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Política

TSE lança mascote das urnas eletrônicas para eleições de 2026

‘Pilili’ busca aproximar jovens do voto e reforçar comunicação da Justiça Eleitoral

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Mascote não possui gênero e se comunica através de gestos | Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou nesta segunda-feira, 4, a mascote oficial das urnas eletrônicas. Batizada de “Pilili”, a personagem foi apresentada durante evento que marcou os 30 anos do sistema eletrônico de votação no Brasil.

Inspirada no Zé Gotinha, figura conhecida em campanhas de vacinação, a mascote integra a estratégia do tribunal para ampliar o alcance da comunicação com a população, especialmente entre os mais jovens. A proposta envolve o uso da personagem em conteúdos educativos e ações institucionais.

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A presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, destacou durante o evento a relevância da participação cidadã e o papel do sistema eletrônico no processo eleitoral. A magistrada também mencionou a presença feminina nas eleições.

Evento marca 30 anos do sistema eletrônico

A programação começou por volta das 14h e reuniu estudantes de escolas públicas e privadas. Os participantes acompanharam apresentações sobre o funcionamento do sistema eleitoral, testaram urnas eletrônicas e visitaram o Museu do Voto.

O Brasil utiliza urnas eletrônicas desde 1996, quando o modelo substituiu o voto em papel. Atualmente, o país registra cerca de 156 milhões de eleitores.

Segundo a Justiça Eleitoral, o sistema passa por auditorias e testes de segurança de forma contínua. Entre os procedimentos citados estão verificação pública dos equipamentos, testes de integridade e validação dos sistemas.

Em nota, o TSE descreveu a mascote como “defensora da democracia, acessível, fácil de lidar e muito sociável”, além de apontá-la como símbolo das eleições de 2026.

O nome “Pilili” remete ao som emitido pela urna eletrônica ao final da votação. A personagem não possui voz e se comunica por gestos e elementos gráficos. A previsão é que participe de campanhas em diferentes formatos, como animações, vídeos educativos e materiais impressos, além de circular em ações pelo país.

De acordo com o tribunal, a mascote não tem gênero definido, por ter origem inspirada em uma máquina. O desenvolvimento do projeto começou em 2023, a partir de iniciativa da área de comunicação do TSE.

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4 comentários
  1. Marco Polo Gerard Bondim
    Marco Polo Gerard Bondim

    A manutenção da infantilização do que é sério no Brasil, tal qual as eleições, o meio ambiente, a saúde e o ensino, dá uma real dimensão das mentes que, infelizmente, ocupam a cena pública

  2. Osmar Martins Silvestre
    Osmar Martins Silvestre

    É isso que o TSE e a turma toda do sistema pensam dos jovens de 16 anos que vão votar? Uma figurinha que pode cativar quem tem a idade mental de alguns ministros que temos hoje. A foto dessas “batendo palminha” esclarece a lamentável situação em que se encontra o país comandado e dominado por essa gente.

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