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Política

Pressão: quase 2 mil aderiram à entrega de cargos no Banco Central

Movimento ganhou força com a sinalização de que Bolsonaro atenderia ao pleito de reestruturação de carreira de policiais

Fachada do Banco Central do Brasil | Foto: Raphael Ribeiro/BCB
Fachada do Banco Central do Brasil | Foto: Raphael Ribeiro/BCB

Em reunião com o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, os sindicatos que representam os funcionários do órgão mostraram que quase 2 mil servidores já aderiram ao movimento de entrega de cargos.

Segundo os sindicatos, são cerca de 500 comissionados e substitutos e em torno de 1.500 em uma lista de não assunção (que se comprometem a não assumir os cargos deixados).

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No BC, há três sindicatos: o Sindicato Nacional de Funcionários do Banco Central (Sinal), que representa as categorias de analistas e técnicos, a Associação Nacional de Analistas do Banco Central (ANBCB) e o Sindicato Nacional dos Técnicos do Banco Central do Brasil (SinTBacen). Todos unidos na mobilização.

Segundo o presidente da ANBCB, Henrique Seganfredo, a reunião com Campos Neto é uma conversa inicial para um pleito de reestruturação da carreira, que vai muito além do reajuste ou da recomposição salarial, com medidas que não têm impacto financeiro.

Conforme ele, essa discussão se “arrasta” desde a gestão Ilan Goldfajn, enquanto os funcionários do órgão acumulam entregas nos últimos anos.

Com a chegada de Campos Neto, Seganfredo afirma que o foco foi a agenda de inovação e a autonomia da instituição, mas que agora é o momento de trazer as demandas da categoria.

Um dos pleitos é a mudança do título da carreira de analista, que, na avaliação da ANBCB, não condiz com a complexidade nem a responsabilidade do cargo.

Segundo Seganfredo, uma das propostas é mudar o nome para auditor, mas isso é à parte da negociação. Além disso, a ANBCB apoia a demanda dos técnicos para que o nível de escolaridade na carreira seja de ensino superior. Há ainda demandas relativas a questões previdenciárias.

O movimento dentro do banco esquentou, contudo, com a mobilização das categorias do funcionalismo público federal, com a sinalização do presidente da República, Jair Bolsonaro, de que atenderia ao pleito de reestruturação de carreira das polícias.

O chefe do Planalto, contudo, já disse, no sábado 8, que os reajustes não estão garantidos para nenhuma categoria, irritando os policiais, que veem o movimento como traição.

Com informações do Estadão Conteúdo

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8 comentários
  1. Maciel Gomes
    Maciel Gomes

    É o final de um desgoverno, desmonte geral onde você olhar, quem ficar por último que apague a luz, mas, vai passar!

  2. Gandhi da Silva
    Gandhi da Silva

    ENXUGA MESMO BOLSONARO! Varre esses sangue-suga do Sistema, quanto mais for embora mais sobra dinheiro e menos imposto federal vai ser explorado do povo pra bancar esses mamateiros.

  3. José Antônio Batalha Zocccoler
    José Antônio Batalha Zocccoler

    Esses altos salários que provocam a desestabilização, querem o caos, a demissão e contratação de outros seria bem vinda.

  4. Hermes
    Hermes

    Que maravilha. Ficando os bons, que querem servir o país e os brasileiros, os pelegos podem e devem sair mesmo. Que vão trabalhar para esse sindicado deles e parem de boicotar o país. Apátridas.

  5. Sérgio
    Sérgio

    Esses PARASITAS do Banco Central deveriam trabalhar, afinal, salários altíssimos e muita mordomia. Corta o salário desses babacas.

  6. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Quem começou toda essa confusão? Já sabem que foi o Bolsonaro. Então ele que resolva essa parada aí.

  7. Hipocrisia é Desvio de Caráter
    Hipocrisia é Desvio de Caráter

    Ihh, tá assim de candidatos com belos currículos dispostos a depositar seus suor por um belo um salário.
    Simples, só abrir concurso público. Sangue novo é sempre muito bom.

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