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Ver o rei Pelé em campo é ser feliz

Edson Arantes do Nascimento completou 80 anos na semana passada
PELE FOREVER, (aka PELE ETERNO), Pele, 2004. ©Universal/courtesy Everett
PELE FOREVER, (aka PELE ETERNO), Pele, 2004. ©Universal/courtesy Everett

Edson Arantes do Nascimento completou 80 anos na semana passada

PELE FOREVER, (aka PELE ETERNO), Pele, 2004. ©Universal/courtesy Everett

Equilíbrio de ginasta, rapidez de velocista, força de decatleta, resistência de maratonista e coragem de brigador de rua. Assim o jornalista Augusto Nunes define Pelé, ou Edson Arantes do Nascimento, no mais recente artigo que publicou na edição n° 31 da Revista Oeste. O documentário Pelé Eterno imortaliza o Atleta do Século ao narrar a vida dele e mostrar quase 400 gols e dezenas de jogadas inverossímeis do rei sem rivais nem herdeiros, lembra Augusto. “Graças ao filme, os que não viram num estádio a lenda em ação foram obrigados a render-se às imagens surreais”, afirma o colunista, ao mencionar que a produção deveria ser reapresentada uma vez por semana em todas as cidades do Brasil. “E todo vivente deveria ser instado por lei a esquecer ao menos por um dia inquietações para viver duas horas de deslumbramento numa sala escura. Porque ver Pelé em campo é ser feliz”, conclui Augusto.

Leia o artigo completo sobre o Rei do Futebol na edição n° 31 da Revista Oeste

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