Votação de parecer da PEC do voto ‘impresso’ é adiada, decide presidente da comissão

Na calada da noite, oposição pôs o texto em pauta para ser apreciado e, assim, derrubá-lo
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Comissão especial do voto 'impresso' | Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados
Comissão especial do voto 'impresso' | Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

O parecer da proposta de emenda à Constituição que trata do voto auditável será adiada para a próxima sessão. Portanto, depois do recesso parlamentar. É o que decidiu o presidente da comissão, deputado Paulo Eduardo Martins (PSC-PR), nesta sexta-feira, 16. O movimento ocorreu depois de uma tentativa de oposicionistas de sepultar a PEC na comissão.

“Essa é uma prerrogativa do relator, conforme o artigo 57, inciso 11, do regimento interno. Eu concedo o prazo para o relator fazer ajustes no texto até a próxima sessão ordinária”, disse Martins, encerrando a reunião.

Leia também: “É proibido modernizar a urna eletrônica?”, reportagem publicada na Edição 69 da Revista Oeste

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13 comentários

  1. Essa investida acintosa contra a garantia da eficácia do voto, que essa proposta institui, só pode ser explicada admitindo-se que essas pessoas sabem, de antemão, que não dependem do voto de ninguém para manter o seu poder.
    Não há um único argumento válido contra esta PEC. Até a questão do custo de implantação caiu por terra diante do fundo partídário para 2022.
    Nossa democracia não passa de uma grande fraude. Se alguém ainda tinha dúvidas sobre isso, está aí a prova.

  2. Podem adiar o quanto quiserem, jamais conseguirão aprovar essa urna eletrônica com impressora acoplada. Enquanto existir esse escandaloso e escancarado ativismo deste tribunal STF/TSE de nada adiantará é como remar contra uma correnteza fortíssima. Desistam, que essa luta é muito desigual. Porém se quiserem levar isso adiante, que levem mas de nada adiantará.

    1. Podem ir para as ruas, fazer um estrondoso barulho, fazerem o que quiserem que eles recuarão momentaneamente, em seguida voltarão com a mesma proposta, outra reação popular e assim por diante e se repetirá “ad infinitum”. Me digam quem ganhará essa guerra de desgaste? Eu já sei quem irá ganhar e nem é preciso dizer quem.

    2. Isso aqui não é a Ucrânia. Esses comunistas projetaram essa cidade naquele lugar não foi à toa. Vão “ucranizar” em Brasília? Duvido!

  3. Paulo Renato, as manifestações por ora ainda são pacíficas, mas já tem voz corrente entre a população que as manifestações deverão ter destino e força adequada. Um porrete no lombo é profilatico.

    1. Na Ucrânia, os ucranianos conseguiram derrubar o presidente pró-Rússia, depois de um longo inverno com fogueiras nas ruas para se aquecerem, em compensação perderam a Criméia para a Rússia. Em Cuba, um pequena ilha, a mobilização popular faz um efeito razoável mas num país deste tamanho com uma população muito dispersa e desigual, isso é impossível. Não estou tentando desanimar ninguém, só acho que desta forma essa mobilização popular não trará efeito algum. Temos que pensar em outras soluções mais eficientes. Quantas pessoas que estão sabendo deste negócio de urna auditável? Quantos sabem o significado da palavra auditável? Garanto que a grande maioria deste povão nem está sabendo do que acontece por aí, garanto isso a você.

  4. E POVO BRASILEIRO QUE PAGA A CONTA DA MAMATA ATUAL E DA LADROAGEM DAS ORCRIMs DO PASSADO PRECISA REAGIR CONTRA ESSE FUNDO ELEITORAL E EXIGIR FAXINA GERAL NOS PODRES NOS PODERES.

  5. Proposta ALTERNATIVA ao Voto Impresso garante, sem necessidade de aprovação de PEC, 95% de confiança ao resultado das eleições, com 1% de margem de erro e com custos mínimos, se forem adotados os procedimentos sugeridos nesse vídeo do Canal OBTJ -> https://youtu.be/ebVV0EldkOY. Nada mais é que um teste de integridade em tempo real a ser realizado no dia das eleições em apenas 2% das urnas. Essa ideia resolve toda a polêmica, lembrando que o próprio voto impresso pode ser fraudado.

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