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Faroeste 2.0

…pensar e tentar montar o pensamento de um jeito que leve os outros a pensar também — ou pelo menos a se divertir, que não é menos importante que pensar

Nunca escrevo em primeira pessoa, porque não interessa a ninguém, mas vou quebrar a regra pra falar de uma coisa boa. E, já que o mundo virou de cabeça pra baixo, primeira pessoa pode ser considerada última. Então, vamos falar aqui em última pessoa, lá do fundão da classe, jogando conversa fora que ninguém é de ferro.

No início de 2020 o Augusto Nunes me falou de um projeto novo em gestação. Como o Augusto está sempre gestando alguma coisa nova, não cheguei a me surpreender. Quando li Minha Razão de Viver — a história de Samuel Wainer contada pelo Augusto Nunes, um clássico dos anos 1980 —, aprendi a prestar atenção nas coisas que ele faz. E me meti num caminho no qual estou há mais de três décadas. Não me refiro especificamente ao jornalismo, profissão à qual sou grato sem nunca ter sido apaixonado por ela, mas a outra coisa que não sei definir jornalisticamente.

Talvez uma mistura do ofício de contar histórias com a missão de tentar entender a História com o bonde andando. Pensar e tentar montar o pensamento de um jeito que leve os outros a pensar também — ou pelo menos a se divertir, que não é menos importante que pensar. Enfim, o Augusto Nunes sempre me pareceu um cara que se diverte com coisa séria (não tente fazer isso em casa; ou melhor: tente, mas vá com cuidado).

Voltando ao início de 2020, num corredor da Jovem Pan, tava na cara do Augusto que ele estava prestes a se atracar com um brinquedo novo — e, como já dito, aí a coisa fica séria. E ficou.

O projeto era de uma revista — esta aqui que você está lendo. Interrompo aqui este texto em última pessoa pra dizer, do fundão da classe, que isto não é uma propaganda floreada da Revista Oeste. Juro que não. Vou até mudar aquela formulação lá do início: não estou quebrando a minha regra de nunca escrever em primeira pessoa pra falar de uma coisa boa. Pensando bem, este texto é pra falar de uma coisa ruim — que aconteceu praticamente junto com o nascimento da Oeste.

Mas, voltando: era um projeto de revista, o que não me dizia muita coisa. Eu já tinha parado de ler revistas havia um bom tempo, pelo menos do jeito cativo que se lia antigamente. Já tinha me desobrigado até de ler as matérias da última revista com a qual eu colaborara — sem que isso seja um juízo sobre os que trabalhavam nela. Apenas não me identificava com a maior parte do que era feito ali. Só que agora era invenção do Augusto, e um cara que sabe se divertir com coisa séria nunca está de brincadeira.

Apesar da afinidade que fomos desenvolvendo ao longo dos anos, nosso único encontro profissional tinha acontecido duas décadas antes. Um encontro prosaico. Augusto era colunista de um dos primeiros sites jornalísticos brasileiros, o NoMínimo, e eu fazia lá um papel inventado pelo Marcos Sá Corrêa: sob o pseudônimo de Salomão Antunes, eu me passava por um velho jornalista encostado na seção de cartas, com a incumbência de responder aos leitores. Eram respostas sempre incisivas e sem coerência alguma, além de meio rabugentas.

Ou seja: minha única experiência de trabalho com o Augusto Nunes era, basicamente, intrigar os leitores dele.

Salomão Antunes não teria espaço nos dias de hoje. Um moralista caricato não teria graça como personagem fictício no meio de uma epidemia de moralismo real — que encontrou sua apoteose na epidemia viral. Foi nesse cenário de imprensa convertida em patrulha que nasceu a Revista Oeste.

Nasceu para afirmar a liberdade — o que alguns anos atrás talvez soasse até retórico. Augusto Nunes, J. R. Guzzo, Kaíke Nanne & cia. tinham um bom projeto. Mas não tinham ideia de que ele nasceria precisamente junto com uma pandemia e se tornaria tragicamente importante. Tragicamente, porque ninguém de boa-fé deseja relevância por contraste. E a Missão 2020 foi contrastar a imprensa convertida em central de especulação mórbida.

Vamos em frente.

Leia também “Nosso Pacto”, o compromisso da Revista Oeste com seu público

 

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56 comentários

      1. Parabens Augusto, Guzzo, Fiuza e Cia, voces sao is cares, estao fazendo historia.

      2. Aqueles que queriam “a bizarra presidenta”, ao correto “a bizarra presidente”, ao defender menines, tem agora de voltar atrás naquela bizarrice?
        Ainda prefiro o dialeto muçuniano “a bizarris presidentis, postis do molusquis”

      3. Hilário meu Caro! adorei a lembrança do saudoso Mussum, humorista debochadíssimo dum tempo em que as patrulhas diversas de home em dia não eram nem uma “suposição de mau gosto”.

      4. “IS CARES” ???
        NÃO ENTENDI…
        É UMA NOVA LINGUAGEM???

      5. “IS CARES”???
        NÃO ENTENDI…
        É UMA NOVA LINGUAGEM???
        VOCÊ QUIS DIZER “OS CARAS”, CERTAMENTE…
        NA LEGITIMA LINGUAGEM DO BRASIL…

      6. Que bobagem… revista que apoia o asno que nos governa…

      7. Parabéns aos idealizadores e sua equipe jornalística, a Revista é sensacional.

    1. Precisamos de mais revistas como esta,
      Porém para a linha mais jovem,
      Pois os jovens estão só interessados em PSOL ou outra bobagem igual .
      Fomenta aí com o Augusto Nunes, a criação do projeto. Quem sabe chega às escolas, reduto dos moralistas de plantão.
      Ou seriam imoralistas??!!!!

  1. CEM – Central de Especulação Mórbida.
    Afinal, a tal grande imprensa nada mais é do que:
    100 X 100 X um amontoado de universitários gestados pelos comunistas nos porões fétidos das univ brasileiras, esses que, como Aécio, Dória e Botafogo, ainda ñ entenderam os recados dados nas RUAS de 2.013.
    Ñ conseguem se reinventar. Como exemplo, o triste fim da estatal paulista TV Cultura, numa associação c a globolixo, transferir Manhattan Coneccion, num desespero final.
    As próprias mídias sociais, juntamente com bons projetos como a REVISTA OESTE, têm se encarregado da renovação necessária deste que já foi o QUARTO PODER.

  2. Fiúza,
    É muito bom saber que você topou e faz parte deste time, entre muitos outros bons jornalistas, Augusto Nunes e Guzzo principalmente. Hoje tenho, desde o primeiro número da Oeste, onde matar minha sede de informação e análises sérias sobre tudo que é importante aqui e no mundo.
    Parabéns à todos vocês e obrigado.

  3. Grande Fiuza! Sou seu leitor assíduo. Parabéns pelo seu trabalho!
    Desejo a você e toda a equipe da Oeste um 2021 de muita saúde e paz! (difícil?)
    Forte abraço.

  4. Fiúza, assinei uma revista que me prometeu ” uma ilha no jornalismo “, onde pessoas que até levam jeito para escrever, me entregaram um lamaçal fétido a serviço de quem lhes paga o fausto. Tentei cancelar a tal assinatura, paga adiantado, mas eles fizeram ouvidos de mercador. Claro que com a deliberada intenção do trocadilho, um deles, metido a Vestal de Oportunidade, refugiou-se nos canais antes navegados por Marco Polo e Vivaldi. Como convém aos farsantes que vendem as próprias almas, os Faustos do jornalismo um dia vão ter que entregá-las, o que é justo. O combinado não é caro, nem barato. Oeste juntou um time de craques da escrita e foi em 2020 um bastião em meio à servidão calhorda dos servos de Mefistófeles, com contrato e tudo, que a dita ” grande mídia se converteu “, e a cada dia que passa é desnudada com a ajuda fundamental das redes sociais. Não entendem, os asininos a soldo, que a verdade é o melhor desinfetante. Se entendem, são duplamente asininos, nesse caso, acéfalos. O jornalismo que mereça o título deve pautar-se apenas pela verdade. Esse tal ” con$ócio de mídia ” pródigo em manipular informações, perde-se a ponto de mesmo a turma da ” ilha do jornalismo ” tropeçar nas próprias mentiras e narrativas, escancarando a $ervidão de suas almas. Um tal André, publicou às 12:21 desse primeiro dia de 2021 na Crusoé, seção Diário, que ” Governadores e Prefeitos (os tais gestores da Pandemia ungidos pelas artes de sinistros togados) deixaram de gastar boa parte do dinheiro que lhes foi enviado pelo Governo Federal “. Fosse o STF algo minimamente respeitável, idôneo e zeloso com o dinheiro do público e se importasse apenas um tiquinho quem lhes paga as lagostas, vinhos finos e imorais privilégios num país que eles mesmos dizem ser desigual, os tais ungidos gestores seriam chamados às falas. Na remotíssima possibilidade de isso acontecer, sabemos que sairiam ilesos como se estivessem cantando um fagueiro ” rap “. O Brasil que presta, Fiúza, torce para que a caravana da Oeste passe vitoriosa apesar dos cães, como muito apropriadamente os nossos irmãos árabes criaram o termo. A turma do tal vendilhão con$órcio sente cólicas com a ironia refinada de vcs. Bem feito! PS. Em tempos de pós Pandemia, Fiúza, seria interessante, a meu modesto juízo, em 2021 Oeste ter um plano de assinatura semestral, paga antecipadamente, ou mesmo outros meios para mais pessoas terem acesso ao que há de mais relevante no jornalismo brasileiro. Feliz Ano Novo.

    1. É impressionante e revoltante notar a guinada de 180 graus que aconteceu com certos “jornalistas” brasileiros, entre eles Diogo Mainardi, na Crusoé e Reinaldo Azevedo, na Band. O primeiro, refugiado em Veneza (e jurado de morte pelo maior bandido que o Brasil já teve), resolveu vender-se como um Judas em troca de um punhado de dinheiro. Já o segundo, embora não tenha jagunços à sua procura, também encheu os bolsos e a bolsa para virar a casaca, acreditando que os leitores que o seguiam tinham memória curta.
      Diogo Mainardi recebe hoje, na sua coluna de sextas-feiras, pouco mais que uma centena de comentários feitos por pessoas que só se identificam pelo primeiro nome ou por pseudônimos. Geralmente são os mesmos.
      Quanto ao Reinaldo Azevedo, em razão da verdadeira enxurrada de críticas ao seu novo modo de fazer jornalismo, achou por melhor abolir os comentários, fato lamentável para quem, enquanto na Veja, chegou a ser o campeão nacional de leitores.
      A revista Oeste representa um verdadeiro oásis em meio ao deserto em que se transformou a maior parte da imprensa brasileira. Vida longa a Oeste!

  5. Sou assinante Oeste e recomendo aos meus familiares e amigos. Oeste veio como um oásis em meio a um deserto. Um jornalismo sério e comprometido com a análise dos fatos já é raridade no Brasil. O time de colunistas, os repórteres, equipe de TI e demais colaboradores estão de parabéns pelo ótimo trabalho feito até aqui. Espero que em 2021, a Oeste siga firme no seu propósito e cresça cada vez mais. Feliz Ano Novo todos!

  6. Revista Oeste: fonte 1 de notícias para mim. Ricardo Fiuza : Primeira coluna que eu leio (Depois da do Augusto ) e olha que a concorrência é muito forte.

  7. Fiuza,
    Pode falar e elogiar à vontade nossa
    revista Oeste. Foi a melhor plataforma
    jornalística que surgiu no país nos últimos
    anos !
    Folha, Estadão, Veja ? Já larguei há bastante
    tempo ! A melancia Crusoé mandei em frente
    também!
    Que animador ter pessoas sérias na Oeste !
    Guzzo, Augusto, Fiuza, Constantino, Silvio ,
    Ana e outros colegas.
    Vida longa a vcs. !
    Aguardo sempre as edições semanais.
    Vida longa a vcs.!!!

  8. Sou assinante desde a primeira edição e, como já falei em outros comentários, foi a melhor coisa que me aconteceu neste ano…me orgulho muito disso, divulgo quanto posso, e encaminho muitas matérias aos amigos!
    É um privilégio fazer parte deste grupo!
    Parabéns e estaremos juntos neste novo ano!

  9. Adorei mais esse texto dentre tantos, Fiuza, Você tem um dom especial, escreve e fala sem que se duvide, tudo com ironias finas que fazem ao mesmo temo rir e refletir. À Revista Oeste desejo uma jornada grandiosa e cristã, junto qao seu corpo de seletos jornalistas. Feliz vida!

  10. Grande Fiuza,
    Colega de colégio do maternal ao científico! Assíduo leitor dos seus livros e telespectador dos “PINGOS” .Após ser leitor da Crusoé até da entrada da Empiricus , estava procurando uma revista. Graças a Deus, chegou a Oeste! Parabéns !

  11. O melhor acontecimento de 2020, o nascimento da revista Oeste.
    Descobri por acaso e me apaixonei na hora. Já vou até renovar minha assinatura antes do vencimento.
    Vcs são o oásis do jornalismo brasileiro

  12. Em plena reclusão forçada do inicio da pandemia me senti ávida por leitura decente de temas relevantes e visão lucida. Assinei a Oeste na oitava edição. Aguardo ansiosamente toda a edição, leio com prazer e as vezes até releio. Volto atrás de edições anteriores pra ver se não perdi nada. Mudou minha vida, preencheu o vazio de inteligência e do maldito viés de esquerda da imprensa brasileira, já que também não vejo mais TV e nem assino mais jornais(cheguei a assinar 3 e 2 revistas ao mesmo tempo). E pensar que li todos os livros do Diogo Mainardi, era fã do Reinaldo e até tive conversa presencial com ele após uma palestra que deu para um grupo de médicos após um evento. E ainda tem o professor Villa, que admirava a cultura e retorica. Literalmente meus deuses ruíram, mas parece haver vida inteligente após essa ” virada ” ideológica e de convicções destas pessoas . Provavelmente não eram nem sinceras, nem honestas, nem dignas de serem admiradas. Vida longa a todos vocês e a revista . Gratidão .

  13. Revista Oeste, obrigado por informar o leitor corretamente sem partidarismo e contrapondo toda a mídia em geral.
    Parabéns ao Guzzo, ao Augusto Nunes e demais pelo projeto.
    Fiuza, sou teu fã cara!
    Obrigado, obrigado e obrigado. 🙂

  14. Como ex-professor do sertão profundo, dou uma nota 9,111 para o teu texto hoje. Já teve melhor, um 9,112 e um pior, 9,009.
    Ouso te dizer que existe uma revolução ainda não bem detectada pelos radares da imprensa imperialista dos últimos 50 anos. A internet e as redes sociais chegaram nas grotas, no fim da picada, no beleléu, onde o diabo perdeu as botas, nas cucuias, nos confins onde o vento faz a curva, no cafundó e até mesmo no pqp. Esta invasão da tecnologia consumista de mercado chegou no homem desdentado e na mulher que limpa a roça com enxada. Também, é claro, chegou nas grandes fazendas. Este pessoal não gosta do que é apresentado pela imprensa, principalmente tv aberta. Pra que ver funk, se tem o Fernando e Sorocaba? Ou, no meu caso, pra que ver o Pablo Vitar se gosto de ouvir o Gaúcho da Fronteira ou o Guri de Uruguaiana? Balada? Que nada, um bailão e um rodeio é mais importante. Iate? Melhor uma colheitadeira e um trator. Agora tem o drone. Imagina que um operador de drone no agronegócio tem salário de 12 mil! Aí, parece que alguns jornalistas não se deram conta de que o público é outro, e está espalhado em tudo que é cantinho no Brasil e o que se passa nas grandes cidades, principalmente no RJ não interessa mais. Nem as novelas.
    ABraçoes.

  15. Assinei a Revista Oeste recentemente. Descobri essa revista assistindo “Pingos nos is”. Ambos, até aqui, excelentes meios de comunicação e informações. Parecem-me envolvidos com a verdade, com a clareza, com a transparência, com a liberdade, com a família, com a pátria, com os bons costumes…Peço-lhes para não se deixarem ser picados pela mosca azul, quero mantê-los como fontes de informações fidedignas. Obrigado. Suelio.

  16. Cancelei minha assinatura da revista Veja, que tinha desde a década de 80, e assinei esta revista. Meu único arrependimento foi não ter feito isto antes. Grato.

  17. Guzzo, Augusto, Fiuza e todos os demais componentes da Revista. Tenho certeza que não só eu, todos assinantes da Oeste, fomos comtemplado c artigos e noticiários que nos enriquece de conhecimentos. OBRIGAADO.
    Vocês chegaram na hora certa. Já fui assinante da maioria da revistas e Jornais, deixei de ler todas a muito tempo. Era simplesmente , ficar
    DESINFORMADO.

  18. Fiuzza, sem mais delongas…acompanho vc há muito tempo, és meu guru. Adoro seus ácidos comentários com floreio d humor (os entendedores, entenderão).
    Tempos estranhos em q a midia meinstrean deixa d imparcialidade e foca na notícia real, a Revista Oeste é a fonte natural d informação mais confiável q o país possui.
    Parabéns, mestre Fiuzza!

  19. a REVISTA OESTE é um verdadeiro OASIS em um pais chamado Brasil que tem a suprema corte – STF aliada a facilitar a vida de bandidos e AMIGOS JULGADOS COMO CORRUPTOS. COITADO DESTE PAIS CHAMADO BRASIL.
    PRECISAMOS REALMENTE DE UMA SUPREMA CORTE QUE JULGA VACINA BRIGA DE GALOS ETC ou ALGUEM QUE PROTEGE A NOSSA CONSTITUIÇÃO.
    GASTAR DINHEIRO COM ESTE POVO QUE ESTA LA POR SER AMIGO OU TER TRABALHADO PARA ESTE POVO.
    SEM QUALQUER APTIDAO DE UM PROFUNDO CONHECEDOR DE LEIS.

  20. Boa tarde!

    A Revista Oeste é minha referência acerca do pensamento conservador !!!

    Desde que assinei, é minha leitura semana obrigatória !!!

    Um abraço!

  21. Revista essa nem um pouco imparcial diga-se de passagem. Lambe botas do Bozo. Final de carreira para o Augusto Nunes e o Fiuza que considerava jornalistas sérios. Mas o dinheiro falou mais alto.

  22. Parabéns Fiúza. É um privilégio fazer parte deste time de leitores.Nada como pensamentos claros, ideias intelectualmente honestas, para contaminar, saudavelmente, o leitor.

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