Presidente da CPI da Covid limita acesso a documentos sigilosos

Decisão de Omar Aziz foi tomada em resposta à determinação do ministro Ricardo Lewandowski, do STF, para coibir vazamentos
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O senador Omar Aziz (PSD-AM) é o presidente da CPI da Covid
O senador Omar Aziz (PSD-AM) é o presidente da CPI da Covid | Foto: Mateus Bonomi/Agência de Fotografia/Estadão Conteúdo

O presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz (PSD-AM), decidiu limitar o acesso a documentos sigilosos em posse da comissão, para atender à determinação do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), que solicitou que o colegiado tomasse providências para evitar o vazamento de informações.

Segundo Aziz, apenas o parlamentar autor de requerimento terá acesso à documentação. “Não queremos que a CPI deixe de investigar, mas não há hipótese de deixarmos de seguir as regras constitucionais”, afirmou o senador ao G1.

Leia mais: “Lewandowski determina que CPI adote medidas para preservar quebras de sigilo”

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Segundo um comunicado divulgado pelo presidente da CPI, senadores poderão ter acesso apenas aos documentos resultantes de requerimentos de própria autoria. Para obter documentos relacionados a requerimentos de outros senadores, será preciso fundamentar o pedido, que será analisado pela secretaria da comissão.

Leia também: “Justiça anula prisão de ex-diretor da Saúde decretada por Aziz na CPI”

Como informou Oeste, a decisão de Lewandowski foi motivada por uma ação protocolada pela defesa da da secretária de Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde, Mayra Pinheiro, que contesta a quebra de sigilo e o vazamento de dados do e-mail de sua cliente. As informações foram obtidas pela CPI a partir da quebra de sigilo telefônico da médica, mas não poderiam ser repassadas a terceiros.

Leia também: “Barros vai ao STF contra quebra de sigilo decretada pela CPI da Covid”

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6 comentários

    1. Nada ! Esse vagabundo foi salvo pelo santo Ney Suassuna ,pois a senadora Patricia Saboya que o condenaria estava doente e não pode votar. E segundo Arthur Virgílio, a mãe do vagabundo já idosa lhe pediu para salvar o pilantra.

  1. Não vejo qual a necessidade da Oeste publicar a foto desse vagabundo, canalha e pedófilo. Se ele pensa que ficou conhecido no Brasil inteiro, acertou. Mas o que ainda não entendeu é que só serviu para que seja odiado no páis inteiro. Nem no Amazonas querem saber desse PULHA.

  2. Meu Deus!!!
    Acordar numa bela manhã de domingo e me deparar com um cafajeste desses dentro de minha casa! Um dos males deste meu zap.
    Prá salvar o domingo me concentro em orações.

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