Foto: Montagem com imagens de divulgação
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(Super) Heróis da Liberdade

Quem são e o que fazem os artistas que romperam a redoma da esquerda e brilham nas histórias em quadrinhos e no cinema

Mesmo durante sua fase mais dura, a censura do regime militar tinha uma atuação limitada. Um mês depois da promulgação do Ato Institucional Número 5, que impôs várias restrições à liberdade de expressão no final de 1968, os brasileiros podiam ir ao teatro assistir a peças do comunista alemão Bertold Brecht e obras panfletárias como Arena Conta Zumbi. Ideias marxistas circulavam na Revista Civilização Brasileira. Dramaturgos de esquerda como Dias Gomes viram seu público crescer dos palcos de teatros alternativos para a poderosa máquina de telenovelas da Rede Globo.

Em 1968, havia uma simpatia natural por quem era censurado. Receber um veto da Polícia Federal valorizava qualquer obra. A censura era praticada por um burocrata armado com um carimbo. O censor sabia que era odiado. Sua atividade era amaldiçoada.

Hoje, todo mundo pode censurar. Militantes políticos, simpatizantes, diretores de redação, “checadores de fatos”, grupos de WhatsApp e seguidores de redes sociais, qualquer um se dá o direito de patrulhar pensamentos discordantes. E “cancelar” aqueles que pensam diferente. Apesar da artilharia contrária, alguns resistem bravamente a essa patrulha. E descobrem que existe vida em territórios que estavam ocultos.

1 – O cancelamento de Joe Bennett

Joe Bennett | Foto: Francesc Fort/Divulgação

No ano em que foi decretado o AI-5, nasceu Benedito José Nascimento, em Belém, no Pará. Descobriu cedo que gostava de desenhar histórias em quadrinhos. Em 1994, aos 26 anos, conseguiu chegar ao olimpo dos super-heróis: a editora Marvel. E no mercado internacional passou a assinar como Joe Bennett. Sem sair de Belém, Joe ilustrou histórias de alguns dos maiores heróis da Marvel — Homem-Aranha, Capitão América, Quarteto Fantástico, Thor, Conan, Hawkeye. A partir de 2005, trabalhou para a rival DC e outras grandes editoras, como a Dark Horse e a Vertigo.

Dathstroke, DC Comics | Arte: Joe Bennett/Divulgação

Em 2018, Bennett formou uma parceria com o roteirista britânico Al Ewing na criação da série O Imortal Hulk. Foi um grande sucesso. Mas havia um problema, pelo menos para Ewing: Joe Bennett era conservador e cristão. Portanto, um “fascista”.

Página interna de The Immortal Hulk, Marvel Comics | Arte: Joe Bennett/Divulgação

O artista paraense nunca misturou suas ideias com o trabalho na Marvel ou qualquer outra editora. Em 2017, revoltado com o nível de corrupção na política brasileira, criou um herói chamado Dragão da Independência. E desenhou uma elaborada charge na qual o herói esmagava políticos como o ex-presidente Luiz Inácio da Silva, a então presidente Dilma Rousseff (retratados como ratazanas) e o vice-presidente Michel Temer (representado como um vampiro).

Recentemente, seu parceiro Al Ewing declarou que não mais trabalharia com Bennett. Ewing, citado pelo site Omelete, disse que o brasileiro “respondeu com risadas comentários transfóbicos em artes oficiais da Mulher Hulk”. No seu Twitter, o roteirista disse “acreditar” que o herói de armadura na charge seja Bolsonaro. E julgou que a caracterização dos políticos como ratos era uma manifestação “antissemita”.

Ewing se queixou com a Marvel, que encerrou a parceria com o brasileiro. Para completar sua ação de correção política, o roteirista pediu desculpas a possíveis ofendidos com a charge de Bennett e ainda fez doações a um “grupo de apoio da comunidade LGBTQIA+” e a uma ONG ambientalista. Essa foi a mensagem de resposta de Joe Bennett, publicado pelo jornal paraense O Liberal:

“Quinta passada o Al Ewing fez uma postagem falando sobre uma arte que eu criei em 2017, antes da campanha presidencial, que representava a minha crítica política à época. A arte retratava o Dragão da Independência expulsando políticos que estavam sendo denunciados ou processados ou condenados por corrupção. E foi por esse motivo que os retratei como ratos. No ano seguinte, repostei essa charge declarando um determinado posicionamento político, o qual não compartilho mais. Porém, agora, em 2021, o Al fez um post dando uma interpretação diversa a essa arte e tachando-a como antissemita. Coisa que jamais foi minha intenção, pois eu não imaginava que a forma como os políticos estavam sendo retratados poderia, em outra cultura, ter essa interpretação.

Página interna de The Immortal Hulk, Marvel Comics | Arte: Joe Bennett/Divulgação

Infelizmente fui pego de surpresa pelas recentes declarações do Al, a quem sempre respeitei e com quem desenvolvi um trabalho incrível nos últimos quatro anos, do qual me orgulho muito. Fizemos algo para ficar na história dos quadrinhos e a nossa relação sempre foi de muito profissionalismo e tranquilidade. O resultado disso pode ser visto nas páginas do Imortal Hulk. Por fim, quanto ao meu posicionamento político, desde 2019 eu não faço nenhum post sobre política nas minhas redes sociais. O motivo disso é que estou decepcionado com tudo o que vem ocorrendo no Brasil nos últimos anos e esse é um assunto que eu, particularmente, não tenho mais o menor interesse. No mais, prefiro não comentar mais nada sobre o ocorrido.”

O que espanta (ou não) no caso de Joe Bennett foi a rapidez com a qual ele foi denunciado, julgado e condenado. Não teve direito de se defender. Sua brilhante carreira internacional foi interrompida por uma vaga acusação feita por alguém de quem ele mais deveria esperar lealdade: seu parceiro. Bennett nunca teve um contrato formal com a Marvel, e a parceria era realizada em regime de mútua confiança. Foi abandonado, por causa de um desenho e algumas risadas. Com otimismo, o artista garante: “O prejuízo vai ser revertido”. Parte da solução está num dos parágrafos seguintes.

2 – O Doutrinador e o Destro

Luciano Cunha, criador de O Doutrinador | Foto: Divulgação

É preciso ter coragem para criar um herói de direita no Brasil. O carioca Luciano Cunha criou dois. Ele trabalha com quadrinhos desde os 16 anos, quando participou do gibi Menino Maluquinho, de Ziraldo. Em 2008, criou o Doutrinador, para “mostrar sua indignação em relação à classe política”.

O Doutrinador, criação de Luciano Cunha | Arte: Anderson Garcia/Divulgação

Rejeitado pelos colegas por causa de suas posições conservadoras, Luciano dobrou a aposta. E assim surgiu Destro, que num futuro próximo luta contra a tirania de um governo global comunista. Para garantir sua independência, o artista lançou uma editora própria, a Super Prumo.

Em novembro de 2020, Luciano Cunha contou um pouco de suas desventuras com o Doutrinador à editora Paula Leal: “O projeto ficou cinco anos na gaveta”, disse. “Em 2013, comecei a publicar alguns quadrinhos nas minhas redes sociais, remodelei o personagem, deixei ele mais obscuro, mais violento ainda. No mesmo ano, vieram as manifestações de rua. E o personagem ganhou uma projeção, ele surfou aquela onda de indignação.”

Em 2014, Luciano foi procurado por produtores de cinema para ajudar a adaptar sua criação em um longa-metragem e uma série. “Meu personagem inaugurou um gênero no Brasil, porque não havia adaptação de quadrinhos para o cinema com perfil de super-herói, um filme de ação com viés político.” E aí começaram os problemas.

“A maior preocupação dos diretores era mostrar um personagem “isentão”, ou seja, um herói caçador de políticos de todos os partidos. Só que o Doutrinador é um conservador”, afirmou. “Ele é um personagem bélico, que acredita em armas. Ele tem valores de família, de pátria. E as pessoas nas filmagens não se tocaram disso.”

Como aconteceu com Joe Bennett, o clima piorou muito por causa de uma charge. “Estava tudo normal até o dia em que o ex-presidente Lula foi solto, em 2019”, contou. “Em 8 de novembro, publiquei nas minhas redes sociais uma ilustração que tinha feito em 2014, em que meu personagem, o Doutrinador, dá um soco em um vilão inspirado no Lula, baseado em uma imagem icônica dos quadrinhos. Aí minha vida virou de cabeça para baixo. Ali eu virei o fascista, nazista. Uma atriz disse que se arrependia de ter participado do filme de um fascista e que, se pudesse voltar atrás, não participaria das filmagens. O pessoal me cancelou e me odeia tanto. Mas será que os atores não leram os quadrinhos do filme que eles fizeram?”

Depois, piorou. “Ameaçaram minha família, me ameaçaram. Aqui no Rio, chegaram a dizer que eu era miliciano, que andava com pessoas armadas, um absurdo! Fizeram campanha contra mim na internet me chamando de quadrinista fascista. Tentaram me arruinar financeiramente, tentaram roubar meus personagens, fizeram de tudo para que eu ficasse sem eles, mas consegui resgatá-los na Justiça. Chegaram até a bloquear minhas redes sociais.”

Nesta entrevista a Oeste, Luciano Cunha atualiza a sua situação e a de suas criaturas.

Quais as diferenças entre o Doutrinador e o Destro?

São personagens bem diferentes, mas o principal contraste é que o Doutrinador é um anti-herói em sua definição mais clássica: um personagem com defeitos, com contradições e falhas bem humanas, muito próximas de qualquer um de nós. Ele é um ser em desequilíbrio. Destro já é um protagonista que carrega nas tintas do mito do herói, aquele que serve como exemplo por ser um detentor de virtudes, generosidade, honra e justiça.

Destro – O Martelo da Direita | Arte: Michel Gomes/Divulgação

Quem brigou com você por causa do Doutrinador?

Nossa! Muita gente! 99% da cena de quadrinhos brasileira, todos os cadernos de cultura dos “grandes jornais” do país, alguns atores e membros da equipe que participaram do filme. E muitas pessoas que nunca, na verdade, tinham entendido a gênese do personagem.

Filme O Doutrinador | Imagem: Reprodução

Como está a situação da sua editora Super Prumo hoje?

É uma editora que navega sozinha, porém num mar bravio. Somos os únicos criadores de conteúdo geek conservador no Brasil, talvez em toda a América Latina. Isso nos dá uma vantagem, mas ao mesmo tempo somos o navio quebra-gelo, o bandeirante abrindo a clareira no mato, somos os pioneiros. São muitas as dificuldades, mas ao mesmo tempo é muito gratificante olhar o que já fizemos em tão pouco tempo. Temos quase 180 mil fãs nos EUA, em nossa parceria com a Arkhaven Comics. Com a chegada de mais obras em nosso catálogo, o que vai se consolidar com a chegada de Joe Bennett ao nosso time, vamos ganhar musculatura.

Desde aquela entrevista de novembro de 2020 você voltou a ser ameaçado?

Sempre há um ou outro militante mais extremista. Mas já estou mais do que acostumado com isso. Não gasto um minuto de energia com esses caras, pois é isso o que querem. Meu foco é totalmente no meu trabalho, é seguir em frente.

Pretende expandir seus quadrinhos para outras mídias, sob seu controle?

Sempre. Estou o tempo todo trabalhando nisso. Há conversas com produtoras brasileiras e americanas, com uma empresa de licenciamentos nos EUA, para aproveitar esses fãs que atingimos por lá. O tempo todo estamos tentando novas plataformas.

Já pensou em ter uma heroína mulher?

Sim, na verdade já temos em nosso catálogo uma heroína, ela está no volume dois da saga Alt Hero, de Chuck Dixon, lançada por nós há meses atrás. Também temos uma protagonista feminina na nossa série chamada Hecatombe, mas ainda não tenho previsão de lançamento para essa obra.

Como você se define politicamente?

Sou um conservador e adoro sê-lo. Na verdade, sempre fui. Mesmo quando estava na esquerda, naqueles anos de faculdade e juventude, até amadurecer, nunca tive o ressentimento, o desencanto e o ódio que o esquerdista precisa ter para professar sua fé. Nunca achei que o mundo ou a sociedade me “deviam alguma coisa”. Sempre fui muito família e comecei a trabalhar cedo demais, então nunca fui um frustrado ou desajustado. Nunca fiz concessões a modinhas ou ao politicamente correto. Sempre defendi uma sociedade ordenada por costumes, pela tradição, por aquilo que vale a pena defender, como nossa liberdade individual, nossa família e uma lealdade à nossa terra que não via em absolutamente nenhum jovem. Amo nosso país e é desafiador passar isso para minhas histórias em quadrinhos e para meus filhos.

3 – A direita sai da margem

Fundadores da Brasil Paralelo: Henrique Viana, Filipe Valerim, Lucas Ferrugem | Foto: Reprodução

A parcela liberal/conservadora da população brasileira não se mede apenas pela política. É também um mercado de potencial gigantesco, já que por alguma estranha razão todos os produtores de conteúdo parecem querer disputar o mercado da esquerda.

A produtora Brasil Paralelo foi criada há cinco anos por três universitários de Porto Alegre (RS). Era uma operação caseira que hoje virou uma empresa que ocupa dois andares em um prédio comercial da Avenida Paulista e conta com 130 colaboradores. Cerca de 200 mil assinantes sustentam a operação. No ano passado, o faturamento chegou a R$ 30 milhões, um crescimento de 335% com relação a 2019. Neste ano, a previsão é faturar ao menos R$ 60 milhões, o que representaria dobrar a receita em relação a 2020.

O diretor-executivo e um dos sócios-fundadores da empresa, Henrique Viana, contou que a Brasil Paralelo encontrou a “maioria silenciosa” do Brasil, sem espaço na mídia mainstream. “Ao estudar sobre temas da direita, nos perguntamos: por que essas ideias são tão à margem? A direita no Brasil era muito cafona. E acabava isolada, sem fazer esforço para estar inserida na sociedade”, afirmou. “Vimos uma oportunidade. Somos um dos focos de amadurecimento da direita.”

Segundo Henrique Viana, o sucesso financeiro é aberto para quem quiser. “Todos os colaboradores sabem quanto a empresa fatura, o lucro líquido, quanto a gente reinveste. Até mesmo os assinantes já receberam um vídeo com os principais indicadores financeiros da Brasil Paralelo”, contou Viana. “Não tem segredo, não tem mistério”, resume Lucas Ferrugem, outro sócio. “A transparência é nossa munição.”

Desde que a produtora surgiu, em 2016, já foram produzidos 50 documentários, de temas como história do Brasil, campanhas presidenciais, o movimento militar de 1964, a pandemia, o funcionamento do Supremo Tribunal Federal e a crise político-econômica na Argentina.

Uma das obras que mais causaram polêmica foi 1964 – O Brasil Entre Armas e Livros, lançada em 2019. O documentário mostra eventos pouco conhecidos sobre o movimento que derrubou João Goulart (1961-1964) e o regime militar que se instaurou posteriormente. Entre outros pontos, o filme aborda a ameaça comunista da época ao citar espiões da antiga Tchecoslováquia instalados no Brasil. O longa-metragem alcançou até agora 9,2 milhões de visualizações.

1964 – O Brasil Entre Armas e Livros | Arte: Instagram @paulo_frade/Divulgação

A Brasil Paralelo se nega a receber qualquer financiamento público. Sua receita vem dos assinantes, que escolhem planos que vão de R$ 10 a R$ 99. Mesmo assim, a CPI da Covid resolveu que a produtora recebe dinheiro do governo Jair Bolsonaro para “divulgar notícias falsas” desde a campanha presidencial de 2018.

O tribunal de Renan Calheiros e Omar Aziz não tem nenhuma evidência para essa acusação, mas isso não importa. O objetivo é levantar suspeitas sobre a produtora tentando atrapalhar seus ambiciosos planos de expansão. A Brasil Paralelo recorreu ao Supremo Tribunal Federal para anular a decisão. E o ministro Gilmar Mendes limitou seus efeitos: suspendeu as quebras de sigilo telefônico e telemático [dados armazenados e interceptação de comunicação], mas manteve o bancário, e determinou que ela não valerá para dados anteriores ao início da pandemia.

Os jovens diretores da Brasil Paralelo não temem a investigação. “Nossas finanças são auditadas pela maior empresa de auditoria do mundo, a Ernst Young”, afirmou o sócio Felipe Valerim. “Tudo o que os políticos quiserem saber sobre a empresa e a origem de nossas receitas serão disponibilizados”.

A suspeição sem nenhuma base contra a produtora acabou gerando reação até do ministro Gilmar Mendes: “Mostra-se necessário harmonizar as premissas do debate constitucional, sob pena de as Comissões Parlamentares de Inquérito alcançarem poderes que extrapolam os limites impostos pela reserva constitucional de jurisdição”, escreveu o ministro em sua decisão que suspendeu a quebra de sigilo da Brasil Paralelo. Para os advogados da produtora, o entendimento de Gilmar Mendes pode se tornar referência para outros casos semelhantes.

Os casos de Joe Bennett, Luciano Cunha e da Brasil Paralelo são demonstrações de que não existe uma única forma de explicar o mundo. A História segue em frente. Não adianta calar aquele com quem você não concorda. Não funcionou durante o regime militar. Não vai funcionar agora com essa turba de linchadores virtuais e juízes sem limites. Quanto mais eles tentam impor sua força, mais demonstram sua fraqueza.

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36 comentários Ver comentários

  1. Vivemos num comunismo branco, só não enxerga as crianças, os beneficiados com a corrupção e aqueles intelectuais graduados e pós graduados e às vezes até com doutorado em jumentologia

  2. A luta está apenas começando. Espero que sem radicalismos exacerbados, que muitas vezes tiram a legitimidade do processo natural. Importante que se conte a real história brasileira e não aquela que o STF e alguns bandidos querem que se conte. Sigam em frente que a luta é demorada. Leva décadas e tem que ter paciência que o povo brasileiro em sua maioria é conservador e liberal.

  3. O início da matéria é revelador para aqueles que nasceram depois da guerra fria e hoje ainda entendem que os fatos violentos da “ditadura militar” relatados por simpatizantes do imperialismo soviético e beneficiários das indenizações milionárias da Bolsa Ditadura, foram contra “bravos brasileiros” que lutaram pela democracia. Dá para entender porque hoje estão tão caladinhos diante dos fatos relatados nesta reportagem relativos à Liberdade de Expressão, já que suas liberdades estão asseguradas pelas autoridades censoras.

  4. Que bom saber que ainda há gente que luta pelo que acredita, apesar de o meio artístico estar tão enviesado à esquerda. A censura nunca prosperou muito, e nem o totalitarismo no campo das ideias, e não será agora que isso dará certo.

  5. Que matéria excelente, quanta informação.
    Um bando, no melhor sentido, de gente corajosa, de artistas da melhor qualidade dando voz a uma fatia considerável da sociedade.

  6. Excelente matéria. Sou membro da Brasil Paralelo há uns três anos e há meses da Revista Oeste. Com verdades e matérias bem fundamentadas historicamente vamos fortalecendo os alfinetes que vão estourando essas bolhas esquerdistas…E nem vamos lacrar o que eventualmente vier de algumas fontes evoluídas da esquerda…

      1. Muito bom ver nesta matéria a galera da direita que faz e acontece. Parabéns!

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