A ONG Transparência Internacional, que atua no combate à corrupção e tem adotado uma postura crítica contra condutas abusivas de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), considera que Gilmar Mendes, decano da Corte, fez “discurso de ódio” ao se referir ao ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot.
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Gilmar reagiu com fúria ao seu indiciamento no relatório final da CPI do Crime Organizado, durante sessão da 2ª Turma do STF na terça-feira 14. Criticou o senador Alessandro Vieira, relator da CPI que o indiciou por crime de responsabilidade, e lembrou de seu antigo desafeto, Janot, que atuou na Operação Lava Jato. O ministro chamou o ex-PGR de “alcoólatra”.
Na rede social X, a Transparência Internacional comentou o discurso do decano do STF: “O discurso de ódio do ministro Gilmar Mendes expõe a deterioração alarmante dos padrões de decoro e responsabilidade que deveriam reger a atuação da mais alta Corte do país”.
Para a ONG, a conduta de Gilmar traz à memória os “regimes ditatoriais”. “Quando um juiz utiliza sua posição para atacar a honra de um indivíduo ausente, privado de defesa, constitui uma cena estranha à tradição democrática e familiar à triste memória dos regimes ditatoriais. Nessas experiências, o poder falava sozinho, e a autoridade se convertia em instrumento de intimidação.”
Indiciamento de Gilmar
No relatório final da CPI do Crime Organizado, rejeitado na comissão, Vieira acusou Gilmar de tentar blindar outros dois ministros do STF envolvidos no escândalo do Banco Master — Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, ambos indiciados no relatório. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, também está na lista dos indiciados. No caso dele, por omissão na investigação dos magistrados. Segundo o relatório, PGR e ministros teriam cometido crimes de responsabilidade, passíveis de impeachment.
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Gilmar criticou publicamente Vieira. Nesta quarta-feira, 15, acionou a PGR para investigar o senador. Ele acusa o parlamentar de desvio de finalidade ao incluir os ministros no relatório e de “grave arbitrariedade”.
ONG cobra reação do Senado e do STF sobre “condutas incompatíveis”: “Omissão institucional”

No texto, a Transparência Internacional segue com as críticas e estranha a falta de reação do Senado e dos ministros do STF, colegas de Gilmar. “Ainda mais grave é a naturalização reiterada desse comportamento, tolerada por seus pares e pelo Senado Federal, que deveriam exercer controle e correção”, afirma. “A omissão institucional diante de condutas incompatíveis com a dignidade de tão alto cargo transforma exceções em regra e corrói perigosamente a legitimidade da Corte perante a sociedade.”
A ONG termina o texto com a constatação de um inevitável enfraquecimento da democracia constitucional. “É a democracia constitucional que se enfraquece quando seus guardiões simbólicos do Direito abandonam os freios éticos que justificam o poder que exercem”, finaliza.
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A CADA NOVOS ABSURDOS, FICA CLARA A INTENÇÃO DO SUPREMO TAYAYÁ MASTER FEDERAL EM SE APROPRIAR DO LEGISLATIVO E EXECUTIVO, PARA FICAR CLARO QUE OS PODERES DA REPÚBLICA SÓ BENEFICIAM SEUS LACAIOS. ELEITORES ESPERAM ANSIOSAMENTE PARA EM OUTUBRO CANCELAREM, DEMITIREM SUMARIAMENTE DEPUTADOS E SENADORES QUE SE NEGARAM A FAZER O QUE É CERTO
VOTARAM PELO FIM DA CPMI DO ROUBO DE APOSENTADOS, PENSIONISTAS E BPCs DO INSS
Deputado ALENCAR SANTANA (PL-SP) Deputado ÁTILA LIRA (PP-PI) Senadora AUGUSTA BRITO (PT-CE) Deputado DORINALDO MALAFAIA (PDT-AP) Senadora ELIZZIANE GAMA (PSD-MA) Senador HUMBERTO COSTA (PT-PE) Senador JAQUES WAGNER (PT-BA) Senadora JUSSARA LIMA (PSD-PI) LINDBERGH FARIAS (PT-RJ) Deputada MEIRE SERAFIM (União-AC) Deputado NETO CARLETTO (Avante-BA) Deputado ORLANDO SILVA (PcdoB-SP) PAULO PIMENTA (PT-RS) Senador RANDOLFE RODRIGUES (PT-AP) Deputado RICARDO AYRES (Republicanos-TO) Senador ROGÉRIO CARVALHO (PT-SE) Deputado ROGÉRIO CORREIA (PT-MG) Senadora SORAYA THRONICKE (Podemos-MS) Senadora TERESA LEITÃO (PT-PE)
SENADORES QUE VOTARAM CONTRA O RELATÓRIO DA CPI DO CRIME ORGANIZADO
BETO FARO (PT-PA) TEREZA LEITÃO (PT-PE OTTO ALENCAR (PSD-BA HUMBERTO COSTA PT-PE)
SORAYA THRONICKE (PSB-MS) ROGÉRIO CARVALHO (PT-SE)
Inspirado na DITADURA da Venezuela, o SUPREMO TAYAYÁ MASTER FEDERAL ameaça tornar INELEGÍVEL o Senador ALESSANDRO VIEIRA, por indiciar os Ministros Alexandre de Moraes, Dias Tóffoli e Gilmar Mandes e o servil PGR Paulo Gonet na CPI do CRIME MUITO BEM ORGANIZADO. Na esteira disso, Alexandre de Moraes mandou a PF investigar o Senador FLÁVIO BOLSONARO para torná-lo INELEGÍVEL, por comentários sobre o LULA, embora os mesmos termos estejam expostos a todos os brasileiros nas matérias da IMPRENSA VELHA E ESTATIZADA e nas redes sociais. CHÁVEZ, MADURO, PUTIN, XI JIMPING, NORIEGA, KIM JONG-UM, Kim MIGUEL DÍAZ-CANEL, ALEXANDER LUKASHENKO têm as mesmas tendências DITATORIAIS e nem as escondem, mas aqui em Banânia, camuflam a DITADURA como atentado violento à soberania do Brasil, embora, é bom lembrar, que o SUPREMO TAYAYÁ MASTER FEDERAL é a fonte de todo o autoritarismo desses nossos escuros dias. Os Ministros do STF se acham intocáveis e devemos engolir a seco, que a esposa do Ministro Moraes recebeu 80 MILHÕES do VORCARO, a explosão meteórica do patrimônio do Ministro Moraes, as degustações de bebidas caras e charutos tanto na mansão do Lago Sul em Brasília, quanto no George Club, em Londres, ou a festinhas “animadas” com botons para identificação, se é que me entendem.
Nenhuma novidade em partindo desse canalha, fantasiado de juiz.
Falam dos jagunços dele em Mato Grosso, quando ele mesmo tem o comportamento de um jagunço da pior espécie. Mafioso, protetor de bandidos, especialista em mdaer habeas corpus para seus comparsas.
Nunca prestou.