PCC atua para infiltrar-se na gestão pública

Facção criminosa quer controlar prefeituras de ao menos três Estados
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Integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) são alvo de megaoperação da polícia | Foto: DIVULGAÇÃO/GÊNCIA BRASIL
Integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) são alvo de megaoperação da polícia | Foto: DIVULGAÇÃO/GÊNCIA BRASIL | Integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) são alvo de megaoperação da polícia | Foto: DIVULGAÇÃO/GÊNCIA BRASIL

Facção criminosa quer controlar prefeituras de ao menos três Estados

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Um dos traficantes suborna ministro para ter benefícios na Justiça | Foto: Diulgação/Agência Brasil
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O Primeiro Comando da Capital montou uma rede de empresas para se infiltrar na gestão pública de prefeituras de ao menos três Estados: São Paulo, Paraná e Minas Gerais. É o que informou nesta segunda-feira, 9, o jornal O Estado de S. Paulo. Segundo investigações da polícia, a facção criminosa utilizou-se de contratos públicos, com dois objetivos: 1) a construção de empresas respeitáveis para a lavagem de dinheiro do tráfico; 2) o desvio de recursos públicos para a organização criminosa. Entre outros pontos, a Justiça menciona que um dos traficantes paga R$ 1 milhão por ano a um ministro em troca de benefícios na Justiça, como emissão de habeas corpus. Contudo, o nome do magistrado e o tribunal onde trabalha não foram revelados.

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