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Nikolas Ferreira durante a Caminhada pela Liberdade. O trajeto foi de Paracatu (MG) até Brasília | Foto: Vitor Liasch/Gabinete do vereador Lucas Pavanato
Edição 307

A grande ideia de Nikolas

A caminhada improvisada de 250 quilômetros até Brasília colocou na estrada milhares de brasileiros que saíram da apatia e perderam o medo de lutar pela liberdade

Como levar novamente o povo para as ruas? A ideia de organizar uma ampla manifestação popular surgiu pela primeira vez em julho do ano passado, quando o deputado federal Nikolas Ferreira refletia sobre a escalada do autoritarismo judiciário no país. Naquele momento, dois anos e meio depois dos protestos de 8 de janeiro de 2023, o debate público parecia travado, as mobilizações de rua haviam perdido eficácia e os brasileiros davam sinais de apatia e esgotamento político.

Mas foi só poucos dias atrás que a proposta de uma marcha até Brasília ganhou forma. Não haveria palanque, caminhão de som nem aparato profissional de mobilização. Tampouco haveria custos, verbas partidárias ou negociações com autoridades para viabilizar o evento. Nikolas decidiu simplesmente ir. E, em 19 de janeiro, ele foi.

Vestindo camiseta branca, calça jeans clara e tênis preto, Nikolas pisou na BR-040 junto com o nascer do sol. Aquele foi o primeiro passo da jornada de 250 quilômetros que o levou da cidade de Paracatu, no noroeste de Minas Gerais, até a Praça do Cruzeiro, mirante de onde se avistam o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal (STF).

Começou quase sozinho, ao lado de poucos assessores e sem grandes preparativos. Aos poucos, moradores das cidades cortadas pela rodovia passaram a se juntar ao cortejo. Depois, vieram caravanas improvisadas e gente sozinha. Políticos de partidos de oposição também decidiram aderir ao grupo — alguns logo no início, outros apenas nos quilômetros finais.

Em 25 de janeiro, um domingo, quando chegou ao destino, Nikolas estava acompanhado de cerca de 50 mil pessoas de todas as partes do Brasil. O foco do protesto, que acabou se consolidando como uma das maiores mobilizações populares da história recente do país, foi o pedido de liberdade para o ex-presidente Jair Bolsonaro, preso e condenado pela suposta tentativa de golpe nas eleições de 2022.

Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro participaram da Caminhada pela Liberdade e Justiça, liderada pelo deputado Nikolas Ferreira | Foto: Reuters/Mateus Bonomi

O percurso revelou desafios pouco captados nos registros editados das redes sociais. Nos primeiros dias, o desgaste físico se impôs rapidamente. Vestidos com roupas comuns, inadequadas para longas caminhadas, muitos participantes ajustaram o passo à medida que o corpo dava sinais de exaustão. Com o avanço da marcha, surgiram dificuldades de organização. Crianças e idosos tentavam acompanhar o grupo; apoiadores buscavam aproximação constante. Em alguns trechos, foi necessário interromper a caminhada para improvisar cordões humanos e evitar acidentes na rodovia. Houve dias de chuva, frio e cansaço acumulado. Oeste acompanhou a manifestação in loco (clique neste link para saber os detalhes).

Ao longo da caminhada, Nikolas passou a receber manifestações públicas de apoio das principais lideranças conservadoras. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, por exemplo, divulgou vídeos para elogiar a iniciativa e Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, destacou o simbolismo do ato. Em Minas Gerais, o governador Romeu Zema endossou publicamente a marcha até Brasília. Já o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República, gravou vídeos para parabenizar a mobilização, enquanto o ex-vereador Carlos Bolsonaro, pré-candidato ao Senado por Santa Catarina, participou da marcha. A caminhada cessou ao menos temporariamente as rusgas entre os representantes da direita e os uniu em torno de um objetivo comum.

Essa capacidade de mobilização se traduz em cenas recorrentes no cotidiano do Congresso. O gabinete de Nikolas, no sétimo andar do Anexo IV da Câmara, é ponto de passagem para candidatos de diferentes regiões do país. Há relatos de filas que ultrapassam quatro horas apenas para a gravação de um vídeo curto ou para uma fotografia ao lado do parlamentar. Quando a agenda de votações o mantém no plenário, os interessados o acompanham pelos corredores. O roteiro é sempre o mesmo: Nikolas olha para a câmera do celular, menciona o nome do candidato, pede voto e segue para o próximo. Em eventos públicos, a dinâmica se repete em escala ampliada. Em uma única passagem por Belo Horizonte, o parlamentar gravou mais de 200 vídeos de apoio em um mesmo dia. Mas não são só apoiadores anônimos que se beneficiam dessa popularidade: deputados como Luciano Zucco e Filipe Barros, ambos com trajetória consolidada na política, relatam ter usado a influência de Nikolas para gravar dezenas de mensagens de apoio. O parlamentar virou ativo de campanha dentro do Partido Liberal (PL).

Em nome do pai

Nascido em Belo Horizonte, em 1996, Nikolas cresceu na região da Cabana do Pai Tomaz, uma das maiores favelas da capital mineira. O bairro, marcado pela forte presença de igrejas evangélicas, funciona como espaço de convivência comunitária, onde atividades religiosas e familiares estruturam a vida social. Nesse contexto, o pai de Nikolas, pastor Edésio de Oliveira, teve papel central na formação religiosa e moral do filho. A rotina era marcada por cultos e leituras bíblicas. Hoje, Nikolas costuma dizer que a formação familiar o forjou para a vida real. Sob orientação do pai, aprendeu a falar em público, a sustentar argumentos e a confrontar ideias distintas.

Antes de se dedicar integralmente à vida religiosa, Edésio, que vem de uma família de 12 irmãos, construiu trajetória no setor industrial. Começou a carreira como office-boy em empresas ligadas ao grupo Fiat e, posteriormente, passou a atuar na New Holland, fabricante de tratores. Ao longo dos anos, ascendeu a funções técnicas e de gestão. Chegou a começar a graduação em engenharia mecânica e, mais tarde, prestou vestibular para psicologia, ao mesmo tempo em que mantinha atuação como obreiro na Assembleia de Deus. Em 2008, Edésio assumiu um setor da New Holland com escritório instalado na França. A mudança levou a família a viver nos arredores de Paris por cerca de um ano. Nesse período, Nikolas e a irmã mais velha estudaram em colégio bilíngue, com ensino em francês e inglês. A experiência no exterior terminou quando Edésio decidiu retornar ao Brasil para atender ao que descreve como um chamado pessoal: dedicar-se integralmente à Comunidade Evangélica Graça e Paz, igreja que havia fundado anos antes. A família retornou para a mesma casa onde morava em Cabana do Pai Tomaz.

Nikolas, com a filha Aurora no colo, ao lado do pai, Edésio, e da mãe, Ruth | Foto: Reprodição/X

A educação formal de Nikolas ocorreu em escolas particulares, com bolsas de estudo. Mais tarde, cursou Direito na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG). Ali, a vida mudou. O episódio que o projetou nacionalmente ocorreu em 2013, quando tinha 17 anos. Incomodado com uma prova de sociologia que abordava identidade de gênero, o então universitário escreveu um texto crítico no Facebook. Encerrou a publicação com uma frase do escritor Nelson Rodrigues: “Sou reacionário, sim. Reajo contra tudo que não presta”. O texto viralizou, foi reproduzido por sites conservadores e chamou atenção do movimento Escola Sem Partido e de integrantes da família Bolsonaro. Ainda na PUC-MG, Nikolas participou ativamente de eventos acadêmicos e debates públicos. Em uma dessas ocasiões, pediu a palavra em um encontro universitário que contava com a presença do teólogo comunista Leonardo Boff, criticou os participantes e acabou retirado do local.

Sob influência do filósofo Olavo de Carvalho, Nikolas decidiu ampliar o repertório intelectual e passou a ler autores associados à esquerda, como Karl Marx e Antonio Gramsci. A ideia era compreender o que interpretava como a presença de um projeto ideológico na educação, na cultura e na produção artística. Esse percurso intelectual contribuiu para o desenvolvimento de uma visão crítica sobre a atuação da mídia, do entretenimento e das instituições educacionais.

Durante a passagem pela universidade, Nikolas era descrito por colegas e professores como um aluno participativo, que questionava conteúdos em sala de aula sem recorrer a confrontos pessoais. Em debates sobre temas científicos e filosóficos, como a teoria da evolução, expunha discordâncias a partir de convicções religiosas. Fora da sala de aula, mantinha rotina discreta. Frequentava encontros com amigos, mas evitava consumo de álcool e dizia ter o desejo de se casar antes de iniciar a vida sexual, posicionamento que apresentava como coerente com a educação recebida em casa.

A ascensão política

Nos anos seguintes, Nikolas aproximou-se de movimentos conservadores em Minas Gerais e ajudou a organizar encontros com jovens lideranças políticas. O coletivo Direita Minas, do qual era integrante, participou das manifestações pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016.

Antes de disputar cargos eletivos, Nikolas atuou como assessor parlamentar do deputado federal Junio Amaral, que havia conhecido nos anos de militância política. A experiência durou dois anos, de 2018 a 2020. Depois, seguiu voo solo e elegeu-se vereador em Belo Horizonte. No mandato, obteve visibilidade por meio de discursos incisivos, confrontos em plenário e projetos ligados a pautas culturais. Mais tarde, em 2022, tornou-se deputado federal com votação recorde, a maior do país naquele pleito. Em Brasília, manteve a estratégia que o havia projetado: comunicação direta, temas de forte apelo popular e presença constante nas redes sociais.

Nikolas Ferreira ao lado de Bruno Engler, atualmente deputado estadual por Minas Gerais, e do ex-deputado estadual paulista Douglas Garcia | Foto: Arquivo Pessoal

Nikolas consolidou-se como um dos políticos com maior alcance digital. Seus perfis somam milhões de seguidores e alto engajamento, principalmente entre jovens e evangélicos: Instagram (20 milhões), TikTok (8,5 milhões), X (5,5 milhões), Facebook (3,3 milhões) e YouTube (2,5 milhões). A leitura estratégica das redes acompanha sua atuação institucional. São vídeos curtos, com linguagem simples e timing ajustado ao noticiário. Em janeiro de 2025, por exemplo, diante da iminência do monitoramento do Pix pelo governo Lula, o deputado divulgou um vídeo em todas as plataformas para denunciar a nova cruzada petista contra os pobres. Foram 200 milhões de visualizações em 24 horas — audiência superior à verificada em publicações do marqueteiro Sidônio Palmeira, chefe da Secretaria de Comunicação Social (Secom); de todos os telejornais do Grupo Globo somados, incluindo as transmissões da TV fechada e do streaming; e até mesmo as postagens da cantora Anitta. A caminhada até Brasília também se encaixa nesse método. Nikolas apostou em uma manifestação contínua, capaz de gerar narrativa diária e manter atenção constante dentro e fora do ambiente virtual. Não por acaso, a manifestação uniu diferentes segmentos da direita em torno de um mesmo propósito, ainda que temporariamente. Influenciadores, parlamentares e líderes religiosos compartilharam imagens da marcha.

Fora da internet, Nikolas é um brasileiro comum. Torcedor declarado do Cruzeiro Esporte Clube, acompanha futebol com entusiasmo. Na música, tem preferência pelos astros norte-americanos Michael Jackson e Whitney Houston. Casado com a modelo Lívia Bergamim Orletti, Nikolas é pai de duas meninas. Apesar da intensa atividade no universo digital, evita expor a vida privada.

Paralelamente à atuação política, Nikolas investiu na produção editorial. É autor de O cristão e a política: descubra como vencer a guerra cultural, obra em que defende a participação ativa de cristãos na vida pública e sustenta que disputas políticas contemporâneas passam sobretudo por valores morais e culturais. Mais recentemente, lançou Criando filhos para o amanhã, escrito em parceria com os pais, Edésio de Oliveira e Ruth Ferreira, no qual aborda temas ligados à educação familiar, à formação moral e à transmissão de princípios religiosos às novas gerações. Nikolas também investiu na produção editorial destinada às famílias e às crianças. Em parceria com a deputada estadual catarinense Ana Campagnolo, lançou os livros infantis Ele é Ele e Ela é Ela, publicados pela Editora Vida. As obras foram concebidas como material de apoio para pais e educadores interessados em abordar temas ligados à identidade e à formação moral a partir de valores cristãos.

Aos 29 anos, Nikolas deve se reeleger como deputado federal nas eleições de outubro. Em razão da idade, está impedido de disputar uma vaga no Senado. A escalada será possível apenas em 2034, quando terá mais de 35 anos. Se depender das lideranças do PL, contudo, o voo será ainda mais alto. O partido quer elegê-lo presidente da República.

Nikolas Ferreira ao lado da mulher, Lívia, e das duas filhas pequenas | Foto: Reprodução/Instagram

Leia também “O cinismo da campanha lulopetista contra Nikolas Ferreira”

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12 comentários
  1. Antonio Aroudo Gomes de Oliveira
    Antonio Aroudo Gomes de Oliveira

    Por muito tempo resisti a assinar Oeste, mais dessa vez não deu, a feliz ideia da tevista em colocar o Nicolas na capa e um relato da semana da caminhada foi decisivo para minha assinatura. Não me arrependi, uma reportagem digna embelezar a historia. So tenho a dizer: Parabens.

  2. Lourival Nascimento
    Lourival Nascimento

    A CAMINHADA DO NIKOLAS, O PADRE E A IGREJA CATÓLICA
    O Padre Ferdinando Mancilio disse na homilia, subliminarmente, como faz a ultra extrema esquerda cleptocrata do LULA associada à funesta Teologia da Libertação, que PRENDE a verdade em favor das narrativas, foi patético, desonesto intelectualmente, parcial e panfletário. É sintomático, que ante tantos problemas reais que a Igreja Católica enfrenta em seu seio, o Padre Ferdinando seja omisso quanto às “artes” do seu confrade, o Padre Júlio Lancellotti, também conhecido como LANÇA LEITE. Nenhuma Igreja é perfeita, posto serem formadas por homens e mulheres que buscam remissão das suas almas ante seus pecados, dos quais nenhum de nós pode se orgulhar. A alegoria do Padre Ferdinando sobre armas, omite covardemente, que a Igreja Católica, na Idade Média, formou as Cruzadas, que foram historicamente demonstração de força bélica, que exerceu poder militar e político significativo. A partir do século XI, a Igreja desenvolveu a capacidade de mobilizar nobres seculares e exércitos para proteger a cristandade e conquistar a Terra Santa, que não poderia confrontar os sarracenos comandados por Saladino, primeiro sultão do Egito e da Síria, que unificou forças muçulmanas contra os CRUADOS, uma força armada pela IGREJA CATÓLICA, senhor Padre Ferdinando. A ação das CRUZADAS, Padre Ferdinando, fez surgir o PRIMEIRO BANCO DO MUNDO, que lembro ao senhor, não são poucos os rolos do BNACO DO VATICANO, esconderijo de fortunas da Máfia, como no caso do Banco Ambrosiano. A maior demonstração de FORÇA BRUTA da Igreja Católica, Padre Ferdinando, foi na INQUISIÇÃO, que ou o senhor não conhece, ou omite por covardia e parcialidade. Pessoas foram perseguidas, torturadas e mortas por determinação dos PAPAS Gregório IX (que a instituiu formalmente em 1233), Inocêncio IV (autorizou a tortura), Sixto IV (autorizou a Inquisição Espanhola) e Paulo IV (liderou a Inquisição Romana contra hereges). O senhor acha, Padre Ferdinando, que a IGREJA CATÓLICA não usou armas mesmo? Em qual tempo da História habita a sua pobre alma, Padre Ferdinando? Com sua alma de Pastor, Padre Ferdinando, já visitou favelas dominadas pelos traficantes de drogas e armas, para ouvir as pessoas subjugadas? Já tentou pacificar as favelas dominadas pela criminalidade, ou sua ideologia moral e pastoral não lhe permite tanto? Tomás de Torquemada, a mando de PAPAS, no PLURAL SIM, fazendo a desgraça que fez, é muito mais honesto que o senhor, Padre Ferdinando. Vamos aos dias de hoje, Padre Ferdinando. A Guarda Suíça, que protege o Vaticano e o Para Leão IVX não usa a Bíblia como COLETE BALÍSTICO, nem se defende com uma FUNDA, como DAVI usou contra Golias, mas com POTENTES E DISSUADORAS ARMAS DE FOGO, Padre Ferdinando. Obediência à Igreja não pode ser omissão em reconhecer os erros próprios. O PAPA PIO XII, cujo pontificado durante a Segunda Guerra Mundial gerou intensas controvérsias sobre ter feito “vista grossa” ou se omitido diante do nazismo e do Holocausto de 1939 a 1958. Ao OMITIR-SE de usar o poder da Igreja Católica para interferir na matança de judeus, o PAPA PIO XII foi cúmplice do nazismo e mesmo sabendo, o senhor acha de condenar uma caminhada em favor de injustiçados. Por quais motivos, Padre Ferdinando, o senhor não confrontou o DITADOR da Nicarágua, Daniel Ortega, que prendeu, humilhou Padres, Freiras e expulsou o Núncio Apostólico do Vaticano? O senhor, Padre Ferdinando, é desses deletérios seres que fazem CATÓLICOS recorrerem a outras denominações cristãs, dada a renúncia ao Evangelho para aderir às narrativas indigentes, especialmente agora, que Igreja Católica encontra-se no Tempo Comum, um período que totaliza 33 ou 34 semanas, dividido em duas partes: a primeira, entre o Batismo do Senhor e a Quaresma (iniciado em 12/01/2026), e a segunda, após Pentecostes até o Advento. Que DEUS se apiede da sua pobre alma e lhe conduza pelo caminho do bem, Padre Ferdinando Mancilio.

  3. Paulo César da Conceição
    Paulo César da Conceição

    Excelente texto, show!
    O Nikolas é um ser iluminado, e está contribuindo muitíssimo para a virada cultural do Brasil, principalmente nos jovens.

  4. Jaime Moreira Filho
    Jaime Moreira Filho

    Parabéns ao Edilson Salgueiro pela bela, explicativa e interessante biografia do Nikolas Ferreira. Chamou-me a atenção a valorização da família pelo Nikolas Ferreira e trabalhos com outras pessoas. Isto é muito bom de se ver. Espero que ele continue sempre com esta grandeza moral. Teremos um político com P maiúsculo a servir de exemplo a maioria de nossos políticos. Nikolas continue com esta grandeza. Todos os brasileiros agradecerão e terão um bom exemplo a ser seguido. Vai ser um professor da moralidade política e geral e como dizia o Pe Vieira: a melhor forma de ensinar é dar o exemplo. Algo que está faltando em nossa classe política e pior, na nossa classe governante e judicial. Parabéns ao biografado. Nota 1000.

  5. DONIZETE LOURENCO
    DONIZETE LOURENCO

    A “república” nasceu de um golpe contra a Monarquia.
    A Família Real foi embarcada para o exílio na madrugada por receio de revolta popular diante do prestígio que o Imperador defrutva diante dos seus súditos.
    O primeiro governo da “república” exercido por seu anunciador – ela foi anunciada, mas nunda proclamada – foi um desastre e seus sucessores até os dias atuais com raríssimas exceções não conseguiram ir além do mediocre.
    É alvisareiro o surgimento de políticos como Nikolas Ferreira em Belo Horizonte, Guilherme Kitler em Curitiba, Lucas Pavanato em São Paulo, que nasceram praticamente juntos com as redes sociais e conseguem se comunicar com desenvoltura com o eleitorado.
    Que seja apenas o início de uma mudança profícia ao pais com benefícios a todos aqueles que realmente trabalham pela construção de um país decente e mais justo para todos.

  6. Antonio Saggese Netto
    Antonio Saggese Netto

    O Brasil precisa de muitos ” Nicolas ” . Já temos um. Tomara que seja o primeiro de muitos.

  7. Teresa Guzzo
    Teresa Guzzo

    Parabéns Edilson Salgueiro, artigo que trouxe detalhes da vida pessoal de Nikolas Ferreira e sua trajetória política. Conheci aqui através de seu artigo muito desse jovem corajoso e bem formado.
    Venceu a barreira ideológica pelo conhecimento, é isso que traz a lucidez e tamanha habilidade em suas ações. A força dessa caminhada histórica, despertou sim o brasileiro, cansado de tanta corrupção e passividade da maioria do Congresso, sim vejo que a maioria dos deputados e senadores da República apenas foram atrás de um bom emprego e ponto final. Desfrutam de benesses e esquecem em sua primeira semana de mandato do povo que os elegeram. Em 2026 teremos uma oportunidade importante para mudarmos essa dura realidade. O conhecimento faz parte dessa importante escolha.

  8. Antônio de Padua de Oliveira
    Antônio de Padua de Oliveira

    EXCELENTE PARLAMENTAR. MUITO PREPARADO PARA DEBATER PROBLEMAS CRUCIAIS DO BRASIL. GRANDE ORADOR. COMUNICA-SE DE MANEIRA SIMPLES E DIRETA, SEM ARRODEIOS OU LINGUAGEM DIFÍCIL. NO ENTANTO, APESAR DA RECONHECIDA CORAGEM, NECESSITA TOMAR CUIDADOS. OS INIMIGOS DECLARADOS E OCULTOS ESTÃO POR TODA PARTE. SENDO ASSIM, TODO CUIDADO É POUCO. TODO AQUELE QUE LIDERA, TAMBÉM ATRAI INIMIZADES PERIGOSAS. ISSO OCORRE EM QUALQUER LUGAR DO PLANETA.

    1. WALTER P. CATHERINO
      WALTER P. CATHERINO

      Brilhante a formação pessoal e moral dada por seus pais. Confesso que não conhecia nada do que foi colocado no artigo. É excelente saber que Nikolas irá longe para o bem do Brasil e dos brasileiros de fé e honradez. Obrigado, Edilson Salgueiro e à Oeste!

  9. Erasmo Silvestre da Silva
    Erasmo Silvestre da Silva

    Tem que jogar no lixo as urnas eletrônicas e fazer a eleição igual a da França. Tem muitos políticos de vereador a senador são colocados na fraude em todo Brasil

  10. Adauto Levi Cardoso
    Adauto Levi Cardoso

    Será o nosso futuro Presidente da República !!!

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