Criado na Dinamarca pela Novo Nordisk, o Ozempic fez enorme sucesso entre os brasileiros. A promessa: emagrecer. Funcionou tão bem que um laboratório nacional decidiu lançar um concorrente direto no mercado interno. Trata-se do Olire, desenvolvido pela EMS. As vendas começaram nesta segunda-feira, 4.
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Assim como o Ozempic, o medicamento brasileiro é aplicado por meio de uma caneta com agulhas descartáveis. O paciente injeta o conteúdo em regiões indicadas do corpo, e a fórmula age controlando o apetite. Em alguns casos, a perda de peso chega a se comparar à de uma cirurgia bariátrica.
Ozempic e o mercado brasileiro
Até o fim de 2025, a EMS pretende vender 200 mil unidades do Olire. Em 12 meses, a meta é alcançar 500 mil. Com preço médio de entrada de R$ 300, a expectativa de faturamento é de pelo menos R$ 15 milhões — mas esse pode ser apenas o começo.

O Brasil tem mais de 200 milhões de habitantes. Cerca de 60 milhões são obesos — ou seja, existe um mercado gigantesco a ser explorado. Resta saber se o Olire fará com a EMS o mesmo que o remédio para emagrecer fez com a Novo Nordisk.
No caso dos dinamarqueses, o faturamento mais do que dobrou depois que a fórmula para emagrecer foi lançada. Em 2024, a empresa faturou mais de US$ 40 bilhões, com vendas no mundo inteiro. Quase metade veio das vendas do Ozempic.





































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