Passaporte sanitário: prefeito do Rio afirma que objetivo é ‘criar ambiente difícil’ para não vacinados

Documento será obrigatório a partir de 1° de setembro
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O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes | Foto: Érica Martin/Estadão Conteúdo
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes | Foto: Érica Martin/Estadão Conteúdo

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (DEM), explicou a finalidade do passaporte sanitária da covid-19 em sua gestão. “O nosso objetivo é criar um ambiente difícil para aqueles que não querem se vacinar, que esquecem a segunda dose”, declarou Paes, em entrevista coletiva, na sexta-feira 27. “Não é concebível que as pessoas que pensem que vão se proteger sem a devida aplicação do imunizante terão uma vida normal. Não terão”, acrescentou.

Conforme noticiou a Revista Oeste, o documento de imunização será obrigatório a partir de 1° de setembro. Entre outros estabelecimentos, o decreto de Paes abrange: academias de ginástica, piscinas, centros de treinamento e de condicionamento físico, clubes sociais, cinemas, teatros, museus e feiras comerciais. Também será obrigatório mostrar a papelada, caso o paciente realize “cirurgias eletivas em unidades de saúde públicas e privadas”.

Leia também: “O escândalo do passaporte sanitário”, artigo de Guilherme Fiuza publicado na Edição 58 da Revista Oeste

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