O veneno da violência

Como os grupos “antifascistas” estão agredindo a democracia, sob o beneplácito da imprensa

Em 23 de janeiro de 1992, Rodrigo de Gasperi, de 13 anos, morreu quando uma bomba de fabricação caseira explodiu durante um jogo entre São Paulo e Corinthians. Oficialmente, Gasperi foi a primeira vítima a ser morta em confronto entre torcidas organizadas no Brasil. Antes dessa partida pela Copa São Paulo de Futebol Júnior, a violência nos estádios parecia uma exclusividade de torcedores de outros países, como os hooligans ingleses ou os barra bravas argentinos.

Manifestantes atiram pedras contra policiais militares, que revidam com bombas de efeito moral

Em 20 de agosto de 1995, Marcio Gasparin, de 16 anos, foi morto a pauladas em mais um enfrentamento entre são-paulinos e palmeirenses no Estádio do Pacaembu, que feriu outros 102. De lá para cá, mais de 300 foram assassinados em confrontos do gênero. A selvageria epidêmica acabou amputando o espetáculo do futebol com o advento dos jogos com torcida única. É proibida a entrada de quem não torce pelo time mandante.

Nos atos “pró-democracia” ocorridos em 31 de maio e 1º de junho, ao lado de integrantes de torcidas organizadas, agiram os antifas, abreviação de “antifascistas”. O manual “Formando um grupo de afinidade antifa”, traduzido e divulgado pelo Coletivo Planètes, detalha algumas regras e orientações destinadas aos interessados na criação de ramificações dessa tribo. Em sua página na internet, o Planètes se apresenta como “um bando de anarquistas baderneiros, predispostos a um anarquismo sem adjetivos”. Logo no início, o documento explica que “o nome antifa lhe dá um certo nível de reconhecimento […] mas também inclui obrigações e desvantagens”.

Uma das imagens que ilustram o manual “Formando um grupo de afinidade antifa”

Treinamento em artes marciais, uso de armas brancas e até mesmo porte de armas de fogo

Os antifas estão envolvidos nos protestos contra o racismo que eclodiram nos Estados Unidos depois da morte do segurança George Floyd, assassinado de maneira cruel pela polícia em Minneapolis há uma semana. As cenas de baderna, furto e depredação do patrimônio fizeram com que o presidente Donald Trump rotulasse as organizações antifas como “terroristas”.

Curiosamente, nos locais em que os manifestantes se reunirão, aparecem pilhas de tijolos logo depois da convocação por grupos de WhatsApp e redes sociais. Assim, fachadas e vitrines podem ser rapidamente depredadas. Manifestações antifas também ocorreram em Paris e Amsterdã. Na Cidade do México, um policial chegou a ser morto.

“Construa uma cultura de não cooperação com os agentes da lei”, ensina a versão brasileira do manual. “Os policiais serão apoiadores de Bolsonaro; não colabore com eles.” Em outro ponto, a sugestão é que os integrantes dos grupos antifas cuidem da autodefesa. “Enquanto a maioria das ações antifas não envolve confronto direto, e a quantidade de confrontos varia de grupo para grupo, às vezes o confronto é necessário”, explica o documento. O manual também recomenda treinamento regular em artes marciais.

Outro conselho diz respeito a análise das leis locais sobre posse de dispositivos como sprays de pimenta e tacos retráteis. No trecho sobre armas, os autores recomendam: “Se você optar por possuir armas, pratique regularmente. […] Tenha em mente que as lojas de armas e os próprios proprietários dos clubes de tiro são frequentemente ligados a grupos políticos de direita.” Adiante, alerta-se para que os ativistas não postem nas redes sociais imagens de armas.

Alheios a essas evidências, a maior parte da imprensa e os idealizadores dos protestos acharam normal a presença em manifestações “pró-democracia” de gente que rejeita o convívio entre contrários e tem muito apreço por guerras permanentes. Também não enxergaram impressões digitais dos torcedores fanáticos na depredação do patrimônio público e nas batalhas contra a Policia Militar. Novas manifestações foram convocadas para este fim de semana e mais cenas de violência podem vir a ser registradas.

No Brasil, o Movimento Antifa é quase uma franquia do PCdoB. O partido, por meio do seu braço “educacional”, financia uma certa Escola de Formação Política Castro Alves, que oferece um curso gratuito a candidatos a militante antifa. Com duração de seis dias, “Entenda o fascismo para ser antifascista” tem aulas online sobre temas como “Lições de antirracismo para ser antifascista” e “Bolsonarismo e neofascismo”. Por trás do nome fantasia da escola, está o CNPJ da União da Juventude Socialista, outra entidade ligada ao PCdoB.

São Paulo

Em São Paulo, o protesto começou por volta do meio-dia do domingo 31, em frente ao Masp, na Avenida Paulista. A maioria dos manifestantes vestia roupa preta ou camiseta de torcidas organizadas, usava máscara de proteção e boné, gorro ou capuz, o que dificultava a identificação. Com braços erguidos e punhos cerrados, eles marchavam e gritavam palavras de ordem contra o governo federal, os fascistas e pela democracia.

Num dos vídeos do ato, torcedores da Gaviões da Fiel começam a cantar um hino da torcida que diz “A gente gosta de bater nos porco, de dar porrada e de dar paulada, a gente bate, bate, bate forte e não quer parar”. Quase imediatamente são repreendidos por uma voz que diz “Não! Não! Não! Os caras sabe que nóis tá aqui [sic]”.

Perto dali, próximo à esquina com a Rua Pamplona, um grupo bem menor de apoiadores de Jair Bolsonaro ostentava camiseta da Seleção Brasileira, carregava bandeiras do Brasil e reivindicava a reabertura do comércio durante a pandemia de coronavírus. Outra meia dúzia pedia intervenção militar, o fechamento do Congresso e o fim do Supremo Tribunal Federal.

O estopim para o início da confusão aconteceu por volta das 14 horas, quando integrantes dos dois grupos se cruzaram próximo ao prédio da Fiesp. Além de uma mulher de meia-idade, que carregava as bandeiras do Brasil e dos Estados Unidos e segurava um taco de beisebol, os manifestantes “antifascistas” se indignaram com a presença de um homem que tinha sobre os ombros uma bandeira da Ucrânia — classificada por eles como um “símbolo nazista usado pelo partido de extrema direita ucraniano”.

Embora o governo da Ucrânia negue, a bandeira rubro-negra é considerada pelos grupos antifascistas um “símbolo nazista usado pelo partido de extrema direita ucraniano”

“A bandeira rubro-negra é histórica. A faixa negra simboliza a terra fértil da Ucrânia, e a vermelha, o sangue que ucranianos durante séculos derramaram na luta por nossa soberania, liberdade e independência”, tentou explicar, em vão, Rostyslav Tronenko, embaixador da Ucrânia no Brasil, no dia seguinte ao do confronto. “Em 2015, o Parlamento ucraniano aprovou uma lei que proíbe o uso de símbolos nazistas e comunistas. Existe uma lista de símbolos proibidos, e essa bandeira não está entre eles.”

A Polícia Militar se colocou entre os dois grupos para tentar evitar o confronto. Mesmo assim, houve confusão. Pouco depois, manifestantes “antifascistas” começaram a arremessar pedras e pedaços de pau contra os policiais, que revidaram com bombas de efeito moral. Barricadas com objetos em chamas foram montadas. Uma caçamba foi arrastada para o meio da rua e uma banca de jornal acabou depredada. Cinco pessoas foram presas. Algumas portavam produtos químicos e armas brancas.

Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro, os conflitos aconteceram na Praia de Copacabana, quando grupos “antifascistas” e integrantes da “Democracia Rubro-Negra”, torcida organizada do Flamengo, se aproximaram de manifestantes que gritavam palavras de ordem a favor de Jair Bolsonaro. Numa das fotografias tiradas no momento da confusão, um homem vestido de verde e amarelo aparece deitado no chão, tentando se proteger com os braços, enquanto recebe um chute na costela. Os policiais usaram spray de pimenta e gás lacrimogêneo.

Manifestante a favor de Jair Bolsonaro é espancado por grupo rival

 

Curitiba

Realizado na noite de segunda-feira, 1º de junho, o protesto na capital paranaense foi o mais violento. Enquanto gritavam palavras de ordem contra o racismo, os manifestantes aproveitaram para depredar o Fórum Cível, a Junta Comercial, agências bancárias, pontos de ônibus e outros patrimônios públicos.

Em frente ao Palácio Iguaçu, sede do governo do Estado, integrantes do grupo não se intimidaram. “Tentaram entrar, passaram a arremessar pedras contra o edifício, arrancaram a bandeira do mastro, rasgaram e queimaram parte dela”, relatou o comando da Polícia Militar, em nota.

Enquanto queimavam a bandeira nacional, os manifestantes gritam “Fogo no Brasil!”. Sete pessoas foram presas por depredação e vandalismo e encaminhadas ao Centro de Operações Policiais Especiais. Entre os detidos, estava Kevin Pereira Nunes, de 21 anos, filiado ao MDB.

“O Movimento Democrático Brasileiro do Paraná tomou conhecimento de que uma das pessoas presas sob suspeita de depredar patrimônio público é filiada do partido desde 2015”, afirmou em nota Paulo Galeto, secretário-executivo do partido no Paraná. “De modo algum o MDB compactua com qualquer ato de destruição. Lamenta o ocorrido, ao mesmo tempo que reconhece a impossibilidade de seguir passo a passo todos os filiados.”

Também filiada ao partido de Roberto Requião, um dos maiores críticos do governo Bolsonaro, Vera Regina Giebmeyer, advogada de Kevin, explicou que seu cliente foi às manifestações atraído por uma postagem no Facebook que mencionava uma “manifestação pacífica e antirracista”. A advogada nega que ele tenha se envolvido em atos de vandalismo. Em depoimento, Kevin afirmou que foi preso “porque alguém tem que pagar pelo ato, não importando quem seja”.

Leonardo Maia de Ávila, outro manifestante detido, publicou em seu Facebook um texto em apoio aos protestos contra a morte de George Floyd. “A noite foi marcada por fortes confrontos, com carros e edifícios incendiados, barricadas foram erguidas em todos os cantos da cidade e grandes lojas foram saqueadas”, diz o relato. “A casa do policial responsável pelo assassinato de Floyd foi cercada por manifestantes, e sua delegacia está totalmente destruída. A cidade está fora do controle e a polícia se encontra totalmente acuada.” Em outra publicação, ele celebra o reaparecimento do Anonymous “depois de seis anos”. O grupo é acusado de ser o responsável pela divulgação ilegal de dados pessoais de Bolsonaro, familiares e aliados do presidente.

Todos os sete detidos em Curitiba foram liberados.

Democracia X Democracia

Embora classifiquem a si próprios como integrantes de movimentos “pela democracia”, os organizadores desses atos têm uma visão do sistema democrático bastante relativa. “Foi tudo bem até as 14 horas, quando passaram duas pessoas vestidas de militares de um lado e, do outro lado, uma senhora com um taco de beisebol na mão. Daí, é claro, deu confusão, bateram neles”, relata Chico Malfitani, um dos fundadores da Gaviões da Fiel. “Nem houve briga. Se tivesse havido, seria um massacre. Mas não era nossa intenção. Queríamos defender a liberdade e a democracia. Até a liberdade do outro lado.” Em seguida, pondera: “Desde que não seja a liberdade de pedir uma ditadura”.

Curiosamente, nenhuma torcida organizada jamais foi às ruas manifestar-se contra a roubalheira na CBF ou em oposição à corrupção generalizada em governos anteriores.

Manifestações em tempos de coronavírus

Enquanto as manifestações em apoio a Jair Bolsonaro que vêm acontecendo semanalmente há meses foram sempre muito criticadas por causarem aglomerações, o que aumenta o risco de contaminação pelo coronavírus, a imprensa parece ter se esquecido da existência do vírus chinês no último fim de semana. Foram raríssimas as reportagens que fizeram referência ao tema. Alguns textos publicados em sites e redes sociais, ao contrário, estimularam o comparecimento aos atos.

Pouco se falou do risco de contaminação pelo coronavírus com as aglomerações

“Essa é a hora de darmos uma resposta à altura”, escreveu no site do Mídia Ninja Amara Moira, uma das porta-vozes da chamada esquerda, que se define como “travesti, feminista, trabalhadora sexual e autora do livro E Se Eu Fosse Puta”. “É um risco grande, mesmo tomando todas as medidas de segurança — máscara o tempo todo, álcool em gel sempre à mão, distância mínima, evitando contato físico e mexer no rosto. Mas é um risco que precisamos correr, sobretudo os que estiverem numa situação mais privilegiada nesse confinamento.”

Quebrar o confinamento, no caso, foi descrito como um “ato de reação necessária”. “Assumimos esse risco e soltamos recomendação para que as pessoas fossem de máscara, levassem álcool em gel”, contou ao UOL Danilo Pássaro, evangélico, integrante da Gaviões da Fiel, estudante de História na USP e filiado ao Psol, que acabou assumindo uma função de liderança na manifestação de domingo. “Assim que a gente chegou, fiz um discurso dizendo que preferia estar em casa cuidando da minha família e da saúde. Hoje o Brasil tem quase 30 mil pessoas mortas na pandemia. E isso é uma das coisas que têm nos incentivado a manifestar.”

Os números

A obsessão por números também desapareceu do noticiário. E os pouco mais de 4 mil manifestantes estimados extraoficialmente nos atos do fim de semana em quatro capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre) foram tratados como responsáveis pela iminente queda do governo.

O que existiu, na realidade, foram pequenos grupos radicais dos dois lados. Seitas que defendem suas verdades à esquerda e à direita. As grandes ausências não se limitaram às multidões. Também a democracia não compareceu.

Manifestantes contra e a favor do governo se enfrentam na Avenida Paulista. A imagem é a ilustração da intolerância

Leia também nesta edição “A voz e a fúria das ruas”, da colunista Selma Santa Cruz

 

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20 comentários

  1. Terminou mal a matéria, os manifestantes pró-Bolsonaro já tinham organizado a manifestação na Paulista. E quem desrespeitou a Constituição pedindo democracia foi a turma do tal Chico Malfitani. Art. 5°, inciso XVI, da Constituição Federal de 1988, que dispõe que “todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido o aviso à autoridade competente

    1. Vocês tratam o conflito de forma desonesta. Não citam o ponto essencial da questão, ou seja, que, no local, havia uma manifestação dos Bolsonaristas previamente marcada e que, consequentemente, os vagabundos foram para lá pura e simplesmente praticar arruaça e impedir a outra manifestação. No mais, em breve já percebo que vocês vão virar uma Crusoé.

    2. Feio o final da matéria. O que existiu foi uma manifestação democrática de direita que foi zoneada por anti rufos e todos. Seita não, vcs estão equivocados. Cuidado.

    3. Concordo com vc, Henrique. Tbm percebi essa maledicência contra a verdadeira manifestação democrática favorável ao governo, forçando semelhanças entre coisas totalmente desiguais. Se essa revista começar a se transformar numa nova Crusoé, só serei sua assinante por um ano. E ainda farei campanha contra a mesma. Começam com um discurso conservador e logo mudam a postura. Pensam que somos esquerda burra.

  2. Em qualquer país sério esse grupelho é enquadrado como célula terrorista. São detratores da democracia. Cospem nas liberdades individuais, abominam o pensamento divergente e tentam intimidar quem ouse ir na contramão de suas loucuras.

    Em absolutamente TODAS manifestações pró-governo, não houve UM confronto sequer com a PM ou qualquer rastro de confusão. O patrimônio público/privado sempre permaneceu intacto e respeitado. A manifestação, ao contrário dos grupos terroristas de extrema-esquerda, se limitava a críticas e exposição do pensamento de forma pacífica, da forma que está consagrada em nossa constituição.

    Além das ações anti-democráticas promovidas pelo grupo terrorista “Antifa” e asseclas, lamentável também é o papelão da grande mídia, que a qualquer custo tenta enfiar goela abaixo de seus espectadores de que tais movimentos são “a favor da democracia”. Piada de mau gosto.

    É como dizia Winston Churchill: “os fascistas do futuro chamarão a si mesmos de “antifascistas”.

    1. O último parágrafo é de uma desonestidade intelectual e um cinismo que parece ter sido escrito por outra pessoa e a outro tempo. Os radicais estavam do lado desses blackbloks e antifas que não passam de terroristas juvenis idiotizados, condenados, pela mais absoluta ignorância, ao fracasso como homens e como cidadãos.

  3. Uma pequena porém significativa correção: “assassinado de maneira cruel pela polícia” não. Assassinado por um policial e três cúmplices. A instituição POLÍCIA não pode ser acusada desse assassinato.

    1. Exatamente. A Polícia toda não pode nem deve ser responsabilizada por erro de um policial.
      E os baderneiros daqui que foram presos, foram soltos. Como? Deviam está confinados junto a outros marginais.

  4. Revista Oeste, fico no aguardo de uma demonstração clara de qualquer manifestação a favor do Governo que tenha havido um único ato de violência ou vandalismo!
    Não narrativas, somente fatos mostrados com imagens…

  5. O texto é longo, mas não tem profundidade. Lamentavelmente termina de forma inesperada e abrupta como o filme de Michael Haneken, Cachê.

  6. Essa matéria não passa de um clipping sem acuidade que nos leva pra lugar nenhum. No final, ainda comparam os movimentos pacíficos que se repetem semanalmente com uma baderna terrorista importada.
    Lamentável, Oeste!

  7. O final do texto não pode ser o fechamento da matéria que por dezenas de linhas trás uma convincente explicação sobre a origem e os objetivos desses criminosos portanto armas brancas e levando o terror seja aos transeuntes quanto a qualquer manifestante que está na rua exercendo um direito constitucional de protestar. Realmente no último parágrafo o autor se perdeu de tal maneira que começou a chamar urubu de meu loro.

  8. Tá foda essa revista, a pior parte foi quando o autor do texto quer saber mais sobre a Ucrânia que o embaixador ucraniano que proibiu nazismo e comunismo. Mesmo assim o autor de forma vil associa indiretamente a bandeira ao nazismo apenas pelas cores. Então o Flamengo é nazista tb pelo visto. Além disso quem disse que nazismo é extrema direita? Não leu Hayek pelo visto

  9. Em certo trecho da ótima reportagem é dito: ” … Danilo Pássaro, evangélico, integrante da Gaviões da Fiel, estudante de História na USP e filiado ao Psol.” Quer dizer o cara é evangélico e ao mesmo tempo filiado aos comunistas ateus do PSOL, kkkkkkkkk Vê-se o nível dessa militância abestalhada de humanas das universidades públicas brasileiras. A esse respeito, indico o excelente livro A Corrupção da Inteligencia, de Flávio Gordon mostrando, sobretudo, o aparelhamento de nossas universidades ´por comunistas.

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