictos e resistentes que existe tal processo mesmo.

“Resistir à tentação de aceitar o Plano B é mais do que simplesmente não desistir. É também se recusar a se envolver em comportamentos ruins, improdutivos e imorais, mesmo quando pareçam sem importância”, escreve. É um compromisso quase “fanático” com seus valores e princípios, com seus objetivos elevados na vida, de se tornar um vencedor em todos os sentidos, uma pessoa melhor.

Não ter uma rota de fuga, portanto, é “a recusa em cortar atalhos naquele relatório para seu chefe, entregar uma redação que atenda apenas ao mínimo dos padrões ou mentir para um amigo ou cônjuge”. Seria, enfim, a intransigência com o caminho mais fácil, e medíocre. Para o republicano, é esse compromisso com a excelência que marca a trajetória dos Estados Unidos, e que anda tão ameaçado. Ele desenvolve seu ponto:

A América teve sucesso porque o plano de backup nunca foi uma opção. Somos uma nação única na história mundial, construída com um propósito e não com a geografia ou a etnia. Os Estados Unidos existem por causa de uma proposição sobre a natureza da humanidade — que nossa natureza não deve ser moldada à força pelo governo, mas que o governo existe para proteger nossos direitos inalienáveis. Em troca, esperamos que nossos cidadãos vivam com obediência, moral e responsabilidade.

Para Crenshaw, esse propósito foi crucial em momentos-chave da existência da nação. Ele cita um exemplo que poderia ter mudado tudo lá atrás, quando uma comissão britânica fez uma oferta generosa ao Congresso Continental em junho de 1778: “Paz. Comércio. Consentimento americano para quaisquer forças britânicas na América. Ajuda britânica para dívidas públicas americanas. Autogoverno americano completo sob a Coroa. Representação americana no Parlamento”.

Como, então, recusar? “Os britânicos, em suma, ofereceram aos norte-americanos uma lista de desejos de concessões além dos sonhos mais loucos de qualquer radical revolucionário antes de 4 de julho de 1776. Mas isso foi depois de 4 de julho de 1776. A América não estava lutando por um bom negócio dentro do Império Britânico agora. A América estava lutando para ser livre. A América tinha seu propósito. A América não tinha plano B.”

Para a América, a partir daquele momento, seria independência total ou nada. Contra o império mais poderoso do mundo, que por acaso também estava ocupando a capital norte-americana naquele momento, eles disseram não. “Nosso objetivo era independência e liberdade, e isso não era negociável”, conclui o autor.

Não podemos pagar resgate aos sequestradores

Penso nisso quando vejo tanta gente enaltecendo o “pragmatismo”, sempre significando ceder ao errado em prol da simples sobrevivência. A ditadura comunista chinesa abusa do nosso país, intrometendo-se até em assuntos parlamentares? Não vamos criticar, pois se trata do nosso maior parceiro comercial. O Supremo Tribunal Federal rasga a Constituição, persegue críticos e prende até deputado com imunidade parlamentar? Não vamos falar nada, pois é preciso ser pragmático. No Brasil, o mais comum é pular direto para o Plano C, num tom derrotista de quem cai no fatalismo de acreditar que nunca poderemos de fato mudar.

Não derrotamos o PT, com o impeachment de Dilma interrompendo o destino venezuelano em nosso país, para contemporizar com tucanos esquerdistas que se mostram pusilânimes com o PT. Não fomos às ruas contra a roubalheira e o Foro de SP para permitir a volta daqueles que passam pano para Lula. Não desafiamos a grande imprensa manipuladora para aceitar um presidente conivente que paga a essa mídia corrompida para não receber críticas duras. A direita, com a vitória de Bolsonaro em 2018, descobriu que é possível enfrentar a esquerda, o “sistema”. Sabe que Bolsonaro está bem longe da perfeição, e muitos se decepcionaram no caminho, em parte com razão. Mas o ponto aqui é outro: é não ter um Plano B, não buscar a “paz” com esse mecanismo por meio de concessões indevidas que tragam de volta ao poder a esquerda derrotada.

Nesses pouco mais de dois anos de governo, muitas máscaras caíram. O grau de oportunismo de certos “liberais” na pandemia foi digno de um Psol ou PT da vida. Políticos “novos” se mostraram bem velhos nas táticas demagógicas, indicando que o laranja talvez seja só um vermelho desbotado. Contra a polarização entre Lula e Bolsonaro, tucanos — assumidos ou enrustidos — tentam se vender como o centro moderado ou mesmo a direita, e isso seria um Plano B inaceitável para quem realmente acredita nos valores liberais clássicos ou conservadores.

O ambiente no Brasil está carregado, o clima é tenso, o próprio presidente falou que o país “está na iminência de virar um barril de pólvora”. Estamos todos esgotados mesmo. Com essa mídia abutre, esse STF arbitrário, essa oposição irresponsável, esse “sistema” apodrecido, podemos até concluir que a corda só não arrebentou ainda porque o brasileiro deve mesmo ser o pacato cidadão daquela música. Queremos alguma paz, sem dúvida. Mas a que preço? Não pode ser ao custo de pagar um resgate aos sequestradores, pois isso seria a pá de cal em toda esperança de mudar para valer o país.

A direita não tem Plano B. O enfrentamento é a única saída digna, já que o outro lado escolheu a guerra suja. “Entre a desonra e a guerra, escolheram a desonra e terão a guerra”, disse de forma profética Winston Churchill sobre o acordo com os nazistas. A esquerda não soube perder, não aceita a escolha de quase 58 milhões de brasileiros nas urnas. A postura é golpista, os rótulos depreciativos demonizam qualquer um que enxerga virtudes no atual governo, e isso não pode ser tolerado. Negacionistas, fascistas, genocidas: essas não são qualificações de quem busca diálogo civilizado sobre discordâncias numa democracia, mas sim ataques diretos à integridade do outro. Diante desses adversários, que preferem agir como verdadeiros inimigos mortais, qualquer tentativa de concessão significaria a derrota final.

Consigo até compreender quem, cansado de tudo isso, flerta com a hipótese de um tucano no poder para teoricamente acalmar os ânimos. Mas prefiro a recomendação de Crenshaw: sem Plano B. Esses tucanos já mostraram sua real essência esquerdista e autoritária, e o Brasil merece ser livre!

Leia também “A inocência do ladrão”

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54 comentários Ver comentários

  1. Estou completamente de acordo. A esquerda cafajeste quer nos subjugar, eles nos desprezam, nos veem como obstaculos aos seus delirios de poder eterno. Não devemos ceder 1 MILIMETRO sequer. Ao contrário, se o que eles querem é poder a qualquer preço, nós a todo custo, temos o DEVER de impedi-los. O uso da força não deve ser descartada, é disso que se trata! é hora de paramos de contemporizar e partir para a ação . A nossa liberdade e de nosso filhos está em jogo. Minha escolha é clara. Nunca mais serei escravo de um bandido chamado Lula ou qualquer outro canalha que o apoie. Estou disposto a matar e morrer por essa escolha.

  2. Parabéns Rodrigo Constantino! Não tem Plano B! Esquerda não pode voltar, Luciano Huck, candidato da Globo. O Poder Judiciário(STF) deveria respeitar os poderes.

  3. Parabéns, Rodrigo Constantino. Os princípios devem sim nortear a nossa vida, a vida das empresas, etc, são eles o nosso farol. Ao admitir o plano B, entendo que existe o risco da flexibilização dos princípios em que deve se pautar determinado projeto. Logo, nada de procurar o mais fácil.

  4. Correto Constantino. Plano B com PSDB? Ou Novo (gostei do vermelho desbotado)? SEM PLANO B. VAMOS SEGUINDO O CAMINHO PARA UMA VIDA MAIS LIVRE DO ESTADO..

  5. O articulista sempre bate nesses pontos em suas colunas: valores liberais clássicos ou conservadores. Será que o presidente cultua esses valores ou quer somente perpetuar pelo poder por mais 4 anos. Quais as grandes mudanças que o governo fez? O Presidente é um liberal ou os liberais querem crer nisso?

  6. Excelente Constantino, mas não esqueça da luta de Bia Kicis pelo VOTO IMPRESSO. Vocês que praticam jornalismo verdadeiro, inteligente e democrático, estão muito calados a respeito. É extremamente necessária a aprovação da PEC do voto impresso até out/21 para que tenhamos implantado em 2022. VOTO IMPRESSO é a transparência das urnas eletrônicas e não permitira que perdedores promovam graves conflitos sociais previsíveis na acirrada disputa em 2022 e tampouco a “mão esperta” de malfeitores nas apurações dessas urnas. Preocupa bastante o porque do STF temer o VOTO IMPRESSO, e inventar que “viola o sigilo e a liberdade do voto”, “é um retrocesso”, “custa muito caro”, “o bilhete pode engasgar na impressora”, que demonstram total incompetência de interpretar a Lei.

  7. Texto impecável! A descrição dos fatos é precisa e a atitude a ser tomada é essa mesma do enfrentamento, sem concessão (estamos assistindo ao desmoronamento da civilização clássica – ao contrário do marxismo, foi o gramscismo que alcançou êxito ao minar a cultura do mundo ocidental atuando como verme parasitário). Não deixaram Bolsonaro governar (partidos de oposição, imprensa e STF agiram com o único propósito de sabotar o governo eleito). Embora o presidente tenha dispersado energia no início de seu mandato com questões menores (ainda que importantes, poderiam ter sido deixadas para depois, após o fortalecimento do governo com atitudes de grande envergadura no campo econômico e administrativo), aos poucos estava começando a engrenar – apesar do monumental esforço da sabotagem geral pelos perdedores inconformados. Mas aí veio a covid, sob medida para paralisar o mundo ocidental (especialmente naqueles países que tentaram uma opção política pela direita), e os esquerdistas não deixaram passar a oportunidade de incendiar o inferno. Agora, mesmo com perdas incalculáveis de popularidade, o governo Bolsonaro precisa agir como protagonista e reverter rápido essa situação desfavorável para ganhar a eleição no próximo ano e fazer o governo que não deixaram que acontecesse neste mandato.

  8. Excelente texto! E ainda tem “grand finale” com Churchill! Temos mesmo que inspirar os conservadores, não dá pra desistir … “O enfrentamento é a única saída digna”. Perder faz parte do jogo, mas jamais não lutar! Comprei o livro do Crenshaw inspirada pelo seu último artigo, não vou conseguir esperar a versão em Português…

  9. A tucanagem é o petista de terno de seda e sapato de cromo alemão. Adoram majorar tirbutos e enfiar praças de pedágio goela abaixo, e passar férias nos hotéis paradisíacos de Cuba. Só trouxa ainda vota nessa corja.

  10. Nenhum outro presidente que não fosse Bolsonaro que foi moralmente moldado na dificuldade no acordar de madrugada com 5 anos de idade para trabalhar na lavoura de arroz e de tarde ir para a escola e que nunca parou de trabalhar e na adolescência passar a noite pescando para ajudar a alimentar a família e vender o excedente para ajudar o pai no sustento da casa e até trabalhar no Estadão que hoje compete com a Folha para ver quem o ataca mais entregando jornais e fazendo palavras cuzadas para ajudar a família e que estudou sozinho fez curso por correspondência e passou nos mais difíceis concursos das forças armadas. E como vereador e congressista nunca teve um plano B dos seus princípios morais e conservadores e por seu comprometimento como político de direita sempre foi discriminado e nunca convidado para as festinhas onde se discutia formas e fórmulas de corrupção e ataque aos cofres públicos.

    Ninguém aguentaria um ataque diário com tal intensidade do STF do MP Federal e Estadual (Investigar Bolsoanaro só pq o canalha do Moro fez a canalhice de inventar uma mentira para depor um governo pq se achava em plena pandemia e sair lacrando até ter ficado bem perto da cadeia e o medo o imobilizar e o calar para mim é atacar assim como abrir inquérito antidemocrático contra bolsonaristas por causa de faixas.) Imprensa Classe artística com síndrome de abstinência sem a LR Academia Oposição e toda esquerda nesse incluíndo o PSDB que nunca foi centro esquerda de verdade etc.

    Ninguém suportaria.

    Só um super mega homem extraordinariamente forte como Bolsonaro.

    Que bom que Constantino saiu de cima do muro das concessões para ficar de bem com a turma do mal.

  11. A eleição do Bolsonaro foi a passagem do Rubicão para a classe média conservadora e de direita, não tem mais volta, pois se desistirmos será evoluir para Argentina como estágio inicial para depois chegarmos à Venezuela como estágio final, com economia quebrada e sem liberdade!!!

  12. Bravo! A guerra é suja, mas temos a obrigação de resistir. O povo, em sua maioria, está com Bolsonaro. Pode não ser perfeito, mas sabemos q qq outra opção seria trágica nesse momento.

  13. Vivemos momentos críticos, onde o poder legislativo, operador de um parlamentarismo formado por representantes de corruptos em sua maioria, não tem opção.
    STF é judiciário?
    Imprensa vermelha é poder constituído?
    Se a intervenção militar não foi dada semana passada pelo chefe do Executivo, não teremos mesmo plano B.
    Tem gente isentona aí em cima ladrando, procurando dono. Tlvz algum funcionário público que não sabe o que é swr empregado de gov comunista!!!

  14. Como sempre, corretíssimo. Queremos um Brasil melhor, e não podemos aceitar estes habitantes que querem destruir o Brasil e encher o bolso de dinheiro. Essa ideologia que já matou mais de cem milhões de pessoas com certeza, para conseguir o poder, matar faz parte do plano deles. Temos que resistir. Parabéns pela brilhante análise.

  15. Brilhante, Consta !
    Temos de continuar lutando por nossos ideais e em favor daquilo que acreditamos ser o melhor para o Brasil.
    Sem acordo com os tais isentões.
    Será melhor perder o poder, mas continuarmos íntegros e com a consciência tranquila.
    Parabéns !

  16. O melhor é fazer um Tratado com o Governo Chinês , ASSEGURANDO a nossa soberania nacional , em vários setores. Não há razão para temores , pois o Brasil é impossivel de ser sitiado , face a sua posição geográfica e sua extensão territorial. Tudo feito de maneira transparente , ajustada e satisfazendo ambos os lados. Virá muito pogresso nisso , em todas as áreas . O crescimento daquele país é impresssionante .Aceitar o 5G é um bom começo. E a transformação virá de algum jeito , queira-se ou não ; o melhor é que não seja feita por tenebrosas transações políticas. Qual a confiança que merecem os EEUU , tão vizinhos a nós? Qual a ajuda importante prestada pelos EEUU na nossa história ? Nós é que entramos na Guerra para lhes prestar apoio.

  17. Constantino, brilhante. Garanto que o imitador de focas sequer leu a capa do livro que inspirastes para fazer essa trilha entre o passado distante e o presente em relação ao plano A ou B. Parabéns!!

  18. Constantino, PERFEITO! Corretíssimo no comentário que NÃO HÁ POSSIBILIDADE DE PLANO B. Tenho 74 anos, joguei muita bolinha de gude e rolhas de cortiça nas ruas do Rio de Janeiro e Niterói – final dos anos 60/ início dos 70, quando cursava a Universidade – Anos de Chumbo! Foram mesmo? Não me falta disposição ou coragem – ontem ou hoje. Enxerguei que estava do lado errado, ainda nos anos 70. NUNCA TIVEMOS PLANO B, era tudo ou nada, com muita paixão e amor pela PÁTRIA. TINHAMOS LIDERES! Bons ou ruins haviam lideranças nos dois lados. Tínhamos de PENSAR e nos DEFINIR, por qual lado LUTAR, hoje falta um catalizador, um polarizador. Um exemplo emblemático, nos dias atuais, foi/é o abaixo-assinado pedindo a cassação de uma pessoa que extrapola as suas funções e atribuições, em poucas horas … dias, foram obtidas milhões de assinaturas da população, dos mais remotos cantos deste PAÍS! Senti ORGULHO de ver um jovem tomar a iniciativa! Não haverá POLARIZAÇÃO com este discurso de “sei o que fazer dentro das quatro linhas da Constituição, mas preciso de um SINAL DA POPULAÇÃO”, me parece que o discurso está invertido, para não dizer ERRADO! Este discurso, tantas vezes, repetido, está cansativo. O discurso tem de ser do tipo: “SIGAM-ME OS QUE FOREM BRASILEIROS!”. QUAL É A DÚVIDA? O QUE PRECISAMOS MAIS FAZER? Quem é a LIDERANÇA? O povo? Assim está errado, a História mostra que quando o POVO assume a liderança, as consequências são muito mais sangrentas (é o instante onde o desespero, a desesperança, a fome fica incontrolável) e imprevisível. Precisamos de UM LÍDER e encerro com o conselho de D. João VI: “antes seja para ti, doque algum destes aventureiros …”. CHEGA DE PLANO B!!!

  19. Se alguém gasta muito tempo para arquitetar planos A,B,C,D E F…, deveria se concentrar para executar bem feito UM plano A e só. Bem , se realmente não der certo, daí pensa-se numa segunda opção. Com certeza ela vai aparecer muito mais rápido do que ficar horas fazendo diversos planos. Mesmo porque você já adquiriu muita experiência num primeiro plano bastante pensado.

  20. Por óbvio plano B nunca. Se eles me chamam de gado, eu os chamo de pasto. E todos sabem o q o gado faz com e no pasto. Ao trabalho.

    1. Entre fortalecer um governo que sabemos quais são seus interesses, ou seja, seus planos, ou apostamos em um novo governo com interesses escusos, não podemos pensar em alternativas e sim melhorar o ambiente político, para que este governo possa realizar as mudanças necessárias e imprescindíveis para nos tornar uma nação mais digna da qual possamos nos orgulhar. NÃO HÁ PLANO B, PARA QUEM QUER VER ESTE PAIS DAR CERTO.

  21. “Não podemos pagar resgate aos sequestradores”, mas devemos recuperar os sequestrados antes que sejam acometidos da tal “Síndrome de Estocolmo”, quando os reféns se encantam com a verborreia inimiga. Os especialistas em exfiltração deverão cuidar dessa tarefa, restando municiar os aldeões com forcados e archotes (tomando o cuidado para que estes últimos não se aproximem demasiadamente dos barris de pólvora).

    1. Na mosca, Constantino ! Não tem volta ! Não podemos mudar o curso em nenhuma hipótese pois, só assim a esquerda será alijada de uma vez por todas do cenário político Brasileiro !

  22. Parabéns, Rodrigo. Quanto ao perfil do nosso presidente, permita-me apresentar minha opinião.
    Para esta época de grandes males, teria que ser alguém do perfil dele, ousado, que fala “na lata”.
    Em tempo de grandes males, os remédios precisam ser fortes, ou até mesmo venenos.

  23. Excelente comentário Constantino. Parabéns. Ate quando aguentaremos tudo isso. Somos um povo pacífico demais. Todas as grandes nações do mundo tiveram algum tipo de enfrentamento. Talvez esteja chegando a nossa hora. Seremos sim, uma GRANDE NAÇÃO, mas não podemos assistir ao desfile. Temos que participar ativamente dele.

  24. Excelente artigo! Assim como Churchill e como o povo americano do século XVIII, não devemos aceitar soluções fáceis e parciais.

    1. Não sei se felizmente ou infelizmente, mas para a próxima eleição é Bolsonaro ou Bolsonaro para não termos o fim trágico dos nossos vizinhos Argentina, Venezuela e outros.

      1. Achei corajoso o artigo, mas será que todos os de direita estariam disposto a bancar o preço deste caminho sem plano B?
        O enfrentamento começa com o não cumprimento de ordens absurdas, principalmente oriundas do STF.
        Quem tem coragem?

  25. Excelente artigo,a esquerda joga sujo, é desonesta.Nao pensa no Brasil e muito menos no povo,gosta de cargos e bastante dinheiro no bolso,o resto é apenas o resto.

  26. Muito bem Constantino, VAMOS A LUTA;QUEREMOS UM NOVO BRASIL SEM CORRUPÇAO E SEM DEMAGOGIA. QUEREMOS MAIS JAIR MESSIAS BOLSONARO QUE OLHA PARA O POVO

    1. A assertiva do Churchill precisa preponderar nesta hora grave que vive a nação brasileira. Por isso, Constantino, estás certíssimo. Avante, pois!

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