Social-democracia, um modelo ineficiente

Mesmo assim, ideia de governo está há mais de três décadas no poder brasileiro
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Empresário faz questão de demonstrar seu descontentamento com o modelo da social-democracia
Empresário faz questão de demonstrar seu descontentamento com o modelo da social-democracia | Foto: Reprodução

“O modelo social-democrata no Brasil demonstrou ser ineficiente, e a maior prova disso é a situação em que nos encontramos, a bagunça em nossas contas, mais de 30 partidos políticos hoje com representação e mais de 70 em fase de registro, a relação e o atropelo entre os três poderes, o ativismo judicial, e estatais ineficientes que valem R$ 1 trilhão e poderiam resolver nosso problema fiscal e de caixa.”

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É com essas palavras e esses argumentos que o empresário Salim Mattar define o que a social-democracia fez com o Brasil desde a redemocratização. Fundador da Localiza e ex-secretário especial de Desestatização do Ministério da Economia, ele define alguns dos males que, conforme analisa, os defensores desse modelo político fizeram ao país. Para ler a íntegra do artigo (que está aberto ao público em geral da Revista Oeste) basta acompanhar o que “O Brasil de hoje é o resultado de 35 anos de governos social-democratas”.

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O Brasil de hoje é o resultado de 35 anos de governos social-democratas

Revista Oeste

Publicado na Edição 43 da Revista Oeste, o texto do empresário Salim Mattar é acompanhado pelos artigos dos colunistas Ana Paula Henkel, J. R. Guzzo, Guilherme Fiuza, Rodrigo Constantino, Dagomir Marquezi e Tom Slater. Há, ainda, reportagens especiais sobre o poder das grandes empresas mundiais de tecnologia, os bastidores na disputa pela presidência do Congresso Nacional e a “mágica” relação entre determinados escritórios de advocacia e tribunais superiores, como o Supremo Tribunal Federal.

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4 comentários Ver comentários

  1. Os três principais pilares para a existência da Social-democracia até a ruptura desse sistema, como aconteceu por aqui em 2015, e que culminou com a sumária retirada de militantes dessa seita do Executivo, são:

    1. Ausência total e absoluta de Meritocracia para o preenchimento do cerne de todo e qualquer órgão público, incluindo o STF, um dos 3 Poderes da República, permitindo dessa feita o aparelhamento total do Estado;

    2. Cooptação sine qua non das Escolas (MEC) para que possam adestrar, desde as mais tenras idades, nossas crianças pela doutrinação ideológica da seita marxista, idiotizando-as, formanto adultos infantilizados (idiotas úteis); e,

    3. Corrupção generalizada e institucionalizada para que o sistema (seu cerne), consiga ir se mantendo enquanto der (enquanto o país não quebra).

    Obstando esses três pontos, seja lá o sistema com o nome que se queira atribuir, o sistema permitindo os melhores para gestão de seu órgãos, tende a ser mais barato e eficaz, um MEC de fato com ideias e ideais diversos, concorrentes e plurais, oferece outras perspectivas à nossos formandos, e com respeito às Leis contra as fraudes e roubos do dinheiro púbico, redução da leniência à criminalidade, a justiça se fará presente o que permite à sociedade encara o futuro com mais vigor e esperança!

    1. Discordo só do ponto em que você diz “…sumaria retirada de militantes dessa seita do Executivo”. É bom lembrar que eles ainda controlam os 2º (Estado de S.Paulo), 3º (Prefeitura de S. Paulo) e ainda o estado do Rio Grande do Sul, os maiores orçamentos do país.

  2. Nem Salim Mattar, pessoa de extrema eficácia, conseguiu remar contra a maré deste “Deep State”, profundamente enraizado nessa burocracia estatal e totalmente sob controle de esquerdistas. Imagino eu, já que ele não diz o motivo de sua saída, que ele ao se deparar com esse monstro, essa enorme quimera, homem ponderado que é, resolveu que não estava à altura desse enfrentamento, não foi por covardia mas foi por bom senso mesmo.

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