PT vai ao STF contra decreto de SC que proibiu a linguagem neutra

Legenda sustenta que a medida estimula o preconceito
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Foto: Arte/Revista Oeste
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O Supremo Tribunal Federal recebeu nesta quarta-feira, 7, uma ação do PT questionando o decreto do governador de Santa Catarina, Carlos Moisés (PSL), que proibiu a linguagem neutra no Estado. Segundo a legenda, a medida do Poder Executivo “viola os princípios constitucionais da igualdade, da não-discriminação, da dignidade humana e do direito à educação”. O partido sustenta que há vários gêneros, além do masculino e do feminino. Portanto, a determinação de Moisés seria preconceituosa com “não-binários” e com as múltiplas identidades que hoje já estão em discussão nas universidades e centros de estudos.

“Nosso objetivo é claro: tornar a língua portuguesa inclusiva para pessoas transexuais, travestis, não-binárias, intersexo ou que não se sintam abrangidas pelo uso do masculino genérico”, argumentou o partido, no processo. Conforme noticiou a Revista Oeste, escolas e órgãos públicos de SC não podem utilizar o dialeto por força de lei. Especialistas ouvidos por Oeste explicam que a “novilíngua” nada tem de inclusiva, pois não abrange deficientes visuais, surdos e disléxicos. “É a crise da inteligência”, observou Caio Perozzo, especialista em linguagem e professor de literatura do Instituto Borborema, sobre a adoção do “idioma”.

O ministro da Corte Nunes Marques será o relator do pedido que solicita a queda do decreto.

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Leia também: “A estupidez da linguagem neutra”, reportagem publicada na Edição 62 da Revista Oeste

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16 comentários

  1. O que a maldita esquerda pretende fazer com nossas vidas? Querem reinventar o mundo? As regras civilizatórias? Reinventar a humanidade? Querem obrigar a sociedade inteira a ser e pensar como eles, na marra.
    Que inferno é esse que estamos vivendo?

  2. O que a maldita esquerda pretende fazer com nossas vidas? Querem reinventar o mundo? As regras civilizatórias? Reinventar a linguagem humana? Querem obrigar a sociedade inteira a ser e pensar como eles, na marra.
    Que inferno é esse que estamos vivendo?

  3. A língua portuguesa não enxerga diferença entre as pessoas que falam. A discriminação nasce dentro do grupo luladrão e os 40 descerebrados que buscam, sistematicamente, o bloqueio do judiciário, o prejuízo das instituições, o atraso matreiro do andamento do Brasil, com discursos de “inclusão” de minorias, (só querem o voto deles), verdadeiras massas de manobra da cúpula do grupo criminoso, que aplicou um golpe de 6 trilhões no erário público.

    1. Somos inclusívos?
      Para cegos, temos cardápios, jornais, livros entre outros em Braille?”
      E autista, tem menus em restaurantes com pictogramas, otimizado para pessoas autistas?
      Imagino que tenhamos a linguagem de sinais em todas as escolas, bancos, prefeituras, comércios para pessoas surdas, certo?”
      NÂO?
      Então lamento dizer… estes imbecis não querem um lugar inclusivo. Eles querem estar na moda.
      SIM. MODISMO!
      Estes partidos esquerdistas estão muito chatos!

  4. Elex queremx nox obrigarx a serx simpaticx àx causex. Sãox ditadorex, tiranex, loucox ax submeterx-nos ax suax formax dex pensarx.

  5. Tantos processos importantes parados e ficam atolando os tribunais de futilidades. Essa palhaçada de linguagem neutra é tão irritante que provoca mais asco do que inclusão

  6. Primeiramente é muito triste ver um presidente banana ignorando ou se acovardando para a olivar o artigo 142 da constituição, que garante a lei e ordem, algo que perdemos muito e não paramos de perder dia após dia, muito com o apoia desses larápios que habitam a nossa suprema corte – algo inadmissível. Segundo, é um absurdo esses malditos preocupados com o número 24 da camisa da seleção brasileira, com a questão da referida notícia, e ignorarem tantas crianças que somem diariamente no Brasil, e tantas pessoas que morrem violentamente no Brasil.

  7. O ridículo é que o STF pode até aceitar o pedido, nomear um relator, e ainda levar a coisa adiante.
    Só nesse momento tão inusitado de total insegurança jurídica que é possível acontecer algo assim.
    E o governo tentando levar adiante reformas absolutamente necessárias, ao nosso desenvolvimento, e STF e judiciário flertando com ninharias completamente desnecessárias.

  8. O STF não deve apreciar a ADIN, pois ela não está em linguagem neutra. Exemplo… ao invés de ” viola os princípios constitucionais da igualdade, da não-discriminação, da dignidade humana e do direito à educação”. Deveria ser : viole es princípies constitucioneis de igualdade, de nãe-discriminaçãe de dignidade humane e de direite e educaçãe”.

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