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Política

Parlamentares saem em defesa de Alfredo Gaspar

O relator da CPMI do INSS foi acusado de ‘estupro’ por Lindbergh Farias e Soraya Thronicke

O relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar | Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
O relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar | Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Parlamentares da oposição saíram em defesa do relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), depois de ele ter sido acusado de “estupro” pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e pela senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS). As manifestações ocorreram durante os trabalhos finais da comissão na madrugada deste sábado, 28, em meio a forte tensão política.

Gaspar negou as acusações, classificando-as como infundadas, e chegou a apresentar elementos para rebater as declarações feitas em plenário. A ofensiva contra o relator foi interpretada por aliados como uma tentativa de descredibilizar o relatório final da CPMI, que investiga fraudes envolvendo aposentados e pensionistas do INSS.

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+ Relator da CPMI do INSS nega acusação de estupro

Defesa a Gaspar

O recém-filiado ao PL, senador Sergio Moro (PR), desta saiu em defesa do relator. O parlamentar afirmou que as acusações ocorrem diante do trabalho que “colocou um holofote de volta a esse vergonhoso escândalo do roubo dos aposentados e pensionistas do INSS”.

“Num derradeiro ato, foi atacado com uma infâmia que já se mostrou não ser verdadeira, por alguém da oposição, agindo com o objetivo não só de atacá-lo, mas de obstruir os trabalhos dessa CPMI”, declarou.

+ Veja quem votou contra o relatório da CPMI do INSS

Já a deputada Bia Kicis (PL-DF) afirmou que o episódio reflete práticas recorrentes no embate político. “O que a gente está assistindo, a gente não pode esperar algo diferente daquelas pessoas que sempre fazem exatamente esse tipo de comportamento”, declarou. 

Ao elogiar a atuação de Gaspar na comissão, ela disse que o relator “brilhou e se revelou ao Brasil”. Segundo a deputada, o ataque sofrido foi “um dos mais nojentos”, e a acusação foi classificada como “uma jogada absurda, feita por pessoas que não têm caráter”.

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) também se solidarizou com o relator e criticou os impactos da acusação sobre familiares. “Eu quero manifestar minha solidariedade ao senhor e à sua família”, declarou. 

“Eu fico imaginando o que sua esposa passou ao longo do dia de hoje, os seus filhos. Eu fiquei imaginando a dor”, disse. “Eu fiquei ao seu lado por quase duas horas e senti a sua angústia. Mas estou preocupada com a filha do seu primo e com a neta do seu primo. Acabamos, sem necessidade alguma, expondo duas mulheres. É uma menina, acho que de oito anos, duas mulheres. Então, a sua família e a família do seu primo merecem, inclusive, uma indenização moral milionária.”

Na mesma linha, o deputado Kim Kataguiri (União-SP) manifestou solidariedade ao relator e classificou a acusação como “criminosa”: “Eu tenho certeza absoluta, pelo meu convívio com ele, que ele é uma pessoa honrada”. 

“Você ter uma divergência política com uma pessoa e, por causa dessa divergência, querer destruir a vida dessa pessoa e da família dessa pessoa. Isso é de causar nojo físico”, declarou. “Essas acusações criminosas não são à toa. Elas são porque a gente chegou ao fundo nas relações do PT e do governo Lula com o roubo dos aposentados.”

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2 comentários
  1. CARLOS GUEDES
    CARLOS GUEDES

    LINDINHO, um dos CANALHAS mais nefastos da política atual. Nada à esperar dele.
    Alem sisso, tem se destacado por seguir os passos do patrão dele, o ladrão maior, mentindo vergonhosamente, tal como publicado por ele estes dias. Leia a seguir:

    “Lindbergh Farias
    BOLSONARO: O VERDADEIRO CULPADO
    A verdade é uma só: o esquema de roubo dos aposentados ganhou escala industrial no governo de Jair Bolsonaro. O governo dele foi avisado e nada fez.
    Denúncias de fraude a partir de 2017 e criação de um ecossistema
    favorável às fraudes a partir de 2020, com flexibilizações
    normativas, ascensão de servidores corruptos e mudanças na
    estrutura do INSS abriram caminho para o roubo.
    Onyx Lorenzoni, que comandou o Ministério do Trabalho e Previdência no governo Bolsonaro, admitiu ter recebido uma doação de R$ 60 mil do
    empresário Felipe Macedo Gomes (dirigente da Amar Brasil Clube
    de Benefícios, uma das envolvidas nas fraudes) para sua campanha ao governo do RS em 2022.
    Quem acabou com a farra foi o governo do presidente Lula com a Operação Sem Desconto da CGU e da PF.
    Com Lula tivemos:
    • Afastamento e prisão de envolvidos
    • Suspensão dos descontos associativos
    • Ressarcimento em massa:
    • 4,3 milhões de beneficiários ressarcidos
    • R$ 2,9 bilhões devolvidos até 2026.
    Compartilhe a verdade!”

  2. Mariza
    Mariza

    Esperar o que desse vespeiro lindinho e cia, né? Só rola baixaria, é a tecnica habitual para tumultuar quando seu grupo se sente acuado. Os trevosos da casa.

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