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Política

O politicamente correto é uma forma autoritária de domínio da linguagem

É o que afirma o filósofo Luiz Felipe Pondé, em entrevista publicada na Edição 92 da Revista Oeste

pondé STF imprensa | Luiz Felipe Pondé é autor do Guia Politicamente Incorreto da Filosofia, entre outras dezenas de obras | Foto: Divulgação/Internet
Luiz Felipe Pondé é autor do Guia Politicamente Incorreto da Filosofia, entre outras dezenas de obras | Foto: Divulgação/Internet

Em entrevista concedida a Oeste, o filósofo Luiz Felipe Pondé criticou o politicamente correto. “É uma forma autoritária de domínio da linguagem e de destruição do pensamento que só atrapalha o debate público”, afirmou Pondé. “Sobre a cultura woke, acho um porre, uma besteira. Coisa de menino de país rico ou de classe média alta. Trata-se de gente preocupada com pronomes neutros, meio ambiente, múltiplos gêneros, mas que não arruma a própria cama. A cultura woke é muito business. Se o mundo não der muito errado, nossa época vai dar apenas um parágrafo daqui a 500 anos.”

Além do politicamente correto

O movimento antitrabalho, que recentemente surgiu no Reino Unido e nos Estados Unidos, também não foi poupado. “É coisa de gente que vai ser financiada pelo Estado no futuro ou tem grana”, disse o filósofo. “Não há como viver sem o trabalho, a não ser que alguém pague as suas contas. Tanto no Brasil quanto nos EUA e no Reino Unido, a competição no capitalismo está cada vez mais violenta, e os jovens de hoje foram tão moldados na ignorância que, quando veem a vida como ela é, entram em choque. Os jovens conhecem pouco da vida, vivem mais de sonhos que de realidade e são propensos à ideologização. A vida sempre foi dura, cruel e sem grandes soluções.”

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A Edição 92 da Revista Oeste vai além da entrevista com Luiz Felipe Pondé. A publicação digital conta com reportagens especiais e artigos de Gabriel de Arruda Castro e Silvio Navarro, J.R. Guzzo, Augusto Nunes, Guilherme Fiuza, Ana Paula Henkel, Rodrigo Constantino, Cristyan Costa, Kaíke Nanne, Dagomir Marquezi, Bruno Meyer, Branca Nunes, Evaristo de Miranda e Theodore Dalrymple.

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