Equipes da Polícia Federal (PF) levaram cerca de 10 minutos para prestar os primeiros socorros a Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”. Ele tentou tirar a própria vida na carceragem da PF em Minas Gerais na última quarta-feira, 4.
A PF aponta Sicário como operador ligado ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Investigadores prenderam Vorcaro no mesmo dia.
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Informações exibidas pelo programa Fantástico, da TV Globo, mostram que Sicário estava sozinho na cela quando foi ao banheiro. Ele voltou com uma camisa de manga comprida enrolada no pescoço e prendeu o tecido às grades. Em seguida, tentou se enforcar duas vezes.
O superintendente da PF em Minas Gerais, Richard Murad, afirmou que agentes perceberam a situação poucos minutos depois. “Decorreram aproximadamente 10 minutos, no máximo”, disse. “A equipe, assim que constatou a anomalia da situação, se deslocou imediatamente.”
Socorro levou cerca de 10 minutos
Murad afirmou que os policiais retiraram Sicário da posição de enforcamento e chamaram equipes médicas. “Acionamos tanto o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência [Samu] quanto uma equipe de pronto-socorro da própria Polícia Federal, que iniciou o processo de reanimação”, afirmou.
Segundo ele, os agentes conseguiram estabilizar o preso até a chegada do atendimento móvel. A equipe do Samu assumiu o atendimento médico no local.
Murad afirmou que policiais de plantão exercem outras tarefas além do monitoramento das câmeras. Mesmo assim, ele classificou a atuação dos agentes como “extremamente diligente”.
Equipes médicas levaram Sicário ao Hospital João XXIII, em Belo Horizonte. Médicos o internaram em estado grave. Dois dias depois, exames confirmaram morte encefálica.
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A PF colheu depoimentos de várias pessoas envolvidas no episódio. Investigadores mantêm a apuração em andamento.
Quem era Sicário
Sicário era investigado pela Polícia Federal (PF) como integrante de um grupo chamado “A Turma”, do qual também faria parte Vorcaro.
De acordo com a PF, Sicário atuava na coordenação de atividades voltadas à obtenção de informações, monitoramento de pessoas e levantamento de dados considerados relevantes para os interesses do grupo.
As investigações mostram que Sicário realizava consultas e extrações de dados em sistemas restritos de órgãos públicos. Entre as bases acessadas estariam sistemas da própria PF, do Ministério Público Federal e de organismos internacionais, como FBI e Interpol.
Segundo a apuração, Sicário participou de ações para remover conteúdos e perfis em plataformas digitais. O objetivo seria obter dados de usuários ou retirar críticas ao grupo da circulação. Ele também coordenava e mobilizava equipes responsáveis por ações do Banco Master. Investigadores afirmam que o cúmplice de Vorcaro atuava para intimidar antigos funcionários da instituição financeira e levantar informações sobre os alvos.
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Em uma das situações citadas nas investigações, Sicário participou de uma conversa com Vorcaro na qual o ex-banqueiro pediu para organizar um assalto e “dar um pau” no jornalista Lauro Jardim, colunista de O Globo.
Além das investigações federais, Sicário respondia a um processo do Ministério Público de Minas Gerais. O órgão denunciou o investigado por participação em um esquema de pirâmide financeira que teria movimentado R$ 28 milhões entre junho de 2018 e julho de 2021. O dinheiro passou por contas bancárias de empresas ligadas a Sicário para atrair investidores. Ele é réu em ação que apura suspeitas de lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes contra a economia popular.
Na denúncia, o Ministério Público afirma que a triangulação de valores por meio de pessoas jurídicas constitui um movimento típico de lavagem de dinheiro, com ocultação de recursos provenientes de crimes contra a economia popular. As investigações mostram ainda que Sicário atuava como agiota antes de integrar o suposto esquema financeiro.
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No fim do ano passado, o setor de inteligência da Polícia Militar de Minas Gerais analisou o celular apreendido do investigado. O relatório aponta que Sicário exercia papel central na organização. Segundo os investigadores, o conteúdo extraído do aparelho mostrou conversas que corroboram a investigação, mesmo depois de tentativas de apagar mensagens.
O documento conclui que Sicário ocupava posição de chefia no grupo, coordenando a atuação dos integrantes e administrando atividades ilícitas.
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Importante
Se você ou alguém próximo enfrenta sofrimento emocional intenso ou pensamentos suicidas, procure ajuda profissional. O Centro de Valorização da Vida oferece apoio gratuito e sigiloso 24 horas por dia pelo telefone 188 ou pelo site cvv.org.br. O serviço funciona em todo o país.
Voltamos à época do DOI-CODI?
Se isso é ser diligente imagine quando não são.
Será que esse pessoal criativo,que criam essas versões, acham ou tem certeza que somos IDIOTAS ? e ainda sugerem que foram diligentes, é muita inspiração, digna de uma divina comédia.
MAS BAHHH ATÉ QUE FORAM RÁPIDOS…PROVAVELMENTE EVACUARAM TODO O PRÉDIO PRIMEIRO E DEPOIS VOLTARAM PRA VER OQUE TINHA ACONTECIDO….
COMO O GOVERNO NÃO TINHA PAGO O TERCERIZADO QUE CUIDAVA DAS CÂMERAS…. AS IMAGENS SE PERDERAM…COMO AS DO PLANALTO…
NA FASE QUE ESSE PAÍS ESTÁ PODE ATÉ APERECER ESSA TROLICE !