Podemos descarta aderir a movimento de impeachment

Partido dos senadores Alvaro Dias e Eduardo Girão aproveitou para dizer que tem um projeto de 'terceira via' para o país
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Fachada do Congresso Nacional | Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Fachada do Congresso Nacional | Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

As bancadas do Podemos na Câmara e no Senado, em reunião na manhã desta quarta-feira, 8, decidiram não aderir ao movimento de impeachment do presidente Jair Bolsonaro.

O partido entende que “a abertura de uma nova crise política, em meio à pandemia do coronavírus, ao desemprego e à crise econômica, só agravaria o sofrimento das camadas mais vulneráveis, que já vivem em situação de extrema dificuldade”.

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O Podemos decidiu seguir como um partido independente, votando no Congresso a favor e contra o governo, sempre que entender necessário, “mantendo-se fiel às suas bandeiras, como o combate à corrupção e o fim do foro privilegiado”.

Após os protestos de 7 de Setembro, o partido afirmou que segue “vigilante pela preservação das instituições democráticas, rejeitando toda e qualquer bravata autoritária em todos os Poderes”.

“O Podemos trabalha para solucionar os problemas da vida real do brasileiro e pacificar o país, e entende que disputas políticas devem ser resolvidas por meio das urnas, nas eleições de 2022”, afirmou o partido, em nota.

Terceira via

O Podemos aproveitou para dizer que tem um projeto de “terceira via” para o país e que o partido tem seus próprios nomes para a disputa presidencial de 2022.

Segundo nota, a legenda, no entanto, “também participa do movimento de convergência do centro político, que poderá resultar em um nome de consenso para representar a maioria da sociedade brasileira, ainda indecisa”.

Assinam o posicionamento a deputada Renata Abreu, presidente nacional do Podemos, o senador Alvaro Dias, líder do Podemos no Senado, e o deputado Igor Timo, líder do Podemos na Câmara. O partido tem nove senadores e 11 deputados federais.

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7 comentários

    1. Falar em 3a via sem ser claro e contundente contra corrupção e contra tirania de comunistas, não cola mais.O maior problema brasileiro é a corrupção.É só ver quando roubaram nesta Pandemia,mas vem Lira falar o trivial, que fez isso ou aquilo.
      Um canalha de marca maior.Nada,mas nada mesmo foi feito pela Câmara ou Senado contra a corrupção.O povo está atento, Lira ou Pachequin!

  1. Alvaro Dias sempre foi bundão. Perde com isto o prefeito de Betim.
    E a turma que sabe prá onde vai a grana da megasena, tem uma 3ª via?
    MUDA SENADO, SAI DO SERRADO TURMA DE COME QUIETOS.
    Aí não tem nenhum Zé Trovão.
    Se tem alguém que presta, sabe que convive com uma maioria condenada!!!
    Já não contávamos mesmo com vocês.,

  2. Conversinha mole de politiqueiros de sempre. O que não se resolver agora não se resolve mais. Ainda mais no próximo ano com essas urnas pra lá de confiáveis.

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