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Política

Twitter anuncia novas medidas sobre eleições no Brasil

Identificação de candidatos e combate a fake news fazem parte da iniciativa

Conselho de acionistas da rede social aceitou oferta de compra de Musk nesta segunda-feira, 25 | Foto: Reprodução/Pixabay

O Twitter anunciou na segunda-feira 4 algumas medidas para proteger as eleições deste ano no Brasil. A plataforma irá usar etiquetas para identificar perfis de candidatos, adotará nova política para proteger o debate em torno das campanhas e fará uma curadoria das publicações, com informações confiáveis na aba Moments — com seção especial sobre as eleições 2022.

Os novos recursos serão detalhados e atualizados em uma página especial na aba Central de Ajuda. A partir de julho, o Twitter também promoverá campanhas educativas para identificar desinformação, além de dar dicas de funcionalidades da plataforma.

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Boa parte dessas novidades já foi adotada nas eleições dos Estados Unidos em 2020. A chegada dos novos recursos ao Brasil é resultado da adesão do Twitter ao Programa de Enfrentamento à Desinformação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que prevê esforços das principais redes sociais no combate às fake news nas eleições.

Novas medidas

  • Os pré-candidatos terão uma etiqueta em seu perfil identificando o cargo que estiverem disputando as etiquetas não são opcionais e não será possível removê-las.
  • Seção especial para as eleições 2022, com uma curadoria de esclarecimentos sobre os temas que repercutem no momento  — parecida com a que já existe sobre covid-19.
  • Redução do alcance das campanhas contrárias à votação e de ataques à autenticidade das urnas.
  • Página específica sobre as eleições no Brasil na Central de Ajuda, estabelecendo que as ferramentas do Twitter não podem ser usadas para interferir ou manipular as eleições.
  • Proibição de propagandas eleitorais pagas ou promovidas na rede social. Esse conteúdo só poderá contar com o alcance orgânico do Twitter.
  • Inclusão de uma etiqueta para perfis que se autoidentificam como automatizados, facilitando que as pessoas saibam que estão interagindo com um robô.

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4 comentários
  1. Moacir Salzstein
    Moacir Salzstein

    Fiamma Zarife, diretora geral do Twitter no Brasil, é uma déspota esquerdista e um câncer para o Brasil.

  2. Ana Paula F.
    Ana Paula F.

    Políticas para proteger o debate? Para quê se não existe debate, só existe censura e perseguição? Políticas ao estilo da pandemia que estão sendo todas desmascaradas uma por uma? 🤔

  3. Audie Diogo do Amaral
    Audie Diogo do Amaral

    O Twitter nós já conhecemos! mais a esquerda que o coração!

  4. Roberto Fakir
    Roberto Fakir

    A única coisa que poderá ser usada para a manipulação das eleições serão as urnas do Barroso e fo Xande, sem possibilidade de auditoria física, caso tenham problemas. Estão abolidas quaisquer perguntas ou questionamentos sobre as urnas. Tipo, pega o titulo, vota e não enche mais o saco. Foi exatamente isso que Fachin falou.

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