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Política

Sophia Barclay, a trans de direita, se filia ao PL

Reunião com Valdemar Costa Neto definiu a pré-candidatura da influenciadora a deputada federal por São Paulo

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Sophia Barclay, que é contra a agenda woke, é uma das apostas do PL de Valdemar Costa Neto para as eleições deste ano | Foto: Divulgação/Equipe Sophia Barclay

A cantora e influenciadora digital Sophia Barclay, popularmente conhecida como “Trans de Direita”, acertou a sua filiação ao Partido Liberal (PL). Pela sigla, vai se candidatar a deputada federal por São Paulo.

O acordo com o PL ocorreu diante de reunião com o presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto. O dirigente partidário aposta em figuras influentes nas redes sociais para as eleições gerais deste ano. Somente no Instagram, Sophia soma 1 milhão de seguidores.

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Para a agora pré-candidata a deputada federal, a ida para o PL representa mudança. Até o início deste ano, ela era integrante do Novo, em que chegou a presidir o diretório municipal em Guarulhos (SP). Saiu do partido ao receber a orientação de que não poderia apoiar a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República.

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Fora do Novo, Sophia chegou a conversar com o Podemos, mas as negociações não avançaram. De acordo com ela, faria mais sentido a quem se apresenta como trans de direita ir para o PL, o que se tornou possível depois das tratativas com Valdemar.

trans de direita - sophia barclay
Sophia Barclay: redes sociais como aliadas no combate aos dogmas esquerdistas | Foto: Reprodução/Instagram

“Sou leal ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que sempre acreditou em mim, estendeu-me a mão e confiou no meu trabalho”, diz Sophia. “Valorizo quem caminha ao meu lado e reconheço quem abriu portas para a minha trajetória.”

Sophia Barclay, a trans de direita, é contra a agenda woke

Mulher trans, Sophia Barclay é contra a agenda woke. Nesse sentido, antes mesmo de se filiar ao PL e se apresentar como pré-candidata à Câmara, promoveu campanha virtual contra a presença da deputada federal Erika Hilton (Psol-SP), que também se apresenta como trans, como presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. O abaixo-assinado on-line conta com mais de 150 mil adesões.

Além do combate à agenda woke, Sophia promete atuar em outras três linhas de frente caso seja eleita deputada federal em outubro:

  • diminuir a carga tributária do país;
  • lutar pela valorização das liberdades individuais; e
  • defender a liberdade de expressão.

Leia também: “O poder e o voto”, artigo de Alexandre Garcia publicado na Edição 284 da Revista Oeste

E mais: “Em nome da ‘inclusão’, a exclusão das mulheres”, por Ana Paula Henkel

1 comentário
  1. Messias Rodrigues Pereira
    Messias Rodrigues Pereira

    O problema não é ser trans, e sim a cabeça de quem o é. E jumentos sempre vão para esquerda aprontar palhaçadas como um tal de Erico.

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