Estudo demonstra que Brasil pode ser bem-sucedido no combate à pandemia

Análise do Johns Hopkins Coronavirus Center apresenta um panorama promissor, com alguns desafios importantes
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SP - COTIDIANO/SAUDE - GERAL - O hospital Santa Casa de Misericórdia de Sorocaba (SP) registrou nessa quinta-feira (19)  furtos de frascos de álcool gel que foram disponibilizados nos quartos nos últimos dois dias. O hospital está apurando a quantidade para reigstrar o boletim de ocorrência na delegacia e apurar os fatos. Máscara descartável no chão. 19/03/2020 - Foto: CADU ROLIM/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
SP - COTIDIANO/SAUDE - GERAL - O hospital Santa Casa de Misericórdia de Sorocaba (SP) registrou nessa quinta-feira (19)  furtos de frascos de álcool gel que foram disponibilizados nos quartos nos últimos dois dias. O hospital está apurando a quantidade para reigstrar o boletim de ocorrência na delegacia e apurar os fatos. Máscara descartável no chão. 19/03/2020 - Foto: CADU ROLIM/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Análise do Johns Hopkins Coronavirus Center apresenta um panorama promissor, com alguns desafios importantes

máscara para coronavírus
Foto: CADU ROLIM/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Com a maior parte dos casos concentrados em duas capitais, São Paulo e Rio de Janeiro, a primeira constatação do estudo é que o Brasil agiu rápido. O país aprendeu com Wuhan, epicentro da pandemia na China, e Lombardia, região no Norte da Itália concentra a maior parte dos casos no país. É a constatação do estudo conduzido pelo instituto Johns Hopkins Coronavirus Resource Center.

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Enquanto em Wuhan as medidas de restrição à circulação de pessoas foram tomadas quando a doença atingiu 577 casos e na Lombardia, 231, o Brasil adotou medidas restritivas como fechamento de escolas a partir do 115º caso.

Outro dado relevante, segundo o instituto Johns Hopkins, é que o Brasil ainda é um país jovem. Apenas 2% da população brasileira têm mais de 80 anos, ante 7% na Itália. A faixa etária entre 70 e 79 representa 10% da população italiana. O Brasil tem apenas 4% de idosos nessa faixa.

Há, no entanto, dados preocupantes. No Brasil, é alta a porcentagem diabéticos — público que tende a sofrer mais os impactos da covil-19: são 10% na faixa entre 20 e 79 anos, contra 5% na Itália. Outra questão crítica é a distribuição desigual de leitos de UTI. Cidades como São Paulo têm boa assistência. Mas, em regiões como Norte e Nordeste, há déficits.

Confira os dados da análise do Johns Hopkins Coronavirus Center:

 

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2 comentários Ver comentários

  1. Achei uma das melhores reportagens com dados comparativos confiáveis. Vocês poderiam disponibilizar o link do site John Hopkins Coronavírus Center ?

  2. Acho que quanto maior a concentração de pessoas, maior é o risco.
    Mas o que vai fazer a diferença é a consciência das pessoas de evitarem o risco.

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