Deputados federais do Partido Socialismo e Liberdade (Psol) protocolaram neste sábado, 22, uma notícia-crime contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na Procuradoria-Geral da República. O grupo alega incitação ao crime e obstrução de Justiça, atos atentatórios ao Estado democrático de direito, promoção ou facilitação de fuga e colaboração com organização.
O documento aponta “ilícitos penais cometidos no exercício do cargo” e “manifestações públicas diretamente vinculadas à atuação política”, em referência ao vídeo em que o senador chama os cidadãos brasileiros a “lutar pelo seu país” em uma vigília de orações por Jair Bolsonaro em frente ao condomínio em que o ex-presidente mora, em Brasília.
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Segundo o Psol, a convocação da vigília representaria uma tentativa de mobilizar apoiadores de Bolsonaro com o objetivo de facilitar uma possível fuga e gerar tumulto que poderia dificultar a atuação da Polícia Federal. O texto ainda afirma que o pedido “não se trata, evidentemente, de qualquer impugnação ao direito fundamento à liberdade religiosa”.
ORAÇÃO VIROU CRIME
— Flavio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) November 22, 2025
Neste momento difícil e de total ruína da democracia, peço a todos que não se precipitem em nada, por exemplo, NÃO vão para frente da sede da PF.
Quem puder, venha para a VIGÍLIA hoje, às 19:00, para buscamos antes de qualquer coisa a força de Deus!
Assim… pic.twitter.com/tYIfuo1H0U
Assim como a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes que determinou a prisão de Bolsonaro, a representação do Psol acusa Flávio de “repetição do modus operandi atribuído à organização criminosa investigada que, segundo decisões judiciais, historicamente mobiliza apoiadores para criar tumultos com objetivos pessoais e políticos”.
Moraes classificou a realização de uma vigília como “criminosa” e “ilícita” no documento oficial em que decide pela prisão. Ele considerou que “o tumulto causado pela reunião ilícita de apoiadores do réu condenado tem alta possibilidade de colocar em risco a prisão domiciliar imposta e a efetividade das medidas cautelares, facilitando eventual tentativa de fuga do réu”.
Assinam a representação do Psol Talíria Petrone, Chico Alencar, Glauber Braga, Henrique Vieira, Tarcísio Motta, Erika Hilton, Ivan Valente, Luiza Erundina, Luciene Cavalcante, Sâmia Bomfim, Célia Xakriabá e Fernanda Melchionna. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Oração e fé! Esse é o suposto crime que eu teria cometido ao chamar uma vigília para rezarmos por @jairbolsonaro . Até isso querem criminalizar! pic.twitter.com/B6e78TyHTM
— Flavio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) November 23, 2025
“Oração não é crime”, escreve Flávio Bolsonaro
Em seu perfil no X, Flávio Bolsonaro declarou que “oração não é crime” e publicou um vídeo comentando a repercussão das postagens sobre a vigília e a prisão preventiva de Jair Bolsonaro. O senador negou envolvimento em qualquer plano de fuga.
“O que está escrito na sentença é que eu não posso orar pelo meu pai. Que eu não posso orar pelo meu país. Que eu não posso pedir ao padre para rezar um pai nosso em cima de um carro de som, porque isso seria um subterfúgio para uma fuga do Bolsonaro. Se Bolsonaro quisesse fugir, ele nem voltado para o Brasil tinha”, afirmou o senador.








































A Coreia do Norte é aqui, assim como a Nicarágua.
Psol, o Jerônimo da VALA já mandou fazer várias para vcs usarem e preenchê-las.
Novamente vai fazer de tudo para os Bolsonaro ficarem inelegíveis. É a Vingança de da Silva e sua turba.