publicidade
Política

TCU nega pedido para afastar presidente do Inep

Nesta semana, a Justiça Federal do Distrito Federal já havia tomado uma decisão semelhante

Presidente do Inep, Danilo Dupas Ribeiro | Foto: Divulgação/Inep

O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Walton Alencar Rodrigues negou neste sábado, 20, um pedido para afastar o presidente do Inep, Danilo Dupas.

A decisão foi dada na véspera do primeiro dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O Inep é o responsável pela elaboração e pela aplicação da prova.

Receba nossas atualizações

Relacionadas

O pedido foi feito por deputados que defendiam o afastamento de Dupas após denúncias de interferência no exame. Mas Rodrigues entendeu que não há indícios de que ele possa comprometer as investigações caso continue no cargo.

O representante do TCU recomendou, no entanto, que a área técnica do tribunal apure supostas irregularidades na realização do exame, outro pedido encaminhado pelos parlamentares.

Na quinta-feira, a Justiça Federal do Distrito Federal já havia negado um pedido de afastamento do mandatário do Inep em uma ação apresentada por entidades de estudantes.

Crise no Inep

O Enem 2021, que será nos próximos dois domingos, 21 e 28 de novembro, vai ocorrer em meio a uma crise no Inep.

Trinta e sete servidores pediram para deixar suas funções comissionadas, mas como são funcionários públicos concursados continuarão trabalhando no Instituto em outros cargos.

A Associação dos Servidores do Inep (Assinep) entregou ontem ao TCU e a Controladoria-Geral da União (CGU) uma série de denúncias.

Segundo os servidores, o instituto vive uma “crise sem precedentes, com perseguição aos servidores, assédio moral, uso político-ideológico da instituição pelo MEC e falta de comando técnico no planejamento dos seus principais exames, avaliações e censos”.

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, compareceu voluntariamente a uma reunião da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados nesta semana e reafirmou que não nenhuma interferência no Inep ou no Enem.

Danilo Dupas também nega qualquer interferência e assédio moral contra servidores.

4 comentários
  1. JOAQUIM GOMES JUNIOR
    JOAQUIM GOMES JUNIOR

    Não querem trabalhar, e culpam estarem sendo assediados. Hoje a desculpa é o assédio. Não querem trabalhar, basta demitir por ineficiência no serviço público.

  2. Antonio Carlos Neves
    Antonio Carlos Neves

    E atenção, pelo que entendi continuam servidores públicos. Para quem eles prestam serviços públicos? São educadores ou ativistas ideológicos? Como entender servidores públicos criarem esse pânico nos jovens estudantes?

  3. Dercio Conceicao
    Dercio Conceicao

    como se sabe, os servidores que pediram demissão, são os velhacos que recebiam até o dobro do salário como “comissão” e e perderam suas regalias e privilégios – não se pode levar essa gente a sério – é o Governo JB cortando regalias e privilégios de malandros e vigaristas do funcionalismo público.

  4. FRANCISCO BATISTA RIBEIRO
    FRANCISCO BATISTA RIBEIRO

    ESSA CORJA SÓ QUER A CONTINUAÇÃO DA MAMATA QUE TINHA ANTES

Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade