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Prefeito envolvido no caso Miguel é alvo de operação policial

Sérgio Hacker é o chefe do Executivo de Tamandaré, no litoral de Pernambuco
O menino Miguel:  mãe trabalhava como empregada doméstica, mas constava na folha de prefeitura | Foto: REPRODUÇÃO/REDES SOCIAIS
O menino Miguel: mãe trabalhava como empregada doméstica, mas constava na folha de prefeitura | Foto: REPRODUÇÃO/REDES SOCIAIS | caso miguel - prefeito tamandaré - sérgio hacker

Sérgio Hacker é o chefe do Executivo de Tamandaré, no litoral de Pernambuco

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O menino Miguel: mãe trabalhava como empregada doméstica, mas constava na folha de prefeitura | Foto: REPRODUÇÃO/REDES SOCIAIS

O prefeito de Tamandaré (PE), Sérgio Hacker (PSB), é um dos alvos da Operação Espectro. A ação, movida pela Justiça e deflagrada pela Polícia Civil de Pernambuco nesta sexta-feira, 17, investiga crimes de associação criminosa e desvio de serviços públicos.

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Em segredo de Justiça, as investigações contra Hacker foram iniciadas em junho, semanas após o menino Miguel, de 5 anos, morrer ao cair do nono andar de um prédio, num condomínio no Recife, de propriedade do prefeito de Tamandaré. Miguel, aliás, morreu quando estava sob cuidados de Sari Corte Real, esposa do político socialista.

Com repercussão nacional e protestos nas redes sociais, o caso Miguel colocou Hacker na mira de autoridades. Mãe do menino morto, Mirtes Souza trabalhava como empregada doméstica do casal no Recife. Apesar disso, constava como funcionária da prefeitura de Tamandaré.

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O prefeito de Tamandaré, Sérgio Hacker | Foto: REPRODUÇÃO/FACEBOOK

Os mandados

Os agentes da Polícia Civil pernambucana cumprem mandados de busca e apreensão em dois endereços vinculados a Sérgio Hacker. Os policiais realizam trabalhos em uma residência em Tamandaré e no apartamento mantido por ele na capital do Estado, Recife.

“Surpresa e perplexidade”

Em nota, o advogado Gervásio Lacerda, responsável pela defesa do prefeito de Tamandaré, reclamou da operação. Nesse sentido, afirmou que não teve acesso à decisão judicial e classificou o ato como “desnecessário”. “No entanto, informa que recebeu a operação policial […] com surpresa e perplexidade, pois, desde o início da investigação, sempre se colocou à inteira disposição da autoridade”, pontuou o advogado.

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