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Detido no Covidão Fluminense, superintendente será exonerado do governo do RJ

Carlos Frederico Verços Duboc foi um dos detidos em mais um capítulo do "Covidão Fluminense". E, dessa forma, perderá cargo em secretaria

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Carlos Frederico Verçosa Duboc integrava governo do RJ, mas situação mudou com o Covidão Fluminense | Foto: CANVA

Carlos Frederico Verçosa Duboc foi um dos detidos em mais um capítulo do “Covidão Fluminense”. E, dessa forma, perderá cargo em secretaria

Carlos Frederico Verçosa Duboc - prisão - covidão fluminense
Carlos Frederico Verçosa Duboc integrava governo do RJ, mas situação mudará graças ao Covidão Fluminense | Foto: CANVA

Além de prisões, o novo capítulo do “Covidão Fluminense” acaba por impactar na equipe do governo estadual do Rio de Janeiro. Conforme noticiado por Oeste mais cedo, um dos detidos foi Carlos Frederico Verçosa Duboc, superintendente de orçamentos e finanças da Secretaria de Saúde. Aliás, ele perderá o cargo que ocupava até ser preso.

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Embora a exoneração de Duboc ainda não tenha sido publicada, a saída dele do governo é dada como certa. Isso porque quem garantiu que ele não prestará mais serviços para o Executivo do Rio de Janeiro foi a própria Secretaria Estadual de Saúde (SES).

“Compromisso de transparência e de lisura na gestão pública”

A saída de Carlos Frederico Verçosa Duboc não foi a única notícia repassada pelo órgão no início da tarde desta quarta-feira, 17. Entre outros pontos, a pasta se colocou como parceira da Polícia Federal e de demais instituições. “A Secretaria reforça o compromisso de transparência e de lisura na gestão pública e se coloca à disposição das autoridades para prestar quaisquer esclarecimentos a respeito dos fatos”, informou a SES, de acordo com a Agência Brasil.

Covidão Fluminense

O futuro ex-secretário de Saúde do Estado do Rio de Janeiro não é o único personagem envolvido no “Covidão Fluminense”. Fora a operação Mercadores do Caos, deflagrada hoje, outra ação já tinha ocorrido nesta semana em solo do RJ. Realizada na segunda-feira, 15, pela Polícia Federal, a Operação Exam apurou desvios de recursos públicos na cidade de Cabo Frio, conforme noticiou Oeste. Entre o saldo da ação esteve a apreensão de cerca de R$ 400 mil em bitcoins.

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