Empresários iniciam movimento para defender reforma tributária de Guedes

Entidades empresariais vão defender, na prática, o imposto sobre pagamentos eletrônicos para desonerar a folha de pagamento. Tributo não terá caráter arrecadatório, mas, sim, substitutivo, ao desonerar a folha de pagamento
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O ministro da Economia, Paulo Guedes, em evento na sede da pasta, em Brasília | Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL
O ministro da Economia, Paulo Guedes, em evento na sede da pasta, em Brasília | Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL | O ministro da Economia, Paulo Guedes, em evento na sede da pasta, em Brasília | Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL

Entidades empresariais vão defender, na prática, o imposto sobre pagamentos eletrônicos para desonerar a folha de pagamento. Tributo da reforma tributária de Guedes não terá caráter arrecadatório, mas, sim, substitutivo, ao desonerar a folha de pagamento

reforma tributária
O ministro da Economia, Paulo Guedes, tem obsessão em desonerar a folha de pagamentos e, com isso, gerar empregos | Foto: Divulgação/Brasil

Um grupo de empresários do setor de serviços vai defender a proposta de reforma tributária do governo. Isso significa, portanto, que vão sair em defesa do texto pleiteado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, que sugere a criação de um imposto sobre pagamentos eletrônicos para desonerar a folha de pagamento.

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Os empresários estão se organizando por meio de entidades. A estratégia não é, necessariamente, apoiar o imposto da reforma tributária de Guedes. Afinal, o tributo é impopular, sendo associado por alguns à extinta Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras (CPMF). O objetivo é, na verdade, desonerar a folha.

O tributo almejado por Guedes, contudo, não tem caráter arrecadatório, mas, sim, substitutivo. É nisso que se baseiam os empresários. A estratégia deles, portanto, é preparar um manifesto para ser disparado a deputados, senadores, ao governo e à imprensa. Uma série de outras ações nas ruas também estão sendo planejadas. As empresas também cogitam a divulgação do posicionamento favorável à desoneração em publicidades na imprensa.

Oeste conversou com empresários e apurou algumas das entidades que participarão dos movimentos: o Instituto Brasil 200, a Central Brasileira do Setor de Serviços (Cebrasse), a Federação Nacional dos Sindicatos de Empresas de Recursos Humanos, Trabalho Temporário e Terceirizado (FENASERHTT), e entidades associadas da União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (Unecs).

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