publicidade
Coronavírus — Mundo, Política

Sinovac justifica baixa eficácia da CoronaVac no Brasil

Laboratório chinês afirmou que grupo de voluntários tinha alto risco de contrair a doença

Laboratório chinês afirmou que grupo de voluntários tinha alto risco de contrair a doença

João Doria
Governador de São Paulo, João Doria, acompanha a chegada do 2º lote da CoronaVac em Guarulhos | Foto: Governo do Estado de SP

A farmacêutica Sinovac tentou justificar nesta quarta-feira, 13, a baixa taxa de eficácia da CoronaVac no Brasil dizendo que os testes foram realizados em profissionais de saúde, que enfrentam alto risco de contrair a covid-19.

Receba nossas atualizações

A declaração foi dada pelo presidente-executivo da Sinovac, Yin Weidong, em uma coletiva de imprensa em Pequim.

Leia mais: “Os dilemas da vacina”, na edição desta semana da Revista Oeste

Na terça-feira 13, o governo do Estado de São Paulo anunciou que a eficácia do imunizante desenvolvido em parceria com o Instituto Butantan é de 50,38%, pouco superior ao mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde e pela Anvisa.

“Esses resultados clínicos de fase 3 são suficientes para provar que a segurança e a eficácia da CoronaVac são boas ao redor do mundo”, disse Weidong.

Testes conduzidos no Brasil, Indonésia e Turquia divulgaram quatro taxas de eficácia diferentes para a mesma vacina. Na sexta-feira 8, o Butantan encaminhou à Anvisa o pedido para uso emergencial do imunizante.

Leia mais sobre:

7 comentários
  1. Frederic Couto
    Frederic Couto

    Dória venceu. Ele forçou a barra contra Bolsonaro e atraiu apoios até no PSOL. A ANVISA vai aprovar essa porcaria de vacina apenas pela pressão do Dória. Com esses dados de performance qualquer outro fornecedor seria recusado, inclusive a FIOCRUZ, mas para evitar mais desgaste vão aprovar a vacina meio-a-meio. Não vou tomar nem a pau Juvenal.

  2. Alex Amorim
    Alex Amorim

    No Protocolo do Butatan, publicado em 24/ago/2020 , lemos:
    “Se na análise final, o critério de sucesso é atingido (p<0,0241),se espera que a razão de risco (hazard ratio) estimada seja aproximadamente de 50%, fornecendo uma eficácia vacinal estimada de aproximadamente 50%, com um ajuste apropriado do limite inferior do intervalo de confiança acima de 30%." (página 42).

    Fonte: https://static-content.springer.com/esm/art%3A10.1186%2Fs13063-020-04775-4/MediaObjects/13063_2020_4775_MOESM1_ESM.pdf

  3. Paulo Azambuja
    Paulo Azambuja

    Se o grupo era de alto risco, isso prejudicou tanto os que tomaram a vacina quanto os que tomaram placebo. Aliás, a razão de terem usado um grupo de alto risco, é que os que tomaram placebo rapidamente ficariam doentes e se chegaria no número de infectados necessário para calcular a eficácia. Só não contavam que os vacinados também ficariam doentes. Mais uma narrativa sem pé nem cabeça para convencer as pessoas de que o ruim é bom.

    1. Marcelo Gurgel
      Marcelo Gurgel

      Segundo o chinavac a vacina só não funciona para quem possa contrair o virus. Para os que não vão contrair ela é ótima.

  4. Sandro Luis Batista Soares
    Sandro Luis Batista Soares

    Mais uma mentira desvairada da propaganda comunista.

Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade